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  <title>pegada</title>
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  <description>pegada - SAPO Blogs</description>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 23:05:12 GMT</pubDate>
  <title>Santíssima Trindade</title>
  <author>Luís Grave Rodrigues</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://img.photobucket.com/albums/v507/luisgrodrigues/Trindade-1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;449&quot; height=&quot;583&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 23:01:45 GMT</pubDate>
  <title>Dia Internacional dos Museus</title>
  <author>Ariel</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;a style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-TJ1Div889KA/T7Uey93QwxI/AAAAAAAABfc/gg0mWnwBexA/s1600/cortica.jpg&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-TJ1Div889KA/T7Uey93QwxI/AAAAAAAABfc/gg0mWnwBexA/s400/cortica.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;285&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Local/premiado-museu-da-cortica-de-silves-em-risco-de-acabar-em-hasta-publica-1546520&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Museu da Cortiça em Silves&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;, integrado no complexo turistico Fábrica do Ingés, foi distinguido em 2001 com o prémio Luigi Micheletti para o melhor museu industrial da Europa,  tendo recebido o galardão das mãos da rainha Fabíola da Bélgica. O museu encontra-se de portas fechadas há três anos devido à falência do complexo turistico Fábrica do Inglés.  Hoje, Dia Internacional dos Museus  reabre ao público  por algumas horas para mostrar o estado de abandono e desolação a que chegou. Este é um cartão de visita negro não só para a região, como para o país. Diz que há por aí um grande empresário que é o rei da cortiça. Será que não tem uns tostões para salvar o museu? Com &lt;em&gt;elites&lt;/em&gt; destas não é de admirar que estejamos no buraco.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>museus</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 23:01:40 GMT</pubDate>
  <title>Gustav Mahler - Um dos mais conhecidos maestros e compositores austríacos</title>
  <author>António Filipe</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-large;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/antoniofilipe/fotos/?uid=Q7YRzog7chODL7Zz62Nz&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1606adfc/12305726_dQV9Y.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;74&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;&lt;/a&gt;N&lt;/span&gt;o dia 18 de Maio de 1911 faleceu, em Viena, o compositor austríaco Gustav Mahler. Tinha nascido em Kaliště, na Boémia, no dia 7 de Julho de 1860. Quando morreu o irmão mais velho, Gustav tomou conta da família que o pai, alcoólico, não conseguia governar. Tornou-se então músico profissional. Tinha 6 anos de idade. Os seus contemporâneos quase não o conheciam como compositor, pois foi como maestro que adquiriu fama e fortuna. As suas composições só viriam a ser reconhecidas nos anos 60. Para isso contribuíram as gravações de Leonard Bernstein, um dos seus sucessores à frente da Filarmónica de Nova Iorque, assim como biografias escritas por Theodor Adorno e Otto Klemperer, publicadas na década de 60. A última contribuição para a sua redescoberta foi a utilização do Adagietto da 5ª sinfonia como parte da banda sonora do filme “Morte em Veneza”, de Luchino Visconti, em 1970. A música de Mahler é impregnada de romantismo, mas possui novas tendências. As suas composições seguem a linha de Anton Bruckner e Beethoven.&lt;br /&gt; Gustav Mahler compôs dez sinfonias, sendo que a última foi completada por Deryck Cooke, um investigador britânico, em 1964. A estreia, em 1910, da sua 8ª Sinfonia (A Sinfonia dos Mil), dirigida por ele mesmo, precisou de dois coros e um terceiro de vozes brancas, oito vozes solistas, órgão e orquestra. Mahler foi, também, um apreciado intérprete de obras clássicas. Em 1907, abandonou Viena para se instalar em Nova Iorque, onde dirigiu a Orquestra Filarmónica. Em 1911, ficou extremamente doente. A conselho do seu médico, ainda viajou até Paris, para ser tratado. Teve pequenas melhoras durante algum tempo, mas não conseguiu resistir. Deslocou-se, então, para Viena para ser internado. Veio a falecer a 18 de Maio de 1911.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/kEPERXpOqiU&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;3º andamento da Sinfonia nº 1, de Mahler&lt;br /&gt; Orquestra Filarmónica de Viena&lt;br /&gt; Maestro: Leonard Bernstein&lt;/div&gt;</description>
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  <category>sinfonia nº 1</category>
  <category>orquestra filarmónica de viena</category>
  <category>leonard bernstein</category>
  <category>mahler</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 21:49:36 GMT</pubDate>
  <title>A democracia está de luto: deputados neo-nazis gregos entraram no parlamento em formação militar </title>
  <author>Rogério da Costa Pereira</author>
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  <description>&lt;a href=&quot;http://fotos.sapo.pt/rogeriocpereira/fotos/?uid=WeJuZ3OCsKayUj14t78A&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://c1.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bde0809b1/12306735_REIMe.jpeg&quot; alt=&quot;Michaloliakos_screams.jpg&quot; border=&quot;0&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;1.10pm Parliament&apos;s 300 MPs were sworn in shortly before noon. This, the shortest-lived parliament in the country&apos;s, is due to be dissolved on Friday by President Papoulias to pave the way for new elections on June 17.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;During the swearing in of the body&apos;s three Muslim MPs, the Golden Dawn MPs (...) remained seated while the rest of the chamber stood. &lt;br /&gt;Earlier, the Golden Dawn MPs marched into the parliamentary chamber in military formation, led by the party leader [a besta na imagem]. It&apos;s the first time that the neo-Nazi party has entered the parliament.&quot;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.athensnews.gr/portal/1/55563&quot;&gt;http://www.athensnews.gr/portal/1/5&lt;wbr /&gt;5563&lt;/a&gt; PS -  Entre o risco do destaque dado a estes animais e a imperatividade do alerta, arrisquei destacar a infâmia, porque ainda acredito num povo são e porque calar é consentir. Nazismo nunca mais! Nem na Grécia (acredito francamente que o povo grego aprendeu a lição e emendará a mão a 17 de Junho) nem em canto nenhum deste planeta sem memória.</description>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 21:30:32 GMT</pubDate>
  <title>A luz e as trevas</title>
  <author>António Leal Salvado</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-IAygtvXipik/T7Vse_79fmI/AAAAAAAAFg4/Byn4ymCMFlg/s1600/o%2Bvelho%2Be%2Bo%2Bburro.png&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-IAygtvXipik/T7Vse_79fmI/AAAAAAAAFg4/Byn4ymCMFlg/s400/o%2Bvelho%2Be%2Bo%2Bburro.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;263&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;ou&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;O velho e o burro&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;[recebido de e-mail anónimo/desconhecido]&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 19:34:19 GMT</pubDate>
  <title>Não percam , no Publico, os textos de Francisco Assis</title>
  <author>Luis Moreira</author>
  <link>http://pegada.blogs.sapo.pt/1800563.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Á quinta feira, Francisco Assis brinda-nos com textos muito actuais, abordando os grandes problemas do nosso tempo sem nunca perder, nem deixar exceder, a sua condição de militante do Partido Socialista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje fala-nos da articulação entre &quot;mercado e democracia&quot;. Por hoje o que volta a estar em causa é o sistema demoliberal, o que de melhor a Humanidade já concebeu e implementou. No século XX este modelo foi posto em causa pelos adversários do Liberalismo - o nazismo e o comunismo. No século XXI está a ser posto em causa pelo grande adversário da democracia &quot; a vulgata neoliberal&quot; que tem neste governo seguidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Margareth Tatcher dizia que as empresas eram um eufemismo porque o trabalhador só existe como individuo. O economista norte- americano Robert Lucas, afirmou a dada altura &quot;que nada impede um desempregado de instalar uma banca de venda de maçãs na esquina de uma qualquer rua, transformando-se automaticamente numa pessoa empregada e, até mesmo, num empreendedor &quot;. Nesta linha de pensamento toda a pessoa desempregada é-o voluntariamente e não é mais que uma pessoa desprovida de um impulso básico para o empreendorismo. Alguém que se recusa a sair da sua zona de conforto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É , assim, que se chega &quot;aos desempregados que têm à sua frente oportunidades de mudar de vida para melhor&quot; na descabida e insólita afirmação de Passos Coelho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(continua)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>democracia</category>
  <category>desemprego</category>
  <category>demoliberal</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 17:50:49 GMT</pubDate>
  <title>O problema está nos aparelhos do PS e do PSD</title>
  <author>Luis Moreira</author>
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  <description>&lt;p&gt;Lembra Ventura Leite no Público : ...&quot; para além da componente económica, a estratégia deve ter uma componente social que redefina os contornos da acção e do financiamento do Estado Social do futuro, e uma componente política que garanta uma profunda alteração no funcionamento do sistema político...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E lembra Mário Soares : ...os partidos de esquerda e de direita têm vindo, gradualmente, a perder militantismo e a substituir a discussão das ideias pela dos &quot;interesses&quot;, das &quot;carreiras&quot;, da imagem e do &quot;fulanismo&quot; a todos os níveis partidários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;...tornam-se, assim, demasiado parecidos, criando entre si, da direita à esquerda, um espaço pantanoso que tem a ver com os interesses egoístas que lhes são comuns ou, pelo menos, criam cumplicidades. Suscitando do mesmo passo, um certo desinteresse pelos partidos, pela política e pelos políticos.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Revitalizar a democracia, aumentar o escrutínio dos cidadãos sobre os políticos . Tudo isto exige um compromisso alargado e firme, extensivo aos sindicatos, empresários, igreja e outras entidades da sociedade . E um sufrágio popular dessa estratégia através de um referendo (VL)&lt;/p&gt;</description>
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  <category>estado social</category>
  <category>ps</category>
  <category>aparelhos partidários</category>
  <category>psd/ppd</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 15:43:47 GMT</pubDate>
  <title>Mil e oitocentos milhões na factura da electricidade</title>
  <author>Luis Moreira</author>
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  <description>&lt;p&gt;Pode chegar a este número a redução nos custos da &lt;a href=&quot;http://economia.publico.pt/Noticia/governo-aprova-cortes-nos-custos-da-producao-electrica-1546523&quot;&gt;factura,&lt;/a&gt; após as negociações entre o governo e as eléctricas. São as tais rendas excessivas. Mas há perguntas para fazer. O que dizem os chineses que compraram a EDP ? Mantêm o preço ? E onde é que tiraram os apoios e a quem? Às produtoras verdes ? Na central do Pego já por lá há &quot;mosquitos por cordas&quot;. Deve ser a primeira reacção de quem perdeu os apoios do estado. O que se esperaria é que o estado saísse da actividade e deixasse os &quot;players&quot; funcionar. As verdes estão no inicio e precisam de apoios, que haja então, previamente, uma política clara no sector.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>electricos</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 15:20:38 GMT</pubDate>
  <title>Convite : lançamento de livro</title>
  <author>Luis Moreira</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/luis_moreira/fotos/?uid=5o2IFBNG4gw5Zlbl1PqF&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bc9084749/12303192_iriZ5.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;263&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>as forças armadas em porutgal</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 14:20:52 GMT</pubDate>
  <title>O eucalipto &quot;globulus&quot;</title>
  <author>Luis Moreira</author>
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  <description>&lt;p&gt;O nosso eucalipto é o &quot;globulus&quot; que é o que dá melhor matéria prima para a indústria da celulose. Cresce em sete anos. Lá fora cresce em 11 anos. É, por isso, muito procurado, com valor económico. Só a Portucel tem cerca de 120 mil ha plantados mas precisa de muito mais. Para crescer, nesta fase, a celulose precisa de pelo menos mais 40 mil ha. O que compra lá fora é de fraca qualidade e custa o dobro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há mais de trinta anos que há uma guerra surda entre quem quer desenvolver a indústria da celulose, que hoje já representa 1% do PIB e 3% das exportações e os ambientalistas. Estes não querem mais cheiros a &quot;ovos podres&quot; nas cercanias dos locais fabris e não querem mais eucaliptos. Estes bebem toda a água existente nos terrenos e estão a substituir o montado tradicional português.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nestas posições estão os factores fundamentais para desenvolver o &quot;cluster&quot; da floresta. Ao fim de tantos anos é altura de o estado poder responder à pergunta dos industriais. Há ou não espaço para se desenvolver ainda mais a indústria de celulose ?&lt;/p&gt;</description>
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  <category>floresta</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 10:00:43 GMT</pubDate>
  <title>A sociedade do medo</title>
  <author>Luis Moreira</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/HfsJvg7NCj8&quot; width=&quot;292&quot; height=&quot;256&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>medo</category>
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  <category>sociedade civil</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 09:00:32 GMT</pubDate>
  <title>A exploração do eucalipto entrava a produção de pasta para papel</title>
  <author>Luis Moreira</author>
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  <description>&lt;p&gt;A Portucel quer investir numa nova &lt;a href=&quot;http://www.ionline.pt/dinheiro/portucel-15-mil-novos-empregos-dependem-40-mil-hectares-eucaliptos&quot;&gt;fábrica diz o (i). :&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Portucel quer construir uma nova fábrica em Portugal, mas para isso precisa de garantir matéria-prima suficiente para fornecer a unidade fabril. E quer a ajuda do governo. A empresa tem três unidades fabris no país, mas importa mais de metade da matéria-prima de que necessita, com uma qualidade abaixo da nacional e ao dobro do preço. O presidente da Portucel, Pedro Queiroz Pereira, considera que “é possível valorizar muito melhor do que tem sido feito o potencial florestal de Portugal”, mas, como não tem surgido “o impulso dinamizador”, continua “a desperdiçar-se um recurso renovável”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Um investimento de 2 mil milhões de euros, criação de 15 000 empregos e quarenta mil ha de plantação de eucalipto a juntar aos 120 mil ha que já são explorados pela empresa. E a que vem tudo isto?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O nosso eucalipto é o &quot;globulus&quot;, e é a melhor matéria prima para esta indústria. Cresce em sete anos enquanto lá fora cresce em 11 anos, tornando-se pois, um belo investimento. Mas os ambientalistas não gostam. O eucalipto é uma árvore que devora toda a água existente nos terrenos e a produção industrial é altamente poluente. Esta guerra há muito que se arrasta e eu não tenho a certeza se os ambientalistas não terão alguma razão.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>floresta</category>
  <category>papel</category>
  <category>exploração</category>
  <category>eucalipto</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 08:00:38 GMT</pubDate>
  <title>Novas eleições novos perigos na Grécia</title>
  <author>Luis Moreira</author>
  <link>http://pegada.blogs.sapo.pt/1797537.html</link>
  <description>&lt;p&gt;To &lt;a href=&quot;http://www.presseurop.eu/pt/content/news-brief/1996481-novas-eleicoes-novos-perigos&quot;&gt;VIMA&lt;/a&gt; : a oportunidade da social-democracia na Grécia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Após nove dias de conversações, os partidos gregos não conseguiram chegar a acordo para formarem governo. Por isso, haverá novamente eleições a 17 a junho, que serão organizadas por um gabinete de transição liderado pelo presidente do Conselho de Estado, Panayiotis Pikramenos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Com este escrutínio, o país está em perigo”, inquieta-se o jornal &lt;em&gt;I Kathimerini&lt;/em&gt;. O diário escreve, no entanto, que apesar de se reforçar a hipótese de abandono da moeda única, “Merkel e Hollande querem que a Grécia se mantenha na zona euro”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Ficam provadas as previsões das cassandras internacionais”, &lt;a href=&quot;http://www.ethnos.gr/article.asp?catid=22786&amp;amp;subid=2&amp;amp;pubid=63657543&quot; target=&quot;_self&quot;&gt;lamenta&lt;/a&gt; &lt;em&gt;To Ethnos&lt;/em&gt;, num artigo com o título “Eleições em campo minado”. “O país está num impasse. Agora, é preciso que os partidos deem respostas claras aos problemas do país” que são, especialmente, uma recessão de 6,2% no primeiro trimestre do ano e uma taxa de desemprego de 21%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.tovima.gr/opinions/article/?aid=457879&amp;amp;h1=true&quot; target=&quot;_self&quot;&gt;To Vima&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, estas novas eleições serão&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;um referendo de Antonis [Samaras, o líder da Nova Democracia, de direita] contra Alexis [Tsipras, o líder do Syriza, a coligação de esquerda radical], da direita contra a Coligação de esquerda radical, dos pró-europeístas contra os outros.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;No entanto, espera &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.tanea.gr/gnomes/?aid=4720862&quot; target=&quot;_self&quot;&gt;Ta Nea&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, esta crise política&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;é uma oportunidade para fazer renascer e refundar a social-democracia. Os dois partidos tradicionais [a Nova Democracia e os socialistas do Pasok] têm de saber tirar lições do seu falhanço.&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;h3&gt;Links exteriores&lt;/h3&gt;
&lt;ul class=&quot;links&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;a title=&quot;Opens in new window&quot; href=&quot;http://www.tovima.gr/opinions/article/?aid=457879&amp;amp;h1=true&quot; hreflang=&quot;el&quot; rel=&quot;external&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Artigo de To Vima&lt;/a&gt; &lt;span class=&quot;resource-language&quot; title=&quot;Documento em Grego &quot;&gt;el&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a title=&quot;Opens in new window&quot; href=&quot;http://www.ethnos.gr/article.asp?catid=22786&amp;amp;subid=2&amp;amp;pubid=63657543&quot; hreflang=&quot;el&quot; rel=&quot;external&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Artigo de To Ethnos&lt;/a&gt; &lt;span class=&quot;resource-language&quot; title=&quot;Documento em Grego &quot;&gt;el&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a title=&quot;Opens in new window&quot; href=&quot;http://www.tanea.gr/gnomes/?aid=4720862&quot; hreflang=&quot;el&quot; rel=&quot;external&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Artigo de Ta Nea&lt;/a&gt; &lt;span class=&quot;resource-language&quot; title=&quot;Documento em Grego &quot;&gt;el&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;Nossas fontes&lt;/h3&gt;
&lt;ul class=&quot;links&quot;&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.presseurop.eu/pt/content/source-information/12731-vima&quot;&gt;To Vima&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.presseurop.eu/pt/content/source-information/26901-ethnos&quot;&gt;To Ethnos&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href=&quot;http://www.presseurop.eu/pt/content/source-information/12741-ta-nea&quot;&gt;Ta Nea&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description>
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  <category>esquerda</category>
  <category>social democracia</category>
  <category>eleições</category>
  <category>grécia</category>
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  <pubDate>Thu, 17 May 2012 07:00:00 GMT</pubDate>
  <title>Poesia ao nascer do dia -  Agostinho da Silva - Praia</title>
  <author>Luis Moreira</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;conteudo&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #464545;&quot;&gt;Minha praia ardorosa e solitária &lt;br /&gt; aberta ao grande vento e ao largo mar &lt;br /&gt; tu me viste querer-lhe com a doce &lt;br /&gt; piedade das sombras do luar &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; teus cabos se adiantam como braços &lt;br /&gt; para abraçar as ninfas receosas &lt;br /&gt; que fugindo oferecem sobre as vagas &lt;br /&gt; suas nítidas formas amorosas &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; braços paralisados por desejo &lt;br /&gt; que o mundo e sua lei não permitiu &lt;br /&gt; ou suspendeu amor que livre jogo &lt;br /&gt; maior que posse em fugaz tempo viu &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; e como vós me alongo e como tu &lt;br /&gt; areia me ofereço a toda sorte &lt;br /&gt; por sua liberdade ou por destino &lt;br /&gt; que por só dela seja belo e forte. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;em&gt;Agostinho da Silva, in &apos;Poemas&apos;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;tema&quot;&gt;Tema(s): &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/poemas/t/natureza&quot;&gt;Natureza&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt; &lt;span class=&quot;tema&quot;&gt;Ler outros poemas de &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/poemas/a/agostinhodasilva&quot;&gt;Agostinho da Silva&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;accoes&quot;&gt;// &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/rimas.php?op=4&amp;amp;refid=201110140941&amp;amp;firstrec=0&quot;&gt;Consultar versos e ev&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>poemas</category>
  <category>agostinho da silva</category>
  <category>praia</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 23:01:00 GMT</pubDate>
  <title>Eric Satie - Precursor da chamada “música de ambiente”</title>
  <author>António Filipe</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: xx-large;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/antoniofilipe/fotos/?uid=rCz913bz9yARqFbVNrZy&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B65069ae5/12299135_kV8vP.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;71&quot; height=&quot;100&quot; /&gt;&lt;/a&gt;N&lt;/span&gt;o dia 17 de Maio de 1866 nasceu, em Honfleur, o compositor francês Éric Satie, relevante no cenário da vanguarda parisiense do início do séc. XX e precursor de movimentos artísticos como minimalismo, música repetitiva e teatro do absurdo. Tornou-se referência entre os jovens compositores, que eram atraídos pelos títulos bem-humorados das suas peças, e exerceu grande influência nos seus amigos, os notáveis contemporâneos Debussy e Ravel, mudando assim o curso da história da música. Aos 7 anos perdeu de uma vez a mãe, que morreu e o pai que abandonou a pequena cidade de Honfleur, na Normandia, para ir para Paris. Eric ficou ao cuidado de um tio boémio, que lhe proporcionou aulas de piano com um bom professor. Em 1878, deslocou-se para a capital francesa. Aos catorze anos, ingressou no Conservatório de Paris onde era considerado, pelos professores, medíocre, preguiçoso e imprestável.&lt;br /&gt; A música de Satie foi, na altura, apreciada por poucos e desprezada pela maioria dos compositores e críticos musicais. Eram-lhe apontadas diversas fragilidades, a mais importante das quais se referia à sua deficiente formação enquanto compositor e pianista. Com quase quarenta anos, resolveu voltar a estudar. Em 1905 ingressou na Schola Cantorum de Paris e estudou contraponto e orquestração. Três anos depois recebeu o diploma com a avaliação “très bien”.&lt;br /&gt; Excêntrico e irreverente, Satie (que tinha 12 fatos iguais e uma interminável colecção de cachecóis e guarda-chuvas) também gostava de escrever e fazer caricaturas, inclusive dele mesmo. Fizeram sucesso os seus irónicos poemas, canções e escritos autobiográficos intitulados “Memórias de um Amnésico”.&lt;br /&gt; Dizia que nasceu “muito jovem num tempo muito velho” e quanto à música modernista e às vezes estranha que escrevia, respondia: “Mostrem-me algo novo, que começarei tudo outra vez”. E fez muito de novo – incluindo a sua “musique d’ameublement”, composta para ser como que parte da mobília. Enervava-se quando as pessoas se concentravam a ouvir essa novidade e gritava: “Falem! Mexam-se, façam alguma coisa! Não fiquem parados simplesmente a ouvir!”&lt;br /&gt; Após anos de bebedeira, Eric Satie morreu de cirrose, a 1 de Julho de 1925, em Paris.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/Lvqoqjwfv-c&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;Gymnopédie nº 1, de Eric Satie&lt;br /&gt; Piano: Aldo Ciccolini&lt;/div&gt;</description>
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  <category>gymnopédie</category>
  <category>eric satie</category>
  <category>aldo ciccolini</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 20:37:13 GMT</pubDate>
  <title>Fim de tarde</title>
  <author>Maria Suzete Salvado</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Ba808ae40/12299442_pqYSs.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;381&quot; height=&quot;194&quot; /&gt;Venho de acompanhar o pai de um amigo, à sua última morada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vivia numa pequena aldeia perto daquela em que eu vivo e não fora a tristeza do momento, até seria um passeio agradável, de tão linda a paisagem que se avista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na igreja reparei na viúva, pequena, franzina e com ar cansado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficou sem pai aos 7 anos e teve de deixar a escola, que mal começara, para tomar conta de três irmãos mais novos e ajudar a mãe na lida do campo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Passava dias inteiros à frente das vacas, ajudando o tio (irmão da mãe, mas pouco mais velho que ela) a conduzir o arado para cortar a dureza da terra, antes de lhe ser deitada a semente que daria de comer à família.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprender a ler, ficou-se no sonho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos 19 anos casou e teve de continuar a amanhar a terra, a cuidar dos animais, a lavar no ribeiro, a cozer o pão para toda a semana, a carregar a lenha para o fogão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois dos 70 anos de idade recebera 210 Euros de reforma, para juntar aos 150, que o marido já recebia. Tinham descontado pouco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trabalha ainda, embora com a doença do seu homem tenha passado a cuidar só da horta, logo ali à beira de casa, pois a vinha e o olival já há algum tempo que passaram a ser encargo dos filhos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que usufrui mensalmente não chega para os medicamentos que tem de tomar diariamente, mas os filhos vão à farmácia e resolvem esse problema, contra o seu gosto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, chora o homem ao lado de quem trabalhou anos a fio e apoia-se nos dois filhos de quem recebe mesada, como se trocassem de papéis e fossem eles os pais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O luto será feito a trabalhar, já que não pode deixar de cuidar dos &quot;vivos&quot;, da horta e das batatas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O seu peito enche-se e um grande suspiro sai da boca sem expressão. Os olhos perdem-se nos nós da madeira do chão e de cabeça baixa permanece quieta, indiferente às condolências que os amigos dos filhos e dos netos lhe vão dando, perdida já nas saudades do companheiro de uma vida inteira, de quem não se quer separar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu desconhecia que duas pessoas pudessem receber, depois de uma vida inteira de trabalho, quantia inferior ao rendimento mínimo de inserção que uma só pessoa recebe sem ter trabalhado sequer um dia da sua vida. Não é que seja caso raro, eu é que sou um tanto distraída.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>condo</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 20:36:42 GMT</pubDate>
  <title>O despertar da ideologia</title>
  <author>Luis Moreira</author>
  <link>http://pegada.blogs.sapo.pt/1797235.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Volta a ideologia ? pergunta &lt;a href=&quot;http://www.presseurop.eu/pt/content/article/1997101-grande-coligacao-europeia&quot;&gt;Stefan Kornelius&lt;/a&gt; em A Grande Coligação Europeia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot;Quais são os limites da capacidade de consenso da União? A Europa precisará de alternativas, de confrontos, de ideologia? Quando François Hollande se lançou na campanha eleitoral com os seus cavalos de batalha socialistas, a chanceler não foi a única a mostrar o seu desagrado. Seria preciso a crise resultar num confronto em torno do credo político da direita? Estariam mais uma vez de regresso os &quot;camaradas&quot; e as suas ideologias cobertas de pó: os socialistas, os neoliberais, os defensores do controlo estatal e os partidários da redistribuição da riqueza?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao despertar os desejos de ideologia, o novo Presidente apontou involuntariamente o dedo àquilo que fazia falta na Europa: a liberdade de escolha, a polarização, o debate democrático – e, portanto, a paixão que leva as pessoas a envolver-se na política. O instinto de François Hollande provou que a paixão permitia vencer eleições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas sejamos prudentes: a Europa não está suficientemente forte para acolher esse debate. Ainda não. François Hollande dar-se-á em breve conta, no seio do clube dos poderosos, de que os grandes problemas que o continente europeu enfrenta requerem grandes coligações. Realista como é, não tardará a tornar-se um mestre do consenso, ao lado da chanceler alemã. Mas, sendo como é também um idealista francês, não deveria abandonar a sua fibra ideológica. Se fossem suficientemente fortes, a Europa e as suas instituições seriam capazes de suportar a virulência política.&quot;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>hollande</category>
  <category>liberalismo</category>
  <category>socialista</category>
  <category>ideologia</category>
  <category>europa</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 18:11:54 GMT</pubDate>
  <title>Os mercados não têm rosto ? O &quot;Pingo Doce&quot; tem...</title>
  <author>Luis Moreira</author>
  <link>http://pegada.blogs.sapo.pt/1796667.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Mercados especulativos têm o rosto do sr. Soros e do sr. Maloff  e de muitos outros como eles, que usam os mercados para enganar as pessoas, falir empresas e levar à banca rota países. Mercados também são as empresas de rendas excessivas que nos &quot;comem couro e cabelo&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mercados são as aplicações do nosso dinheiro, do Zé que trabalha e coloca a poupança no banco e que este utiliza para ganhar muito dinheiro, emprestando a outros. Que sabemos nós do mal que o nosso dinheiro anda a fazer por esse mundo fora? Anda a comprar armas? Nos estupefacientes ? A armazenar cereais para fazer subir o preço e impedir que os mais pobres tenham acesso ao pão?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Afinal nós todos fazemos parte dos mercados financeiros e fazemos parte do mercado de consumidores, como se viu na &quot;operação Pingo Doce&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora o &quot;Pingo Doce&quot; vai fazer descontos de 50% na carne desde que os consumidores comprem vinte euros de outros artigos. Mais uma vez o &quot;Pingo Doce&quot; está a criar um mercado. O mercado dos consumidores de carne que vão comer mais carne do que habitualmente. Podemos chamar-lhes outra coisa mas os &quot;mercados&quot; são constituídos pelos humanos que não regulam as relações comerciais a bem do interesse geral. Antigamente havia a ética pessoal e comercial, como agora não há, temos que regular. São os humanos que se vendem por 50% e o sr. Soares dos Santos que nos compra com vinte euros de outros artigos. Num local ( até virtual como se percebe na internet) basta coexistirem dois humanos e uma coisa que um quer vender e outro quer comprar para haver um mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que há a fazer ? &quot;Um negócio só é bom se for bom para as duas partes&quot;, se não for há que meter na prisão quem enganou, quem roubou, quem infringiu as regras! Quem faz as regras? Os eleitos pelos povos! Mas é nestes que tudo falha!&lt;/p&gt;</description>
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  <category>regulador</category>
  <category>oferta</category>
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  <category>procura</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 15:50:05 GMT</pubDate>
  <title> A Economia melhorou! Mas há sempre duas leituras</title>
  <author>Luis Moreira</author>
  <link>http://pegada.blogs.sapo.pt/1796523.html</link>
  <description>&lt;p&gt; A &lt;a href=&quot;http://www.esquerda.net/artigo/lou%C3%A7%C3%A3-denuncia-manipula%C3%A7%C3%A3o-com-os-n%C3%BAmeros-do-pib-portugu%C3%AAs/23167&quot;&gt;economia&lt;/a&gt; caiu muito menos do que se esperava. mas há sempre duas leituras...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta é verdade : &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/luis_moreira/fotos/?uid=nWUYqh3hVt5CJzCc7ADr&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B19065848/12297019_R5zZg.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;258&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como se vê é mesmo muito melhor, o que não desmente esta a seguir: (acumulada)&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/luis_moreira/fotos/?uid=eqOrSn4TIZNYWPPjDLDf&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B43060639/12297046_tD9vH.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;482&quot; height=&quot;289&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas os que chamam a atenção para o gráfico anterior esquecem este a seguir. Uma década de  crescimento negativo da economia :&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/luis_moreira/fotos/?uid=VEBpZO9tcj8cDYysTsVN&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B8a065f1e/12297133_TQ2Ya.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;328&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vamos continuar com as mesmas políticas que levaram o país ao empobrecimento como está aí bem à vista no gráfico? Pedir emprestado ao exterior e investir em auto-estrada e grandes obras públicas? Ou vamos de uma vez por todas investir na agricultura, nas pescas, na indústria? Nos produtos e bens transaccionáveis e exportáveis e que diminuam as importações? Que criam postos de trabalho permanentes e não sazonais e periódicos?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Olhe-se para os três gráficos e veja-se como há razões para ter esperança. Quem me pode acusar de ter esperança?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/div&gt;</description>
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  <category>economia portuguesa</category>
  <category>recessão</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 15:00:07 GMT</pubDate>
  <title>Imagem do Presidente da República e Ministros atinge mínimos</title>
  <author>Luis Moreira</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/luis_moreira/fotos/?uid=Pv1bIlhP6HZqWa3lHTkW&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7b081ef4/12296533_1QpRT.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;455&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.marktest.com/wap/a/n/id%7E198e.aspx&quot;&gt;Barómetro&lt;/a&gt;: &lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;float: left;&quot;&gt;Os dados do Barómetro Político da &lt;a href=&quot;http://www.marktest.pt/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Marktest&lt;/a&gt; de Abril indicam que tanto o Presidente da República como o Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, atingiram o saldo de imagem mais baixo de sempre, o que significa que os portugueses foram este mês ainda mais críticos na avaliação negativa da sua actuação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;font-variant: small-caps; padding: 8px 0pt 0pt; clear: both;&quot;&gt;&lt;span id=&quot;NewsHeaderTema&quot;&gt;&lt;a id=&quot;aNoticiaTema&quot; title=&quot;Mais notícias deste tema&quot; href=&quot;http://www.marktest.com/wap/a/q/id%7Ec9/idtema%7E169.aspx&quot;&gt;Estudos de Opinião&lt;/a&gt; &lt;a class=&quot;InlineRSSFeed&quot; title=&quot;Adicionar as notícias do temaEstudos de Opiniãoao seu leitor de RSS favorito&quot; href=&quot;http://www.addthis.com/feed.php?h1=http%3A%2F%2Fwww.marktest.com%2Fwap%2Frss%2F%3fidtema%3d169&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.marktest.com/wap/i/images/spacer.gif.mrkf&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;12&quot; height=&quot;12&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span id=&quot;theNewsTemaSep&quot;&gt; , &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Grupo Marktest,  &lt;span id=&quot;HumanDate&quot; title=&quot;15 Maio 2012&quot;&gt;Ontem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h3&gt; &lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>ministro</category>
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  <category>passos coelho</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 13:17:25 GMT</pubDate>
  <title>Um país...</title>
  <author>Nuno Fernandes</author>
  <link>http://pegada.blogs.sapo.pt/1795849.html</link>
  <description>&lt;p&gt;sem um ensino em condições ou &lt;a href=&quot;http://expresso.sapo.pt/sem-dinheiro-para-ir-ao-hospital=f725882&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;um sistema de saúde que cuide de todos&lt;/a&gt;, nos bons e nos maus momentos, é, na verdade, um país deficitário. &lt;/p&gt;</description>
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  <category>saúde</category>
  <category>portugal</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 13:08:51 GMT</pubDate>
  <title>Manifesto para uma Esquerda Livre</title>
  <author>Luis Moreira</author>
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  <description>&lt;div&gt;
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&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/luis_moreira/fotos/?uid=Nw12AhGudpZJeLEeVw9q&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c4.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B02068aea/12296129_Ofmcc.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;154&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Cara/o signatária/o,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Obrigado por ter assinado o Manifesto para uma Esquerda Livre, nesta primeira fase de recolha de assinaturas por contacto pessoal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A partir de hoje o Manifesto poderá também ser assinado a partir do seu &lt;/span&gt;&lt;a title=&quot;site&quot; href=&quot;http://www.paraumaesquerdalivre.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #0000ff;&quot;&gt;site&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; onde encontrarão informações sobre a génese e o processo de redação do Manifesto, a agenda de eventos para o futuro, a lista de autores e a de signatários até ao momento. O Manifesto continua aberto a assinaturas pelo que agradecemos a sua divulgação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O Manifesto será apresentado em público no próximo dia 17 de Maio, quinta-feira, às 11h30, no Café do Cinema São Jorge, Avenida da Liberdade, Lisboa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;No próximo dia 2 de Junho terá lugar em Lisboa o primeiro Encontro para uma Esquerda Livre, em hora e local a anunciar (informação em breve disponível no site do Manifesto).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Em anexo encontrarão uma versão pdf do manifesto, para imprimir, guardar ou divulgar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Um abraço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Recebeu este email porque assinou &quot;Manifesto para uma Esquerda Livre&quot;. Caso não tenha assinado ou não deseje receber futuros emails, escreva para &lt;a href=&quot;mailto:manifesto@paraumaesquerdalivre.net&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #0066cc;&quot;&gt;manifesto@paraumaesquerdalivre.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;td&gt;&lt;strong&gt;Manifesto_para_uma_Esquerda_Livre.pdf&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;56K   &lt;a class=&quot;e&quot; href=&quot;https://docs.google.com/viewer?a=v&amp;amp;pid=gmail&amp;amp;attid=0.1&amp;amp;thid=13752cbee0c7cf9e&amp;amp;mt=application/pdf&amp;amp;url=https://mail.google.com/mail/?ui%3D2%26ik%3D19e1421e36%26view%3Datt%26th%3D13752cbee0c7cf9e%26attid%3D0.1%26disp%3Dsafe%26realattid%3D2f8767dbb77e225d_0.1%26zw&amp;amp;sig=AHIEtbTfZyDWO-cSs1dDUv25zL7hENeRNQ&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Visualizar&lt;/a&gt;   &lt;a class=&quot;e&quot; href=&quot;https://mail.google.com/mail/?ui=2&amp;amp;ik=19e1421e36&amp;amp;view=att&amp;amp;th=13752cbee0c7cf9e&amp;amp;attid=0.1&amp;amp;disp=safe&amp;amp;realattid=2f8767dbb77e225d_0.1&amp;amp;zw&quot;&gt;Transferência&lt;/a&gt;  &lt;/td&gt;
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  <category>livre</category>
  <category>esquerda</category>
  <category>manifesto</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 11:55:15 GMT</pubDate>
  <title>Os Jacarandás floriram</title>
  <author>Luis Moreira</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/luis_moreira/fotos/?uid=BUqW5YiwgKDeBIEv7OGy&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0pt none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bdd08ae8c/12295307_UzYy4.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nos principais santuários, os Jacarandás aí estão a pintar o céu e o chão de lilás. Esta árvore oriunda da América do Sul é uma presença constante em Lisboa. Por duas ou três semanas, entre Maio e Junho, há que visitar os principais santuários, Av. D. Carlos, Jardim de Belém e Parque Eduardo VII. Mas encontram-se em toda a Lisboa. Algumas pela sua envergadura e idade são de visita obrigatória. É bom saber que há coisas que não mudam, coisas boas que fazem parte de nós e que estão para além da ganância e da mediocridade.&lt;/div&gt;</description>
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  <category>jacarandás</category>
  <category>lisboa</category>
  <category>roxo</category>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 10:23:45 GMT</pubDate>
  <title>(Os &quot;sítios&quot; por onde ando)</title>
  <author>João Simões</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times new roman,times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;em&gt;(Podemos ter tudo na vida e eu tenho tudo. Ou quase. Tenho dois filhos fantásticos. Tenho oito cães. Tenho o Mar. A Serra. O Rio. Tenho o dinheiro que não tenho e, sobretudo, o que não quero ter&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times new roman,times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;em&gt;Tenho músicas bonitas nos sítios por onde vou estando. Tenho no meu coração a Mulher que perdi e que me deu tudo nos últimos trinta e dois anos. Tenho a Farrusca que me obriga a levantar cedo e me ajuda a não me refugiar num sedentarismo estúpido. Tenho saúde (embora ande preocupado com o que espero ser uma simples hérnia). E trabalho quando e, sobretudo, onde me apetece&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times new roman,times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;em&gt;Tenho tudo. Ou quase. Porque de nada vale aquele conforto se eu não sentir que as pessoas de quem gosto estão felizes. Porque de nada vale aquele conforto se o coração (a alma...) não estiver feliz. E o meu vive em sobressaltos. Não por não estar feliz mas por constante inquietude&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-family: times new roman,times; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;em&gt;Porque venho descobrindo que a felicidade é apenas uma construção, um conceito. É uma conquista permanente. É imaterial. E que vale a pena lutar. E, se for preciso, com cedências. E se para ser feliz se tem que ceder a tudo, então, que seja. Porque os afetos são tudo, estes sim, são tudo e não apenas quase tudo).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 16 May 2012 10:00:59 GMT</pubDate>
  <title>Oportunidades de emprego</title>
  <author>Luis Moreira</author>
  <link>http://pegada.blogs.sapo.pt/1794731.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Em vários países há procura de jovens qualificados. Aqui fica a &lt;a href=&quot;http://economico.sapo.pt/noticias/dinamarca-tem-entre-sete-a-dez-mil-vagas_144459.html&quot;&gt;lista&lt;/a&gt; para os interesados:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alemanha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A 4 e 5 de Junho haverá um evento de recrutamento de engenheiros para empresas alemãs. Para se candidatar até 15 de Maio no site do Eures em www.iefp.pt&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Enfermeiros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Também em www.iefp.pt pode ver mais informação sobre os profissionais de enfermagem que Suiça, Reino Unido e Alemanha estão a contratar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aibel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na Noruega, a Aibel procura engenheiros mecânicos e de electrotecnica, entre outros, em www.aibel.com&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Statoil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Também a Statoil está a contratar engenheiros para todas as áreas ligadas ao petroleo, na Noruega. Ver em www.statoil.com&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Irlanda &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se preferir a Irlanda, a EDGE Design &amp;amp; Engineering Innovation também está a contratar. Basta ver em www.edgeinnovate.new.gridhosted.co.uk&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;UE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se pretende um emprego em alguma instituição europeia, em www.eu-careers.eu são muitas as ofertas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Noruega&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ainda na área do petróleo e gás, a Aker Solutions também está a contratar para a Noruega, em www.akersolutions.com&lt;/p&gt;</description>
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  <category>oportunidades</category>
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