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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 


No dia 31 de Julho de 1828, nasceu em Huysse, na Bélgica, o professor, historiador, escritor e compositor François-Auguste Gevaert.

Era filho de um padeiro e, embora estivesse destinado a seguir a profissão do pai, conseguiu que o deixassem estudar música. Em 1841, foi para o Conservatório de Ghent e, depois, foi nomeado organista da igreja jesuíta daquela cidade. Em breve as suas composições atraíram a atenção e ganhou o Prémio de Roma, que lhe deu direito a viajar durante dois anos. Em 1849, depois de uma breve estadia em Paris, foi para a Espanha e, depois, para Itália. Em 1867, foi nomeado Chefe de Canto da academia de Música de Paris, sucedendo a Fromental Halévy.
Quatro anos depois, ocupou o cargo de Director do Conservatório de Bruxelas. Embora fosse um compositor de sucesso, Gevaert era mais feliz como professor, historiador e escritor. As suas obras, como escritor, incluem o conhecido Tratado de Instrumentação, um livro sobre harmonia e um Vade Mecum para organistas. Entre as suas composições, destacam-se doze óperas, cantatas e canções. François-Auguste Gevaert faleceu em Bruxelas, no dia 24 de Dezembro de 1908.


Kerstlied, de François-Auguste Gevaert
Agrupamento Vocal Le Petit Sablon
Tenor e Maestro: Thibaut Lenaerts

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No dia 30 de Julho de 1776, Mozart terminou, em Salsburgo, a composição do Divertimento nº 11, em ré maior, K. 251.

O Divertimento nº 11 foi composto por Wolfgang Amadeus Mozart, provavelmente para o aniversário da sua irmã, Nannerl, que seria no dia 30 de Julho. Foi escrito para oboé, duas trompas, dois violinos, viola e baixo. A obra é composta por um maior número de andamentos do que é habitual para um divertimento.
São seis andamentos e uma marcha final que também podia ser usada para a entrada dos músicos. Juntamente com o K. 287 e o K. 334, esta obra é a incursão final num género a que Mozart nunca mais voltaria depois de se instalar em Viena, em 1781.


1º andamento do Divertimento nº 11, em ré maior, K. 251, de Wolfgang Amadeus Mozart
Agrupamento Solistas de Tel-Aviv
Maestro: Barak Tal

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Quarteto op. 51, de Antonin Dvorák

por António Filipe, em 29.07.13
No dia 29 de Julho de 1879, estreou-se, em Berlim, o Quarteto op. 51, de Antonin Dvorák. A obra foi interpretada pelo Quarteto Joachim.

Quando o primeiro violinista do, então famoso, Quarteto Florentino pediu a Dvorák para escrever uma obra eslava para o grupo, o compositor acedeu imediatamente. O resultado dessa encomenda foi o Quarteto nº 10, op. 51, em mi bemol maior, para cordas. Também conhecido pelo “Quarteto Eslavo” foi composto entre o dia de Natal de 1878 e a Primavera de 1879 e é constituído por quatro andamentos.

O início relaxante do 1º andamento é seguido por uma dança que desperta a atenção do ouvinte mas, depois, regressa o tema calmo inicial que nos leva até ao fim do andamento. O tema do 2º andamento é o mais marcadamente eslavo. Incorpora uma dança, chamada “dumka”, que é tipicamente eslava. O 3º andamento é uma Romanza em si bemol maior, um dos temas mais bem conseguidos de Dvorák. A dança é, novamente, o embrião a partir do qual o 4º andamento se desenvolve.


4º andamento do Quarteto op. 51, de Dvorak
Quarteto de Cordas Americano

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No dia 28 de Julho de 1840, estreou-se, em Paris, a Grande Sinfonia Fúnebre e Triunfal, do compositor francês Hector Berlioz. Foi o próprio compositor que dirigiu a orquestra. Com uma espada, em vez de uma batuta!

A Grande Sinfonia Fúnebre e Triunfal, op. 15, é a quarta e última sinfonia de Berlioz. O governo francês patrocinou a obra para as comemorações do décimo aniversário da Revolução de Julho, que levou ao poder o Rei Luís Filipe. Berlioz tinha pouca simpatia pelo sistema, mas aproveitou a oportunidade de ganhar os 10 mil francos oferecidos pelo governo.

Inicialmente intitulada “Sinfonia Militar”, a partitura foi composta em apenas 40 dias, segundo afirmou o próprio compositor, que usou partes de outras obras que ainda não tinha acabado.

A estreia foi um estrondoso sucesso. Foi interpretada mais duas vezes em Agosto e tornou-se uma das obras mais populares durante a vida do compositor. Berlioz fez uma revisão à sinfonia em Janeiro de 1842, adicionando uma parte opcional para cordas e um coro final, com um texto de Antony Deschamps. Richard Wagner assistiu a uma interpretação desta nova versão, na Salle Vivienne, no dia 1 de Fevereiro de 1842. No dia 5, disse a Robert Schumann que encontrou passagens, no último andamento da sinfonia de Berlioz, tão “magníficas e sublimes que nunca será possível ultrapassá-las”.


4º andamento “Apoteose”, da Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Berlioz
Coro John Alldis
Coro e Orquestra Sinfónica de Londres
Maestro: Sir Colin Davis

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o homem é o lobo do homem

por Rogério Costa Pereira, em 27.07.13

“Boring damned people. All over the earth. Propagating more boring damned people. What a horror show. The earth swarmed with them.”, Bukowski [imagem photoshopada, wolf-free, do amanhecer na Figueira] 

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publicado às 06:05


Efeito Dominó

por Rogério Costa Pereira, em 27.07.13

A petição contra as touradas está nas 785 assinaturas. Seria importante que, quando o David Caetano fosse na segunda-feira à Câmara Municipal do Fundão entregar a petição, tivéssemos um número mais redondo e anafado, que retratasse melhor a realidade do tamanho do nosso repúdio. Sei que hoje já telefonei para muita gente, mandei mensagens a mais gente ainda. Sei também que grande parte respondeu, assinando a petição. Continuarei a chatear-vos, lamento. Já assinaram? Partilhem! Já partilharam? Partilhem de novo. Esta guerra não é do Fundão, é de País. Bem bonda os estupores que nos atentam diariamente juízo, a bolsa e o pão com os mercados que os pariram e que os engordam. Hoje, alguém dizia algo semelhante a "que se lixem as petições pelos toiros, façam uma contra a pobreza". A minha onda é simples de surfar. Que se lixem os sofás, a minha luta é contra a pobreza de espírito.

Quando a vencermos, acontecerá como na imagem

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publicado às 03:24


Franz Doppler – Flautista e compositor ucraniano

por António Filipe, em 27.07.13
No dia 27 de Julho de 1883, faleceu, em Baden, perto de Viena o flautista e compositor ucraniano Franz Doppler. Tinha nascido a 16 de Outubro de 1821, em Lemberg (hoje Lviv), na Ucrânia.

Foi, principalmente, um virtuoso da flauta e, como compositor, é mais conhecido pela sua música para esse instrumento. Também escreveu uma ópera em alemão e várias em húngaro, todas produzidas com grande sucesso. Ainda compôs música de bailado, que foi muito popular na sua época.
De 1828 a 1831, Doppler teve lições de flauta dadas pelo pai, que era oboísta. Estreou-se como flautista aos 13 anos. Em 1853 fundou, com o seu irmão, a Orquestra Filarmónica Húngara. Entre 1864 e 1867 foi professor de flauta no Conservatório de Viena.


Fantasia Pastoral Húngara, de Franz Doppler
Flauta: Patrick Gallois
Orquestra do Festival de Música de Câmara de Paris

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Contra as Touradas, assinar, assinar!

por Rogério Costa Pereira, em 26.07.13

Trezentas Quatrocentas pessoas já assinaram a Petição (lançada por volta da hora de almoço, pelo David Caetano) contra a Tourada no Fundão [http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=sangriagosto]. O ritmo está óptimo mas há que manter e insistir nas partilhas da petição. Ainda que não dê frutos imediatos ("por questões administrativas"), dará por certo no futuro. O Fundão continuará uma cidade sem touradas. É escusado dizer o óbvio, este assunto não diz só respeito aos Fundanenses, mas a todos os que são pelos Direitos dos Animais e contra esse "espectáculo" medieval e bárbaro que querem agora importar para terras de outras tradições e onde os maus tratos aos animais nunca assentaram praça. Cada assinatura ajudará a extirpar de vez essa barbárie de Portugal. Façamos do Fundão o exemplo de que o Povo não se resigna a aceitar tudo o que lhe põem no prato. E de cidade em cidade, de vila em vila, um dia conseguiremos a Proibição da Tourada em Portugal.

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publicado às 16:53


Petição contra a tourada no Fundão

por Rogério Costa Pereira, em 26.07.13

[via David Caetano; eu já assinei, peço-vos que façam o mesmo]
"Caros amigos, acabei de criar esta petição que pretendo ir entregar pessoalmente ao Sr. Presidente da Câmara do Fundão na próxima Segunda-feira. Sendo assim, é importante reunir o máximo de assinaturas hoje e durante o fim-de-semana e isso só será possível se todos colaborarem:
1 - Assinando a petição (não se esqueçam que têm de confirmar a assinatura clicando no link no e-mail que recebem automaticamente ao assinarem)
2 - Divulgar esta petição pelos vossos amigos/familiares/contactos

Link:http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=sangriagosto
O Fundão e as suas tradições não merecem ser manchados desta forma. Não nos podemos conformar nem baixar os braços. Vamos a isso!"

Clique na imagem para aceder ao evento Boicote ao SangriAgosto 2013!


Exmo Sr Presidente da Câmara Municipal do Fundão, Dr. Paulo Alexandre Bernardo Fernandes: 
Foi recentemente dada a conhecer a realização de uma tourada, a "1ª Grande Corrida de Toiros SangriAgosto", integrada no festival SangriAgosto que, até agora, era uma iniciativa de promoção e revitalização do centro histórico do Fundão. Se este anúncio, foi uma completa surpresa, até porque não foi mencionada esta tourada na apresentação oficial do festival, tendo sido anunciada à posteriori e, aparentemente, à revelia da própria Câmara Municipal do Fundão, é também chocante e decepcionante assistir à entrada do nome da cidade do Fundão na triste lista das cidades onde este triste espectáculo ainda se realiza. 
Perante isto e considerando que: 
1 - As touradas constituem uma prática medieva, bárbara e sangrenta que não se coaduna com a imagem de uma cidade virada para o futuro que o Fundão tem procurado construir; 
2 - As touradas têm vindo a ser proibidas em regiões de tradições taurinas pela consciencialização que se tem tomado da barbárie que lhes está inerente; 
3 - O comum argumento de património cultural que alegadamente está associado às touradas não colhe na cidade do Fundão, a cuja matriz de tradições esta prática é completamente estranha; 
4 - A realização de uma tourada fere de morte o festival SangriAgosto, festival que devia ser de união da população mas que se vê conotado de forma irreversível com um factor socialmente fracturante, que dá todo o um novo e triste significado ao nome "SangriAgosto"; 
5 - A coincidência da realização do Festival Cale com o SangriAgosto, faz com que a imagem do primeiro, da responsabilidade da Câmara Municipal do Fundão, seja também lesada; 
6 - A realização de uma tourada de forma alguma serve o propósito do SangriAgosto de dinamizar o centro histórico do Fundão e estimular o comércio tradicional; 
7 - A realização de uma tourada não se enquadra no contexto das estratégias de promoção do nome e produtos do Concelho do Fundão que têm vindo a ser implementadas pela Câmara Municipal do Fundão, tendo, muito pelo contrário, um efeito nocivo para esse esforço; 
Os signatários desta petição vêm por este meio solicitar a Vossa Exa. que não seja emitida a licença para a realização desta e de futuras touradas, acção que virá ainda a tempo de reconciliar a população com os festivais em causa e, mais importante que qualquer outro factor, virá ainda a tempo de resgatar o nome da cidade de uma conotação lesiva da sua boa imagem, como já está a acontecer, a avaliar pelo número de reacções negativas suscitadas pela simples divulgação do evento."

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publicado às 14:06


L'infedeltà delusa, de Haydn

por António Filipe, em 26.07.13
No dia 26 de Julho de 1773, realizou-se, em Eszterhazy, na Hungria, a estreia da ópera “L'infedeltà delusa”, do compositor austríaco Franz Joseph Haydn.

Esta ópera, com libreto italiano de Marco Coltellini, é a mais antiga das principais obras para palco, de Haydn. A estreia realizou-se em honra da Princesa Eszterhazy, irmã do Príncipe Nikolaus Eszterhazy, para quem o compositor trabalhava, como foi escrito na dedicatória do libreto impresso. Contudo, uma segunda impressão do libreto, desta vez com uma nova dedicatória, revela que a ópera foi, novamente, encenada, em honra da Imperatriz Maria Teresa, que, de vez em quando, se deslocava a Eszterhaza para ouvir óperas, no dia 1 de Setembro de 1773 e no dia 1 de Julho do ano seguinte.
Não existem registos desta ópera ter sido encenada outra vez durante a vida de Haydn. De facto, nunca mais foi ouvida, na sua forma original, até à década de 1950, quando foi produzida para a Rádio Húngara e, depois, encenada em Budapeste. Ironicamente, a disponibilidade de modernas edições e a alta qualidade das gravações fez de “L'infedeltà delusa” uma das mais familiares e mais encenadas comédias de Haydn. Incluindo produções em Inglaterra, França, Suécia, Alemanha e Estados Unidos.


Abertura da ópera “L'infedetà delusa”, de Haydn
Ensemble Musica Rara
Maestro: Arnold Bosman

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publicado às 00:01


Fundão: terra de cerejas ou de touros? [pensamentos à solta]

por Rogério Costa Pereira, em 25.07.13
  • A Câmara Municipal do Fundão tem duas alternativas. Ou quer manter o Fundão como "a terra da cereja" ou opta por se decidir pelo "Fundão, terra das touradas e as cerejas que se lixem".
  • É muito aborrecido acontecer isto da tourada no Fundão à beira das eleições. A maçada que é virem as televisões dar nota dos protestos... Uma maçada, mesmo. E o mercado da cereja que fica logo ali ao lado... Que chatice!
  • É muito aborrecido acontecer isto da tourada no Fundão à beira das eleições. A maçada que são os protestos, o incómodo que é vir gente de fora não para comprar cerejas; o pessoal da Animal e de todos quantos a seguem. Uma maçada, mesmo...
  • Está tudo nas tuas mãos, Paulo Fernandes. Tudo nas tuas mãos. 

"Sangue em Agosto": uma tourada no Fundão...

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publicado às 21:05


"Sangue no Fundão" [Resposta do Presidente da CMF]

por Rogério Costa Pereira, em 25.07.13
Segundo resposta que obtive do Presidente da Câmara Municipal do Fundão, Paulo Fernandes, a Câmara Municipal nada tem a ver com a tourada anunciada no Fundão, a qual será iniciativa dum promotor privado que terá falado com a associação comercial. Mais me informou que, na câmara ainda não entrou qualquer pedido de autorização. Sei que já não dou qualquer novidade, mas fica o registo da resposta, a qual também teve resposta. O Fundão não é terra de touradas.

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publicado às 14:19


"Sangue em Agosto": uma tourada no Fundão...

por Rogério Costa Pereira, em 25.07.13

Uma tourada no Fundão! Que me lembre, nunca tal coisa aconteceu por estas terras (e ainda que sim). Poderá haver tourada no Fundão, não me vou meter lá no meio da praça improvisada (isso é certo), mas raios me partam se só os touros farão de touros. Contem com mais gente cá fora do que lá dentro. E isto não é uma promessa, é uma ameaça. Acabei de mandar uma mensagem ao Presidente da Câmara, e de falta de aviso ele não se poderá queixar. Aqui a transformo em mensagem aberta: "Uma tourada no Fundao, Paulo [Fernandes]? Se a Câmara apoiar essa coisa podes contar com outra "tourada" no Fundão. Mas, apesar de mo terem afiançado, eu não acredito que embarques nisso.Estou a aguardar a resposta!

No entretanto, sejam ou não Fundão, e porque a questão não se resume a isso, aqui fica o link do Boicote ao SangriAgosto 2013! A iniciatiava é  do David Caetano, a quem agradeço o alerta e o facto de ter começado a dar a cara contra esta loucura. E assim uma Sangria [bebida] em Agosto vira, como bem anotou o David, "Sangue em Agosto".

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publicado às 01:11


Para grandes males…

por Luís Grave Rodrigues, em 25.07.13

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publicado às 00:30


Alfredo Casella – Compositor e maestro italiano

por António Filipe, em 25.07.13
No dia 25 de Julho de 1883, nasceu, em Turim, o compositor e maestro italiano Alfredo Casella.

A sua família esteve sempre ligada à música: o seu avô paterno foi amigo de Paganini e foi primeiro violoncelista do Teatro de São Carlos, em Lisboa e solista no Royal Chapel, em Turim. O pai e os 2 irmãos também foram violoncelistas profissionais. A mãe era pianista e deu-lhe as primeiras lições de música.
Casella ingressou no Conservatório de Paris em 1896 para estudar piano com Louis Diémer e composição com Gabriel Fauré. Durante esse período em Paris, conheceu Debussy, Stravinsky e Falla e manteve contacto com Busoni, Mahler e Richard Strauss.
Casella desenvolveu uma profunda admiração por Debussy após ouvir uma obra sua, em 1898, mas, mesmo assim, seguiu uma linha mais romântica, ao estilo de Strauss e Mahler. A sua primeira sinfonia foi composta em 1905 e estreou-se como maestro dirigindo a sua estreia em Monte Carlo, em 1908. De 1927 até 1929 Casella foi o maestro principal da Orquestra Pops de Boston, sendo sucedido por Arthur Fiedler.
Quando voltou a Itália, durante a 1ª Guerra Mundial, Alfredo Casella começou a ensinar piano na Academia Nacional de Santa Cecília, em Roma. Foi um dos pianistas italianos mais conhecidos da sua geração e, em 1930, fundou o Trio Italiano, que foi muito aclamado na Europa e na América.
Faleceu, em Roma, no dia 5 de Março de 1947.


Paganiniana op.65, de Alfredo Casella
Orquestra de Filadélfia
Maestro: Eugene Ormandy

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publicado às 00:01

"Três pequenos detalhes comuns a Rui Machete e a Franquelim Alves: 1) Foram ambos altos quadros do grupo BPN no tempo das práticas de administração ruinosa; 2) São hoje ambos membros do Governo; 3) Nas notas biográficas de cada um deles distribuídas à comunicação social pelo Gabinete do Primeiro Ministro a passagem de ambos pelo BPN foi omitida..." [José Manuel Pureza]

Isto tresanda a gozo e, francamente, nem consigo escrever muito sobre esta coisa. Ia fazer uma nota sobre a nova bandeira destes diabos e calhou aparecer-me o Pureza a dizer algo semelhante ao que eu iria escrever, o que me poupou uma série de linhas. No dia 10 deste mês, dia da pantominice do pantomineiro-mor, escrevi (entre outras coisas e ainda sem ter percebido bem o que se estava a passar): O PS, ao não aceitar esta ignomínia [se aceitar, morre!, de vez e de morte matada], “obriga” o Cavaco a escolher a solução de governo proposta pela dupla PSD-PP (...) Não alinho na ideia de que isto foi uma moção de censura do Cavaco à proposta do PSD e do PP. A ideia de reproduzir as minhas palavras (coisa algo pateta, diga-se) não é dizer que li bem nas entranhas da cagarra anilhada, mesmo porque a verdade é que também me enganei p'ra caraças noutras coisas que fui dizendo entretanto (e ainda que não); a cena é mesmo dizer o óbvio. Esta vilanagem que nos mata já há muito perdeu a vergonha e nem se dá ao trabalho de disfarçar.

Em suma: desde o dia 1 desta "crise" que este era o final em guião. Mercado sobe, mercado desce. E o POVO fornece e o POVO fenece. O mesmo povo que nesta merda vota e que esta merda merece. Sei que se fosse chamado às urnas o povo enfiava-se nelas e votava em mais do mesmo, ainda que lhes mudasse a cor. Ainda assim, não desisto, que o POVO um dia vai ganhar vergonha na cara e fazer por arrancar as vergonhas a estes biltres. Refiro-me às vergonhas de que falava Pero Vaz de Caminha, aquando do achamento do Brasil. "Eram pardos, todos nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas.".

E eu estou para lá da paciência... Não vou ficar sentado à espera do povo mas também não tenciono sujar-me na imundice. O que vou fazer, então? Não faço puto de ideia (mentira), mas já não é mau saber o que não vou fazer. 

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Ruggiero Ricci – Professor e violinista americano

por António Filipe, em 24.07.13
No dia 24 de Julho de 1918, nasceu, em San Bruno, na Califórnia, o violinista americano Ruggiero Ricci.

Filho de emigrantes italianos, foi um violinista virtuoso e tornou-se célebre pelas suas interpretações de Paganini. O seu primeiro professor foi o pai, mas, aos sete anos, foi aluno de Louis Persinger, que, mais tarde, o acompanharia ao piano em muitos recitais e gravações. Ricci deu o seu primeiro recital com 10 anos, em San Francisco, onde interpretou obras de Wieniawski e Vieuxtemps. Aos 11 anos, em Nova Iorque, interpretou, com orquestra, o Concerto para violino de Mendelsshon e, pouco depois, teve a sua estreia no Carnegie Hall, onde obteve enorme sucesso. Foi considerado menino-prodígio.
Em 1947, Ruggiero Ricci foi o primeiro violonista a gravar os 24 Caprichos, op. 1, de Paganini. Além de ter dado mais de 6000 concertos, em 65 países, durante a sua carreira de 70 anos, Ricci também fez mais de 500 gravações, para todas as principais etiquetas. Também era brilhante como professor. Ensinou violino nas Universidades de Indiana e Michigan e na Juilliard School, em Nova Iorque. Na Áustria, foi professor na Universidade Mozarteum, em Salzburgo.
Ruggiero Ricci faleceu em Palm Springs, na Califórnia, devido a problemas de coração, no dia 6 de Agosto de 2012. Tinha 94 anos.


Capricho nº 24, de Paganini
Violino: Ruggiero Ricci

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Domenico Scarlatti – Compositor italiano

por António Filipe, em 23.07.13
No dia 23 de Julho de 1757, morreu, em Madrid, o compositor italiano Domenico Scarlatti. Tinha nascido em Nápoles a 26 de Outubro de 1685, o mesmo ano em que nasceram Bach e Haendel.

Filho do também compositor Alessandro Scarlatti, que de resto foi o seu primeiro professor de música, foi Maestro di Capella da rainha da Polónia (para quem compôs várias óperas) e teve a sua vida muito ligada a Portugal e a Espanha.
Scarlatti, que José Saramago fez personagem do seu “Memorial do Convento”, veio para a corte portuguesa em 1720 e foi encarregado de ensinar a filha mais velha do rei D. João V, Maria Bárbara. Partiu nove anos depois para Espanha, acompanhando a princesa que foi casar com o herdeiro da coroa espanhola – e passou o resto da vida em Madrid.
Em Espanha compôs algumas das suas principais obras. As suas sonatas testemunham a extraordinária capacidade de composição e de execução que fizeram dele um dos mais virtuosos cravistas do chamado barroco tardio e uma das maiores influências do classicismo. A técnica de cruzar as mãos no teclado abriu portas decisivas no domínio da interpretação dos instrumentos de tecla.
Em 1709 propuseram a Scarlatti uma competição com Haendel – e o virtuosismo era de tal modo característica de ambos que o concurso terminou com um empate. Virtuosismo que levou um ouvinte de Scarlatti em concerto afirmar que dentro do cravo se encontravam mil diabos, tal era a chama que saía daquele génio.


Sonata K. 141, de Domenico Scarlatti
Piano: Martha Argerich

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Arrest the Dukes (pela Salvação Nacional)

por rui david, em 22.07.13

Ainda não percebi tanta inquietação, em tantos sectores, insuspeitos alguns, até, pela aparente "interrupção" do processo político.
É que o culpado disto tudo é o Seguro. E o PS.
Parece-me que este é um dado polítíco insofismável que será sem dúvida realçado na maioria dos comentários políticos que durante a próxima semana nos darão uma visão abalizada da problemática da recente crise política (provocada pelo PS) que se viveu no País nos últimos vinte dias e cujo espectro foi finalmente afastado graças à sereníssima serenidade do Sr. Presidente da República e à coesão inabalável e irrevogável dedicação à Salvação Nacional, dos partidos da maioria.
A Esquerda (a verdadeira, a que não pactua, a que até se junta ao CDS e ao PSD, se necessário, sempre que os superiores interesses do povo, que fielmente interpreta, o exijam, para chumbar orçamentos, por definição, de direita, do PS na Câmara de Lisboa) sabe que Seguro é um crápula que não aproveitou para esfaquear o Cavaco quando se apanhou sózinho na sala com ele, tal como o Mestre de Avis fez ao cavaquista Conde de Andeiro, desperdiçando como direitista que é, uma oportunidade de ouro de instaurar a almejada Democracia Popular. Ou então deveria ter apertado o pescoço ao Passos enquanto dava um pontapé nos tomates ao Portas e com a terceira mão puxava os cabelos ao Cavaco, forçando a realização de eleições antecipadas, mas já. Pelo contrário, o idiota apenas exigiu eleições antecipadas já e sem condições, e nem sequer aceitou eleições antecipadas já, em Junho do próximo ano.
A Direita sabe que o Seguro é um cobarde pouco firme politicamente que cedeu às ameaças dos seus colegas de Partido pouco propensos à "Salvação Nacional" que ameaçavam partir o Partido ao meio, ignorando que é do interesse nacional (por definição acima dos partidos) que o PS se desintegre desde que mantenha uma direcção fantoche disposta a todos os acordos de interesse nacional que lhe sejam impostos pelos outros... partidos, os que interpretam, tal como o Sr. Presidente da República, o interesse nacional. Tal como se tem visto.
E, pior fraqueza política, não cedeu às pressões da Direita para que com ela constituisse a maioria necessária na Assembleia para jogar à bola com a Constituição de forma a instaurar no País todos os ajustamentos de Salvação Nacional que a Direita ache por bem fazer.
Um oportunista que queria eleições antecipadas a todo o custo apenas para ir para o poder para fazer a mesma coisa que os que lá estão e porque não tem qualquer alternativa, e que recusou, por oportunismo e irrealismo, a vitória de mão beijada (de que careceria sempre o mérito) oferecida pela brilhante iniciativa do Sr. Presidente, que consistiria na realização de eleições antecipadas ali já em Junho do próximo ano, a que poderia concorrer - e quiçá, ganhar- com um programa estabelecido pelo Sr. Presidente (só nas suas linhas gerais, é claro).
Até os observadores imparciais (desde que sejam imparciais de um lote alargado de partidos excluindo o PS) não deixarão de notar a irresponsabilidade de Seguro e do PS. 
Queria eleições antecipadas a todo o custo e recusou-as por princípios, sem qualquer consideração pelos que o criticavam por querer eleições antecipadas que uma vez gorada a possibilidade de o criticarem por aceitar tudo em nome de eleições antecipadas, se vêem agora obrigados à cambalhota de ter de o criticar por as não ter aceite.
Tudo isto faz sentido. Até porque, como muito bem explicou o presciente Henrique Monteiro (fez um triste post inteiro com isto), a "coerência" é só para os idiotas.

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publicado às 17:09


Obrigado (bis)

por rui david, em 22.07.13

De uma escola de jornalismo aparentemente em vias de extinção porque parece fraquejar no campo da criação de "bens transaccionáveis", "irrealista" e  diferente do "atento venerador e obrigado" em relação aos empresários na mó de cima que pauta os Joões Vieira Pereiras desta vida, Rui Cardoso Martins faz na página 33 da Revista do Público deste fim de semana, e a propósito dos recentes desenvolvimentos do caso BPN/BIC, uma avaliação mais nuanceada de Luís Mira Amaral, um empresário "de mangas arregaçadas" que, curiosamente, escreve habitualmente no mesmo caderno do Expresso que o João Vieira Pereira. É a tal "promiscuidade"... mas aqui não tem mal, certo?

O artigo chama-se:

 

"

MIGA C/ BIFE DO LOMBO AMAGAL

ALTA CLASSE MÉDIA MAS BAIXA

 

Há no Universo um português capaz de sobreviver a qualquer insolvência financeira de um país, à irrevogável implosão do sistema político, à explosão da bomba atómica. Mais do que sobreviver, irá crescer e multiplicar (o seu) dinheiro. Quando a própria barata for extinta por lixos tóxicos, teremos a menos barata figura de Mira Amaral para contar o Apocalipse.

Luís Fernando de Mira Amaral (Amadora ou arredores, 4 de Dezembro de 1945, quatro meses depois de Hiroxima e Nagasáqui) é uma forma de vida com características adaptativas que nunca se viram na Evolução (morrer, aliás, é uma maneira simples de dizer que se acabou a margem de lucro).

Segundo registos escondidos nas montanhas da Suíça, do Utah e no planalto de Luanda, mas também escancarados na Internet porque ele adora perdigotar entrevistas, é um caso único: foi delegado sindical e ministro; é representante da classe média e banqueiro internacional; é, finalmente, um espoliado pelo fisco e reformado que recebe 18 mil euros de pensão por ter passado umas semanas na administração da Caixa Geral dos Depósitos — dos quais, aliás, se queixa.

O grande Mira tem a marca dos cruzamentos genético-sociais de sucesso. Porquê? Porque pensa nos objectivos como um sindicalista, age sem escrúpulos como um banqueiro e fala como se estivesse numa tasca. Anda por aí “encantado da vida” (voltaremos a isto) até que o vêm aborrecer com peditórios e negócios que só dão, inexplicavelmente, milhões caídos do céu.

Uma das frases mais célebres, em entrevista à TVI, Outubro de 2012 (as datas são importantes, é no tempo que a espécie evolui):

“O país está muito aflito, o único sítio para taxar era na classe média. Portanto, eu próprio não gosto, sou vítima disso, sou classe média, não sou rico, mas tenho de compreender que não há outra alternativa.”

Em Julho de 2013 (esta é fresca), Amaral justificava à Lusa que o Estado português, isto é, nós (o que, segundo ele, é ele também!), vai pagar ao seu banco não os 22 milhões de “indemnizações judiciais” que já recebeu, nem 100 milhões como depois se falou, mas talvez 816 MILHÕES (notícia do PÚBLICO). Depois de comprar a estrutura toda do BPN por apenas 40 milhões: “O acordo de compra e venda do Banco Português de Negócios, entre o BIC e o Estado, prevê que todos os eventos ocorridos antes da privatização do BPN são da responsabili- dade do Estado e não do BIC.”

Isto é uma ficção, não é para acreditar.

Ex-ministro da Indústria, insigne representante da Escola Cavaquista, “ou da Escola da Marreca, como se dizia no meu tempo” — explicava um ta- xista a caminho do Casino —, Mira Amaral só man- tém total respeito pelo anilhador de alcagarras das Desertas por vocação, e que se fez Presidente da República para ganhar a vida. Cavaco Silva “não foi eleito para ser paizinho” do PSD e CDS. Sobre os filhinhos, lembre-se o que disse na comissão de inquérito da Assembleia da República, há um ano, sobre a compra do BPN: “Julgava eu, encantado da vida, que não havia negócio para a compra do BPN, que ia para outra”... começou o banqueiro, e nós resumimos., mas depois o primeiro-ministro Passos Coelho telefonou-lhe e disse: “Oh Mira Amaral, eu como primeiro-ministro tenho o dever de tudo fazer para salvar...”, mas o Mira disse-lhe que não ia lá “só com simpatia”, depois a secretária de Estado Maria Luís Albuquerque “não abriu a boca” numa reunião, mas ligaram para Luanda para o presidente do BIC “que estava ‘briefado’ por mim” e étcétera e tal, e o Amaral usou a sua “experiência como delegado sindical” e disse aos sindicatos “meus amigos” e coiso, e pô-los na ordem. E passou “duas semanas descansado de férias no Algarve”, mas afinal o Governo falhou e foram semanas “a partir pedra”, até que ele disse “não tenho mais paciência para este filme, acabou” e “por mim fechei a loja”.

Mas a loja não fechou, e continuou a vender-nos muito caro (a caminho dos cinco mil milhões de lour€iros). A propósito de loja, Mira Amaral é maçon, só novidades para Vs. Exas.

Academicamente, é licenciado em Engenharia Electrotécnica pelo Instituto Superior Técnico. Na prática, é doutorado honoris causa em Engenharia Financeira, com estágio na Academia BPN. É mestre em Economia da Universidade Nova de Lisboa, com a tese O Consumo de Energia no Sector Automóvel em Portugal. Mas prepara a dissertação: O Consumo de Activos Tóxicos no Sector Bancário do PSD-PS Faz Andar os Automóveis e Beneficia a Saúde. Em conversa com a sua consciência, que a tem, que a tem, ah pois tem, às vezes responde sozinho às suas frases mais bonitas.

“A melhor opção para os portugueses competentes é emigrar.”

— Não, a melhor opção para os portugueses incompetentes é negociar com um primeiro-ministro incompetente.

“O reequilíbrio das contas públicas é um equilíbrio manhoso, sem estabilidade, a meu ver.”

— Mas o reequilíbrio das contas do BPN-BIC é um equilíbrio manhoso, com rentabilidade, a meu ver.

“Todos os dias aparecem novos eventos que caem em cima do BIC.”

— E todos os dias aparecem novos branqueamentos que caem em cima do mexilhão.

Agora até nós, que estávamos encantados da vida, ficámos sem paciência para este filme e fechamos a loja, oh Mira Amaral."

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publicado às 16:27

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