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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 



Quer factura?

por Ana Bento, em 31.07.12

Quer factura... a máquina está avariada.

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publicado às 23:12

avestruz.jpg

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publicado às 22:49


Toca a mexer...

por Ariel, em 31.07.12

 

Comemora-se hoje o dia mundial do orgasmo. Segundo reza a wikipedia, " o Dia Mundial do Orgasmo foi informalmente criado na Inglaterra no dia 31/07 por redes de sex shops. Estas realizaram pesquisas que revelaram que 80% das mulheres inglesas não atingem o clímax em suas relações. Em termos de insatisfação sexual, os brasileiros não ficam longe. Um estudo conduzido pelo Projeto de Sexualidade da USP (ProSex) detectou que 50% das brasileiras têm problemas relacionados à falta de orgasmo.

 

Com estes índices, percebe-se melhor o resultado de estudos que davam conta de que a actividade sexual dos portugueses estaria no top da "produção europeia",  assegurando por esta via uma valiosa vocação exportadora de zézés camarinhas...

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publicado às 16:55


Ilusões à venda

por Francisco Clamote, em 31.07.12

De há uns tempos para cá o ministro Álvaro tem vivido obcecado com a exploração mineira e com os contratos relativos às respectivas concessões. Por seu lado, a comunicação social não se tem poupado a esforços para nos dar conta de tão intensa actividade ministerial. Quando não é o ferro de Moncorvo, é o ouro de Jales e do Alentejo, o cobre de Aljustrel, o estanho e o volfrâmio sei lá donde. 

O contrato de concessão para exploração do ferro de Moncorvo já passou à história, mas, mesmo admitindo que os restantes venham a ser concretizados, já alguém com mais cabeça deveria ter lembrado ao Álvaro que Portugal não é o "Eldorado" e que essa receita já está ultrapassada como forma de alcançar o desenvolvimento dum país. O "ouro", nos dias de hoje está nas energias renováveis, nas novas tecnologias, na ciência e na inovação.

É um facto que aposta nesses sectores era a política do anterior Governo e, só por sê-lo, o governo actual está impedido de  prosseguir por essa via, não só devido à estreiteza de vistas de Passos/Coelho, mas sobretudo, porque tal significaria a ratificação da política do Governo do "malvado" Sócrates e lá teria que ir por água abaixo a campanha do ódio que estes (des)governantes não se cansam de alimentar.

Ainda assim, o Álvaro bem pode poupar-nos ao espectáculo deprimente de andar a exibir como grande feito o que mais não é que fogo de artifício. No século XIX, estou certo que uma tal exibição merecia fortes aplausos. Actualmente é um espectáculo banal que não suscita grandes entusiasmos e, quando é falso, como no caso, até pode causar repulsa.

(Imagem daqui)

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publicado às 16:21


Terreiro do Passos (6)

por António Leal Salvado, em 31.07.12

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publicado às 16:00


Expurgo

por Ana Bento, em 31.07.12

"A corrupção de um é a geração de outro."
Ei-los que até foram eleitos...

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publicado às 15:42


"Deprimencias" estivais

por Ariel, em 31.07.12


Palavras para quê? é um artista português...


(video divulgado no facebook)

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publicado às 09:02


Citações

por Luís Grave Rodrigues, em 31.07.12

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publicado às 00:51


Democracia e Educação

por Ana Bento, em 31.07.12

A Educação encontra-se ligada à vida de Noam Chomsky como professor e como crítico social: como linguista, Chomsky interessa-se sobretudo pelos processos de aquisição de linguagem nas crianças; como activista político, Chomsky interessa-se pelo sistema educativo como um vector fundamental nas transformações sociais. Democracia e Educação reúne as impressões de Chomsky sobre estes temas. Educado numa escola progressista onde o seu pai era director, Chomsky desenvolve uma filosofia da educação, preocupada em educar cidadãos responsáveis e não domesticar crianças. O objectivo da educação, como sustenta Chomsky, é produzir seres humanos livres cujos valores não são a acumulação e a dominação, mas a livre associação igualitária.Democracia e Educação,ideias-chave que tornaram Chomsky num homem credenciado.

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publicado às 00:11


Franz Liszt - O supra-sumo do piano

por António Filipe, em 31.07.12

No dia 31 de Julho de 1886 morreu, em Bayreuth, na Alemanha, o compositor húngaro Franz Liszt. Tinha nascido a 22 de Outubro de 1811, em Haiding, na Hungria.
O seu talento precoce ao piano surpreendeu a nobreza local.
Começou jovem a deslumbrar todos, incluindo Beethoven e Schubert. Destroçou corações de senhoras nobres, que por ele abandonaram os maridos. Conta-se que durante uma recepção num palácio, o chapéu de Liszt caiu, rolando pela escada abaixo. Uma princesa russa exclamou: "Senhor, o seu chapéu caiu!". O compositor respondeu: "Não se preocupe! Por causa do seu encanto já perdi a cabeça, de modo que o chapéu não me serve para nada". Assim era Liszt. Amado pelas mulheres e admirado pelos homens.
Viu casar uma sua filha com o prodigioso e controverso Richard Wagner. Ensinou ilustres alunos e ajudou generosamente músicos famosos. Donizetti, Berlioz, Schumann, Wagner e Verdi são apenas os mais conhecidos nomes de grandes músicos que Liszt ensinou, ou apoiou, ou influenciou. Aluno muito encorajado e elogiado por ele foi também Vianna da Motta, nome dos maiores da História da Música em Portugal.
Mas a História recorda Liszt, acima de tudo, como virtuoso pianista e genial compositor. Ele fez com o piano o que Paganini tinha feito com o violino: levou a execução do instrumento ao extremo do virtuosismo e compôs peças e obras pianísticas que continuam a ser as de mais difícil execução.
Ao tentar entrar para o conservatório de Paris, foi impedido pelo director "por ser estrangeiro". O director era o italiano Luigi Cherubini. Não desistiu e começou a estudar com professores particulares. Festejado como virtuoso, foi para Viena, para aperfeiçoar os seus conhecimentos. Mais tarde, mudou-se para Paris, onde o seu talento sobressai. Entre os seus amigos encontramos Chopin, Berlioz, Schumann, Victor Hugo, Lamartine e outros grandes nomes do movimento Romântico, do qual Liszt é um dos expoentes máximos. Em 1842 vai para Weimar, assumindo o cargo de mestre-capela. Graças a ele, Weimar destaca-se como centro de peregrinação musical. Inúmeros compositores vão até lá, sequiosos de conhecer o famoso pianista húngaro.
Em 1861, Liszt deixa a corte de Weimar, partindo para Roma, com a intenção explícita de se tornar padre. Recebe as ordens menores em 1865, mas não chega a ser ordenado.


Liebestraum nº 3, de Liszt
Piano: Lang Lang

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publicado às 00:01

SEVERI_violencia+domestica+72+dpi.jpg [por M. Severi]

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publicado às 21:55


Terreiro do Passos (5)

por António Leal Salvado, em 30.07.12

* Espaço e projeto comuns aos Ministério da Cultura, Ministério da Qualidade de Vida, Ministério da Solidariedade e Ministério do Progresso, no XIX Governo Constitucional

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publicado às 20:00


Demoquê?

por Rogério Costa Pereira, em 30.07.12

por Ricardo Coimbra

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publicado às 17:44


Em nome de Deus...

por Ariel, em 30.07.12

Decorre o ano da graça de 2012, em Crystal Springs no Mississipi, um pastor de uma igreja Batista recusou realizar o casamento de um casal por serem negros. Segundo reza a crónica, a First Baptist Church de Crystal Springs criada em 1883 nunca realizou casamentos de negros, e não era agora que ía começar. Alguns fieis ameaçaram substituir o pastor caso este realizasse a cerimónia, e este pelos vistos ficou-se.

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publicado às 11:13


O Deserto

por Licínio Nunes, em 30.07.12
Pois eu tornei-me a Morte, o Destruidor dos Mundos

Vi estas imagens pela primeira vez, miúdo ainda, sem compreender nem os factos relatados nem as suas implicações. Tenho a certeza que o que me marcou foi a determinação daquele homem. Julius Oppenheimer não está a praticar um acto de confissão, não está a fazer uma auto-critica; não se purga das suas culpas, fala para que não se repita.

Muitos anos depois, tive oportunidade de assistir às comemorações do 6 de Agosto no segundo "Ground Zero" da História. Mas Oppenheimer fala-nos do primeiro de todos, quase farsa ante o que veio depois, e é esse depois que nós vemos na sua face torturada e que ouvimos nas suas palavras.

Pensem nas crianças, mudas, telepáticas

Ante o depois, a emoção — mas também a determinação — de Julius Oppenheimer quase poderiam parecer uma farsa. Acontece apenas que ele não se confessa, não se auto-critica; diz apenas nunca mais.

Pensem nas meninas, cegas, inexatas

Isto mostra-nos como as repetições da História podem até violar a sequência temporal de que Marx falou, continuando a verificar o essencial, ou seja, o carácter dos seus protagonistas.

Pensem nas mulheres, rotas alteradas

Vivemos tempos de farsa. Nós, portugueses, somos confrontados com ela quase todos os dias, mas devo dizer que só consegui compreender sua génese quando me recordei daquelas imagens. Vejamos, a nossa Trindade Cósmica é ridícula, o nosso seráfico Brama só consegue manter a dignidade requerida enquanto não quebra o silêncio. Por mais bramânico que se queira fazer aparecer, o nosso Silva torna-se sempre banal quando fala da vidinha; da sua e dos seus, claro. Que outras poderiam ter relevância para serem mencionadas?

Pensem nas feridas como rosas cálidas

O nosso Shiva de Massamá é fraco. Quer que se lixe; não destrói no brilho de mil sóis; corrói apenas. É apenas mais lento; não menos destrutivo, apenas mais vagaroso. O nosso Shiva é um apenas. Está bem acompanhado, é preciso dizê-lo.

Mas oh não se esqueçam da rosa, da rosa

Se o Shiva que nos tocou em sorte é apenas um apenas, o nosso in-Seguro Vishnu é uma alforreca: não harmoniza, amolece. Como todos os deuses criados pelo Homem, visa a criação duma realidade à imagem dos seus próprios criadores, tão gelatinosa como ele próprio. E contudo, a nossa, inimitável, portuguesíssima, Trindade Cósmica, mais não faz do que revelar a sua incomplitude essencial. Tal como "Os Três Mosqueteiros", a nossa Trindade tem quatro elementos. Nunca ficaria completa sem o Relvas.

Da rosa de Hiroxima, a rosa hereditária

Convenhamos que seria de esperar. Todas as troikas são sexualmente ambíguas, todos os triunviratos se desfazem; todas as trindades mais não fazem do que revelar o outro, o gascão, o princípio activo. Juro que não quero saber se é possível obter uma licenciatura com quatro exames, ou com quantos créditos se faz um canudo de circunstância. O Relvas tinha que ser dê-érre-ponto, ponto.

A rosa radiotavia, estúpida, inválida

O que eu precisei que o anti-Relvas Oppenheimer me mostrasse, foi a resposta a um paradoxo bárbaro e revoltante: como é possível que alguém seja licenciado numa licenciatura que ainda não existia à data em que ocorreu?. E no entanto, a resposta é simples: o Relvas não é uma farsa; o Relvas é a farsa.

A rosa com cirrose, a anti-rosa atômica

O Relvas é, a um tempo, o espaço em que os outros três se movem e o criador desse mesmo espaço. O Relvas é o Deserto. Não um "deserto de ideias", não um "deserto de competências", não um "deserto de méritos": o Deserto, que tudo faz à sua imagem. Nem a rosa de Hiroxima cresce no deserto, onde até os escorpiões sofrem de paranóia suicida. A trindade suprema é o monumento à sua obra; até que a sua obra dispense o monumento que sobre ele se ergue.

Sem cor, sem perfume, sem rosa, sem nada— Vinicius de Moraes

Um dia, se o próprio Tempo for capaz de resistir à voragem do deserto da farsa que tudo engole, perguntar-nos-emos como foi possível insultarmo-nos ao ponto de nos fazermos governar por esta trindade quártica e completa; talvez apenas os nossos filhos o venham a fazer. Espero que corem da vergonha que não temos.

Pois eu tornei-me o Deserto, o criador de mim mesmo

E a farsa fez-se.

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publicado às 02:43

"En definitiva, sí hay alternativas a este desastre económico. La crisis hay que pagarla porque el ajuste capitalista lo exige, pero la cuestión política está en quién lo paga. Ahí es donde entra la política y el enfoque de clases sociales. Las alternativas no son gratis pero son las que nos pueden permitir escapar del abismo al que inevitablemente nos conducen la troika y sus vasallos." [Kaos en la Red, por Alberto Garzón Espinosa]

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publicado às 00:28

Pedagogía Para La Bestia

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publicado às 00:09


Sinfonia nº 3 “A Escocesa”, de Mendelssohn

por António Filipe, em 30.07.12

No dia 30 de Julho de 1829 Mendelssohn começou a compor a sua Sinfonia nº 3, que também foi por ele designada e ficou a ser conhecida como “A Escocesa”.
A Sinfonia nº 3, em lá menor, op. 56, conhecida como “Sinfonia Escocesa” começou a ser composta durante a primeira viagem de Mendelssohn à Grã-Bretanha. Esta sinfonia, com 4 andamentos, foi dedicada à rainha Vitória I do Reino Unido. Apesar do título, é discutível que alguma das melodias desta obra derive do folclore escocês. Mendelssohn era inimigo das denominadas "músicas nacionais" e só no scherzo podem ser encontradas reminiscências dos ritmos típicos das canções escocesas.
A primeira das 9 visitas que o compositor fez às Ilhas Britânicas começou em Abril de 1829. Foi incentivado pelo seu professor de composição a abandonar a provinciana Berlim e a ver o mundo. O seu pai concordou e Mendelssohn partiu para Londres. De início a capital britânica foi desconcertante. “É pavorosa! É louca! Estou atordoado e confuso! Londres é o monstro mais grandioso e complicado que o mundo tem para oferecer.”
Mas depressa se habituou a Londres. A sua música foi calorosamente tocada e recebida. Uma interpretação da sua primeira sinfonia transformou-o em favorito do público britânico e, a partir daí, considerou a Inglaterra a sua segunda pátria. No Verão, Mendelssohn foi de férias à Escócia. Primeiro foi a Edimburgo, onde visitou as ruínas da capela onde a rainha Maria Stuart tinha sido coroada. Foi aí que Mendelssohn teve a ideia de gravar, numa sinfonia, as suas impressões sobre a Escócia. Escreveu os primeiros 16 compassos da introdução, que contém o material melódico principal do primeiro andamento.
O compositor estava encantado com a Escócia. Visitou Glasgow, Perth, Inverness e conheceu Sir Walter Scott, do qual tinha lido a totalidade das obras. A Sinfonia Escocesa só foi concluída em Janeiro 1842, não tendo sido publicada em partitura completa até ao ano seguinte. Foi estreada no dia 3 de Março de 1842, com o próprio compositor dirigindo a Orquestra de Gewandhaus de Leipzig.


Excerto da Sinfonia nº 3 “A Escocesa”, de Mendelssohn
Orchestra of the Age of Enlightenment
Maestro: Sir Roger Norrington

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publicado às 00:01

letra )

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publicado às 23:33


ass:

por António Leal Salvado, em 29.07.12

O ritmo a que nos chegam as eliminações dos portugueses faz ainda maior a nossa pena de não termos enviado o farsola e o chico-esperto a olimpíada da governação.


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publicado às 17:30

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