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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 


A manchete de hoje do Público é dada à estampa, neste país às avessas, como uma boa notícia. Eis o prato que nos serve Passos Coelho. Virado para baixo.

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publicado às 21:15


Estado garantia em vez de Estado prestador

por Luis Moreira, em 29.02.12

O Estado gigante a que chegamos, ironicamente, não chega a onde devia. Á Justiça, por exemplo e aos dois milhões de pobres que sempre tivemos.

O Estado devia ser muito mais regulador do que interventor, na economia, por exemplo. Compreendo que se mantenha nas actividades económicas estratégicas ( a Caixa Geral de Depósitos, orientada para as PMEs e para a exportação) mas devia sair dos "jogos de controlo accionista" que só servem para dar cobertura aos grupos privados do regime.

"A diminuição do número de deputados, associada a um sistema de "voto preferencial opcional", e um Estado-garantia em vez de um Estado-prestador são ideias defendidas por Pedro Passos Coelho enquanto recandidato à liderança do PSD."

No que respeita ao papel do Estado, o primeiro-ministro e presidente do PSD afirma ser a favor de "uma opção que repudia o Estado todo-poderoso que tudo pretende resolver, mas que afasta qualquer noção de Estado mínimo".
Quanto às políticas sociais, escreve: "Em especial na saúde e na educação, precisamos de um Estado que garanta o fornecimento de serviços públicos de excelência, num quadro de liberdade de opção pelos cidadãos e de sã complementaridade entre os vários prestadores desses serviços, assegurando-se que nenhum cidadão deixe de aceder a serviços de qualidade por razões económicas. Urge, pois, redesenhar o Estado Social, orientando-o mais na acepção de Estado-garantia do que na dimensão de Estado-prestador".

Um Estado à medida dos outros Estados Europeus,  menos asfixiante, mais no centro da Sociedade que por cima dela!

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publicado às 20:30


Amendoeiras em flor só em Março

por Luis Moreira, em 29.02.12

O frio atrasou a floração da amêndoa no Douro assim dificultando um dos melhores cartazes do Turismo da Região. Só nos vales dos rios, Sabor, Côa e Douro, mais abrigados do frio e do vento, a floração poderá acontecer com duas semanas de temperaturas mais amenas.

O orçamento para as festas da "Amêndoa em flor" é este ano bem mais contido, ronda os dezasseis mil euros, com a excepção do município de Vila Nova de Foz Côa que vai investir 120 mil euros na organização da Festa da Amendoeira e dos Patrimónios da Região do Douro Superior e Vale do Côa. O certame está agendado para 24 de Fevereiro e 11 de Março.

 

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publicado às 19:00

O gigante está entre os dez maiores parceiros nacionais. As exportações portuguesas para a China aumentaram 67,0% em 2011, sendo o mercado onde mais crescemos em termos de exportação. A Argélia foi o segundo mercado que mais cresceu ( 66,8%) seguida do Japão (50%) e Moçambique (44,4%).

Em termos absolutos, Alemanha, Espanha, França e Angola foram os mercados que mais cresceram, mas em percentagem ficaram-se pelos 22%.

Desde 2009 as nossas exportações para a China mais do que duplicaram, atingindo pela primeira vez a fasquia  dos dois milhões de dólares. Em 2009 a China era o 16º mercado de Portugal e em 2000 ocupava o 33º.

 

Para se entrar aqui ( pavilhão da China) demorava-se duas horas, tal era a multidão. O Pavilhão de Portugal todo revestido em cortiça era dos mais visitados,  encontrando-se à venda vários produtos nacionais, desde o vinho a outros produtos alimentares e produtos feitos em cortiça. (EXPO 2004 - Shanghai)

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publicado às 17:30

Porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa diz que o processo acarreta morosidade -  Fim dos feriados religiosos pode ser adiado para 2013.
Enquanto o 5 de Outubro e o 1.º de Dezembro desaparecem do calendário dos feriados, o fim dos feriados religiosos pode ser adiado para 2013 por este Governo, que está de joelhos perante as sotainas, desprezando a laicidade a que é obrigado e traindo o regime – a República –, cuja data emblemática é o 5 de Outubro.
A laicidade é uma conquista republicana que defende a liberdade religiosa e a paz.
Enquanto os judeus ortodoxos se agarram à Tora e à faixa de Gaza, os muçulmanos debitam o Corão e se viram para Meca e os cristãos evangélicos dos EUA ameaçam a laicidade e a teoria evolucionista, os conflitos religiosos e o terrorismo assustam a Europa.
A emancipação do Estado face à religião iniciou-se em 1648, após a guerra dos 30 anos, com a Paz da Vestfália e ampliou-se com as leis de separação dos séc. XIX e XX, sendo paradigmática a lei de 1905, em França, que instituiu a laicidade do Estado.
A libertação social e cultural do controle das instituições e símbolos religiosos foi um processo lento e traumático que se afirmou no séc. XIX e conferiu à modernidade ocidental a sua identidade.
A secularização libertou a sociedade do clericalismo e fez emergir direitos, liberdades e garantias individuais que são apanágio da democracia. A autonomia do Estado garantiu a liberdade religiosa, a tolerância e a paz civil.
Não há religiões eternas nem sociedades seculares perpétuas. As três religiões do livro, ou abraâmicas, facilmente se radicalizam. O proselitismo nasce na cabeça do clero e medra no coração dos crentes.
Os devotos creem na origem divina dos livros sagrados e na verdade literal das páginas vertidas da tradição oral, com a crueza das épocas em que foram impressas.
Os fanáticos recusam a separação da Igreja e do Estado, impõem dogmas à sociedade e perseguem os hereges. Odeiam os crentes das outras religiões, os menos fervorosos da sua e os sectores laicos da sociedade.
Em 1979, a vitória do ayatollah Khomeni, no Irão, deu início a um movimento radical de reislamização que contagiou Estados árabes, largas camadas sociais do Médio Oriente e sectores árabes e não árabes de países democráticos.
Por sua vez o judaísmo, numa atitude simétrica, viu os movimentos ultraortodoxos ganharem dinamismo, influência e armas, empenhando-se numa luta que tanto visa os palestinianos como os sectores laicos.
O termo «fundamentalismo» teve origem no protestantismo evangélico norte-americano do início do séc. XX. Exprimiu o proselitismo, recusa da distinção entre o sagrado e o profano, a difusão do deus apocalíptico, cruel, intolerante e avesso à modernidade, saído da exegese bíblica mais reacionária. Esse radicalismo não parou de expandir-se e já contamina o aparelho de Estado dos EUA.
O catolicismo, desacreditado pela cumplicidade com regimes obsoletos (monarquias absolutas, fascismo, ditaduras várias), debilitou-se na Europa e facilitou a secularização. O autoritarismo e a ortodoxia regressaram com João Paulo II (JP2) e Bento XVI (B16), que enterraram o concílio Vaticano II e recuperaram o Vaticano I e o de Trento.
Os dois últimos pontífices transformaram a Igreja católica num instrumento de luta contra a modernidade, o espírito liberal e a tolerância das modernas democracias. Tem sido particularmente feroz na América latina e autoritária e agressiva nos Estados onde o poder do Vaticano ainda conta, através de movimentos sectários de que Bento XVI foi herdeiro e protetor, ou esteve na sua génese.
A passagem pelo poder de líderes políticos que explicitaram publicamente a sua fé, em países com fortes tradições democráticas (EUA e Reino Unido), foi um estímulo para os clérigos e um perigo para a laicidade do Estado. Por outro lado deram um mau exemplo aos países saídos de velhas ditaduras (Portugal, Espanha, Polónia, Grécia, Croácia), facilmente disponíveis para novas sujeições.
A interferência da religião no Estado deve ser vista, tal como a intromissão militar, a influência tribal ou as oligarquias – uma forma de despotismo que urge erradicar.
A competição religiosa voltou à Europa. As sotainas regressam. Os pregadores do ódio sobem aos púlpitos. A guerra religiosa é uma possibilidade a que os Estados laicos têm de negar a oportunidade. Só o aprofundamento da laicidade nos pode valer.
E Portugal vai por mau caminho.

 

Carlos Esperança – Coimbra, 29 de Fevereiro de 2012

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publicado às 16:00


Limpar Portugal 2012

por Luis Moreira, em 29.02.12

Vamos a isto!

A iniciativa à escala global vai envolver acções em 100 países, esperando-se a participação de 300 milhões de pessoas e a recolha de mais de 100 milhões de toneladas de lixo. Em Portugal, o objectivo da iniciativa passa por sensibilizar os cidadãos para a problemática das lixeiras e desperdícios em espaços verdes.

Café Portugal | quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012

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publicado às 14:30


Fundão quer espólio de Eugénio de Andrade

por Luis Moreira, em 29.02.12

Eugénio de Andrade é natural do Concelho do Fundão. A Câmara Municipal disponibilizou-se para acolher o espólio do poeta, antigos manuscritos, obras de arte e outras peças do escritor que por agora estão à guarda do Município do Porto na casa onde o poeta viveu na Rua do Passeio Alegre, 584.

Depois da dissolução da Fundação Eugénio de Andrade, em Setembro, a chave da casa foi entregue à Câmara do Porto, mas no imóvel vive ainda uma família, legatária do poeta.

Os interessados ainda não se entenderam quanto à desocupação do local.

A câmara Fundanense disponibiliza-se para acolher o espólio " em permanência, quer na casa interpretativa, dedicada a Eugénio de Andrade, na sua aldeia natal, Póvoa de Atalaia, quer nos espaços da biblioteca municipal, baptizada com o nome do poeta.

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publicado às 13:00


O verdadeiro artista

por Ariel, em 29.02.12

Ainda não ouvi o Senhor Primeiro Ministro pronunciar-se sobre o novo desvio colossal por ajuste directo, na Madeira.  A unidade partidária oblige?!...  as promessas de mau pagador, também.

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publicado às 11:47


Sem Euro haveria menos carros mas mais emprego

por Luis Moreira, em 29.02.12

A Grécia e também Portugal não estavam preparados para entrar no euro, diz Krugman. Foi um erro, haveria menos carros na rua mas menos pessoas desempregadas.

A impossibilidade de desvalorizar a moeda para ganhar produtividade é uma "prisão terrível" e Portugal não tem opção a não ser um passo ainda mais radical. Sair do Euro!

Se a economia não arrancar já em 2013, tudo irá por água abaixo e aí Portugal terá que dizer não a mais austeridade. A opção de sair do euro é, nesse caso, uma opção bem real, como já é para a Grécia.

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publicado às 11:00

                                                                                                    Auto retrato

Realizado em 1906, só em 1928 Malhoa voltaria a se auto-retratar. Neste olhar introspectivo o artista desenha-se com uma certa altivez, cujo rosto se apresenta escurecido de um dos lados. É notória a despreocupação mimética dos trajes, como em muitos outros retratos, com excepção do laço que acabou por ficar associado à sua imagem.

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publicado às 10:00

A Siemens ajudou a Grécia a ir à falência com contratos ruinosos e chorudas comissões, mas agora vão assinar um pacto que para a Siemens é de "auto purificação" e para a Grécia de " integridade", prometendo enterrar o passado e reiniciar uma relação transparente.

De facto, a Siemens, à semelhança de grandes empresas como a Daimler, a MAN ou a Ferrostal, depois de terem subornado copiosamente, anos a fio, os dirigentes gregos a fim de conseguirem contratos apetecíveis, como foi o caso da modernização da rede telefónica helénica, do sistema de segurança dos JO 2004, ou do envio de submarinos, estão na base do sistema de corrupção que hoje ameaça levar Atenas à falência.

Isto é, juntando a Siemes à Goldman Sachs e sentando-os à mesa com os dirigentes Gregos temos aí grande parte dos culpados da actual situação Grega!

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publicado às 09:00

O pequeno filho-da-puta
é sempre
um pequeno filho-da-puta;
mas não há filho-da-puta,
por pequeno que seja,
que não tenha
a sua própria
grandeza,
diz o pequeno filho-da-puta.

 

no entanto, há
filhos-da-putaque nascem
grandesefilhos-da-puta
que nascem pequenos,
diz o pequeno filho-da-puta.
de resto,
os filhos-da-puta
não se medem aos
palmos,diz ainda
o pequeno filho-da-puta.

o pequeno
filho-da-puta
tem uma pequena
visão das coisas
e mostra em
tudo quanto faz
e diz
que é mesmo
o pequeno
filho-da-puta.

no entanto,
o pequeno filho-da-puta
tem orgulho
em ser
o pequeno filho-da-puta.
todos os grandes
filhos-da-puta
são reproduções em
ponto grande
do pequeno
filho-da-puta,
diz o pequeno filho-da-puta.

dentro do
pequeno filho-da-puta
estão em ideia
todos os grandes filhos-da-puta,
diz o
pequeno filho-da-puta.
tudo o que é mau
para o pequeno
é mau
para o grande filho-da-puta,
diz o pequeno filho-da-puta.

o pequeno filho-da-puta
foi concebido
pelo pequeno senhor
à sua imagem
e semelhança,
diz o pequeno filho-da-puta.

é o pequenofilho-da-puta
que dá ao grande
tudo aquilo de que
ele precisa
para ser o grande filho-da-puta,
diz o
pequeno filho-da-puta.
de resto,
o pequeno filho-da-puta vê
com bons olhos
o engrandecimento
do grande filho-da-puta:
o pequeno filho-da-puta
o pequeno senhor
Sujeito Serviçal
Simples Sobejo
ou seja,
o pequeno filho-da-puta.

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publicado às 08:00

«Uma população aviltada pelo medo, pela aridez mental, pelo ínfimo nível de vida (um recorde da Europa), que não fala desde que há muitos anos deixaste de ouvi-la e que para dar ainda alguns sinais de vida se refugiou nos três FFF: fado, futebol e Fátima.»

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publicado às 00:48


haja quem os entenda

por Francisco Clamote, em 29.02.12
Não sei se é pelo facto de o governo ter andado ultimamente envolvido em negócios com empresas chinesas, certo é, porém,  que alguns governantes, como é o caso dos ministros Álvaro e Gaspar falam uma linguagem que não dá para entender. Eu aposto que é chinês, mas não excluo que seja mandarim. Português é que não é.
No mesmo dia em que o governo anuncia, pela terceira vez em cinco meses, mais uma revisão em baixa das perspectivas para a economia portuguesa, apontando, agora, para uma queda de 3,3% do PIB e para um novo aumento desemprego, com este a atingir 14,5%, este ano, vem o ministro Álvaro dizer que "nós estamos em condições muito melhores do que estávamos quando tomámos posse porque estamos altamente e totalmente* empenhados em conseguir uma consolidação orçamental e uma diminuição da trajetória da dívida". 
Lá que ele esteja empenhado em conseguir "uma consolidação orçamental", não duvido. Que ele e o governo de que faz parte consigam alcançar tal objectivo já não creio. O resto muito menos entendo. E não é por mais nada. Aqueles números é que não dão para sustentar tamanha fé.
Por sua vez, o ministro Gaspar que, mesmo em matéria de linguagem, não gosta de deixar os créditos por mãos alheias, perante os mesmos números, garante que “não há evidência de uma dinâmica de ajustamento perverso ou de um ciclo de contracção vicioso”, afirmação que, bem vistas as coisas, nem ele entende, pois que diz ao mesmo tempo que é necessário manter uma “vigilância constante” para “evitar que essas dinâmicas perversas possam confirmar-se”.
Se ele, que fala em chinês (ou mandarim?), não entende, quanto mais eu.

(*O Álvaro não faz a coisa por menos: "altamente e totalmente". O bold, no entanto, é meu.)

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publicado às 00:20

No dia 29 de Fevereiro de 1792 nasceu, em Pésaro, o compositor italiano Gioachino Rossini, que compôs 39 óperas, assim como diversos trabalhos para música sacra e música de câmara. Recebeu as suas primeiras lições musicais do pai, que tocava trompa e trompete na orquestra local. O pai de Rossini simpatizava com a Revolução Francesa e deu as boas-vindas às tropas de Napoleão quando invadiram o norte da Itália. Isto tornou-se um problema quando os austríacos restauraram o antigo regime, em 1796. O pai de Rossini foi preso e a mãe foi para Bolonha com o filho, onde ganhava a vida como cantora nos diversos teatros da região.
Aos catorze anos, Rossini matriculou-se no liceu musical da cidade e apaixonou-se pelas composições de Haydn e Mozart, mostrando grande admiração pelas óperas de Cimarosa. Estudou violoncelo no Conservatório de Bolonha. Em 1807 é admitido nas aulas de contraponto do padre Stanislao Mattei.
Em 1810 abandonou o conservatório e seguiu para Veneza, onde estreou a sua primeira ópera, “La Cambiale di Matrimonio”. A visão de Rossini sobre recursos orquestrais não é geralmente atribuída às regras de composição estritas que aprendeu com Mattei, mas aos conhecimentos adquiridos independentemente, ao seguir as sinfonias e quartetos de Haydn e Mozart. Em Bolonha, era conhecido como "il Tedeschino" ("o alemãozinho") por causa da sua devoção a Mozart. Instalou-se em Paris em 1855, onde a sua casa era um centro da sociedade artística. Faleceu na sua casa de campo em Passy numa sexta-feira, 13. No mês de Novembro de 1868.


Abertura da ópera “Guilherme Tell”, de Rossini
Orquestra Filarmónica de Berlim
Maestro: Herbert von Karajan

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publicado às 00:01


Os cumpridores

por Ariel, em 28.02.12

 

 

Esta sequência de declarações da Troika e de Olli Rehn fazem-me lembrar Dupond e Dupont.  Temos de animar o moribundo, diz o primeiro, eu diria mais, temos de animar o moribundo, diz o segundo.

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publicado às 22:43

Recebi este interessante texto de um militar brasileiro de alta patente e na reserva. Passo a comentar:

"Cada um é responsável por todos. Cada um é o único responsável. Cada um é o único responsável por todos." Fonte - Piloto de GuerraAutor: Antoine de Saint-Exupéry 

Ao dito General português, ao escrever

“(...) Diz o Sr. Ministro que “a solução está em todos nós. Em cada um de nós”. Não é verdade! A solução está única e exclusivamente na substituição da classe política incompetente que nos tem governado (?) nos últimos 25 anos, e que nos tem levado, de vitória em vitória, até à derrota final! Os comuns cidadãos deste País, nomeadamente os militares, não têm qualquer responsabilidade neste descalabro (...)”,

Escapa-lhe um pequeno mas decisivo detalhe: fomos todos nós, os comuns cidadãos dos nossos respectivos estados membros da UE que votámos nessa classe política que nos tem levado ao atoleiro. Com efeito, fomos nós que acreditamos nas promessas vãs que o idílio de antes pudesse continuar sem mudanças de comportamento. O General esquece, também, que os militares fazem parte integrante das sociedades, sendo corresponsáveis pelos mandos ou desmandos de todos, tal como qualquer outro cidadão. Com efeito, a responsbilidade é sempre de todos e tem que ser expressamente admitida antes que se possa pensar em qualquer solução viável.

Quanto à solução a que neste caso o Sr. Ministro da Defesa se refere, ela vem aí “voando em piloto automático”, prometendo um desfecho igualmente automático que de feliz terá pouco ou mesmo nada.

A verdadeira solução de desfecho feliz, só será alcançada se a referida classe política desligar o “pilóto automático” programado para ir para nenhures, antes que se acabe o combustível longe de qualquer aeroporto no meio do oceano. Sim, a classe política, se quer evitar o novo 25 de Abril a nível europeu, vaticinado por mim desde há longa data, deverá urgentemente abandonar a mera táctica e passar a elaborar uma estratégia correcta.

O texto está no sítio da Academia Brasileira de Defesa.

  Carta de um General português.pdf
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publicado às 22:09


Vale a pena passar pelo governo?

por Luis Moreira, em 28.02.12

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publicado às 20:00


Feiras de emprego jovem

por Luis Moreira, em 28.02.12

As escolas cada vez mais apostam neste tipo de recrutamento.Também o ISEG terá a sua Careerweek 2012 a decorrer nos dias 6,7 e 8 de Março, um evento que, além da Job Fair com ‘stands' de empresas participantes, incluirá ‘workshops' de desenvolvimento de carreira. Para além disso a escola criou uma cadeira a que chama "Preparação para a procura de emprego" . Uma formação de 15 horas onde são apresentadas técnicas de construção de currículo e cartas de apresentação, debatidas posturas e estratégias dos futuros candidatos em situação de entrevistas e ao longo das várias etapas do processo de selecção. Porém, "o ponto forte da unidade reside na construção de um processo de auto-reflexão com a ajuda da docente" para a construção de uma carreira profissional sólida, explica Sofia Bento, a docente responsável por esta unidade curricular.

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publicado às 19:05

... devemos rejeitar que, tal como muitas vezes acontece, os menos capazes e competentes se apoiem e em conjunto fechem as portas das estruturas civis e políticas, com receio de perderem as oportunidades que têm como suas...

A educação e a formação têm que mudar. Continuamos com modelos de ensino demasiado rígidos. A palavra autonomia, seja nas universidades e nos politécnicos, seja nas escolas...é a chave para uma evolução e um desenvolvimento curricular que se pode traduzir em melhorias na formação dos estudantes.

A criatividade intelectual não é promovida no nosso sistema de ensino...para que se possa maximizar o potencial de cada um. É urgente que adaptemos dentro do possível a educação e a formação às exigências, necessidades, potencialidades e interesses de cada estudante. Esta adaptação tem que se reflectir nos currículos em primeiro lugar e de seguida também nos métodos de avaliação.

PS: Luis Rebelo , Público

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publicado às 17:00

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