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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 



Portugal e Galiza - uma mesma língua.

por Luis Moreira, em 31.08.11
       
Temos apreciado a importância que tem dado às relações com os restantes países lusófonos, numa aparente reorientação estratégica de Portugal que o MIL sempre defendeu, dado o seu Horizonte ser, precisamente, o reforço dos laços entre os países e regiões do espaço da lusofonia – no plano cultural, mas também social, económico e político.

Esta carta prende-se, tão-só, com a posição de Portugal relativamente à Galiza, a nosso ver uma dessas regiões integrantes do espaço lusófono – daí a nossa reiterada defesa da sua especificidade linguística e cultural. Com efeito, no Conselho de Ministros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, na sua XVI reunião, realizada em Luanda no passado dia 22 de Julho, soubemos que Portugal foi o único país a não apoiar a concessão da categoria de Observador Consultivo à Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa, entidade que, como sabe, tem já um histórico muito apreciável, tendo sido por isso reconhecida para nossa Academia das Ciências, sendo ainda membro do Conselho das Academias de Língua Portuguesa.
Petition:
Ainda mais recentemente, também soubemos que o novo Governo Português tem expressado as suas dúvidas sobre a presença de observadores da Galiza no Instituto Internacional de Língua Portuguesa, assim como pela inclusão do seu Léxico no Vocabulário Ortográfico Comum que está a ser preparado por essa instituição, quando é sabido que uma Delegação de Observadores da Galiza participou nesse processo desde o princípio.

Face a isto, perguntamos apenas até que ponto houve uma inflexão da posição do Estado Português relativamente à Galiza, já que, desde que foi apresentada a candidatura da Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa, Portugal sempre deu o seu apoio expresso a essa candidatura nos diversos órgãos da CPLP.

Muito cordialmente

MIL: Movimento Internacional Lusófono
www.movimentolusofono.org

Os subscritores

The Petição-Carta Aberta a Paulo Portas, Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal petition to Todos os lusófonos was written by MIL and is in the category Culture at GoPetition. Contact author here. Petition tags:

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publicado às 23:45


Curiosidades da bola

por Rogério Costa Pereira, em 31.08.11

Com Roberto (eu bem que tentei, aqui há um ano) e agora Postiga, o Saragoça conseguiu reunir no plantel os dois jogadores (da zona PIGS, vá lá) com piores relações com a baliza.

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publicado às 22:10


Remediar nos remédios

por Luis Moreira, em 31.08.11

Foram conhecidas uma série de medidas de poupança que há muito a Ordem dos Farmacêuticos reinvindicava.

"O Documento de Estratégia Orçamental 2011-2015 foi apresentado hoje por Vítor Gaspar e nele incluem-se medidas para o sistema de saúde que vão desde a promoção dos genéricos até à revisão do sistema de preços e alteração do cálculo das margens de lucro de distribuidores e farmacêuticas."

Nós, aqui na Pegada, também não deixamos cair no esquecimento este sector dos medicamentos um dos que mais contribui para a despesa no Serviço Nacional de Saúde. Parece que se vão embora os privilégios e vem a concorrência.Oxalá não se fique só por este sector na saúde, única forma de defender o SNS!

 

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publicado às 21:40

A avaliação não é o tema central das escolas mas é inevitável e é um modelo aberto, para discutir, e não burocrático.Os cortes na despesa são inevitáveis. Aprender é o tema principal das escolas.

Não receia a contestação dos sindicatos dos professores. 

Há muito tempo que não se ouvia um ministro da Educação centrar os problemas na escola e na aprendizagem e, não, nas carreiras dos professores.  Espera-se que, fechado este processo, se avance para a autonomia das escolas.

Depois de retirados do centro  do sistema, ministério e sindicatos, a paz cairá sobre as escolas, haverá tempo para trabalhar, para ensinar, para disciplinar. Devolver a dignidade às escolas, eis a questão!!

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publicado às 20:00


petits fools #11

por Rogério Costa Pereira, em 31.08.11

Em dia de fecho do mercado de transferências, a CMVM acabou de emitir um comunicado em que refere que também as marcações de jantares dos clubes com os árbitros lhe têm de ser comunicadas, uma vez que, e cito, "a qualidade do vinho pode (...)". Fim de citação.

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publicado às 19:17


O Roubo Estrutural.

por Luis Moreira, em 31.08.11

 

Sem palavras, não vá aumentarem os ricos em 2,5 % o que é uma violência. Vou deixar de trabalhar e passo a pedir empréstimos à Caixa Geral de Depósitos para jogar na Bolsa! E comprar nas privatizações! Dou as acções que comprar como garantia.Isto é, não entro com nada que seja meu...

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publicado às 19:00


Dicionário do neo-realismo português - I (Ia a Im)

por António Leal Salvado, em 31.08.11
Iate - submarino que se perdeu da frota adquirida pela marinha portuguesa e foi parar à marina particular de Paulo Portas.
Ibis - Ave de grande bico e cabeça minúscula, abundante nas empresas municipais.
Ícone - Instrumento que serve à Igreja para tratar os deuses como se fossem homens e aos partidos para tratarem os homens como se fossem deuses.
Ida - Atributo que o cavaquismo pretende acrescentar à democracia.
Iene - Ferramenta de garimpeiros que invadiram a Europa com precisão seiko, ritmo sony e velocidade toyota.
Ifadap - Rede de balcões do BCE cuja unidade monetária é o Range Rover.
Ignorância - Pré-requisito para a candidatura a junta de freguesia em lista da situação.
Ih-ih - Interjeição do assessor quando guarda provas da corrupção do chefe.
Ii - A mesma interjeição, escrita pelo mesmo assessor.
Ijito - Última palavra escrita no remetente do postal ilustrado que Maria Cavaco Silva recebeu nas férias em que ficou sozinha em casa.
Iluminado - Cognome por que ficou conhecido o militante laranja que consta ter lido um livro.
Impuros - Designação proposta por Paulo Macedo para substituir a de 'utentes' no novo sistema de saúde pública.

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publicado às 18:28


A Selecção é para titulares

por Luis Moreira, em 31.08.11

Ricardo Carvalho foi-se embora da selecção. É pena, ele ainda é o melhor central de sempre do futebol português.

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publicado às 18:07


O peso da Memória

por Adriano Pacheco, em 31.08.11

Quando te espero no tempo

Sou apenas saudade

e ausência

Antes da vida e depois

da permanência

Antes de tudo o que sois

Fica memória na dependência

És tu que fazes nascer os dias

As auroras e as manhãs

sem vento

 

 

 

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publicado às 16:00


Saldos FC

por Rogério Costa Pereira, em 31.08.11
Com as saídas de Postiga e de Yannick, confirma-se que o Sporting andou, nas primeiras jornadas, a exibir os produtos para venda e a ser a negação de um clube de Futebol. Ou seja, Domingos foi condicionado nas escolhas e aceitou sê-lo. Esclarecedor.

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publicado às 15:56


Guerra e Reconstrução, negócio Garantido

por Luis Moreira, em 31.08.11

A partir do texto de Manuel Ennes Ferreia , no Expresso

A bomba de neutrões, a tal que mata os seres vivos mas não destrói nada, não interessa nada. Não é economicamente racional.Uma guerra que se preze tem uma segunda faze que é a da reconstrução, negócios, quanto maior a destruição mais negócio e, como não há almoços grátis alguém tem que pagar. Então uma guerrazinha num país com petróleo dá as garantias todas de pagamento...

A par da reconstrução vem a ajuda internacional,apoios à reconstrução, à saúde. Interessante é verificar para onde são canalizados os apoios conforme o grupo de dadores.

Mas os enormes problemas de índole diversa que assolam os países de África dão esperança que o "negócio" tenha muitos e felizes dias pela frente.

 

 

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publicado às 13:00


Heróis dos tempos difíceis

por António Leal Salvado, em 31.08.11
Saíu do Fundão para Lisboa no ano em que Salazar publicou a Constituição que instituíu o Estado Novo. Tinha 12 anos e foi trabalhar para a construção civil. Dois anos depois frequentava o curso industrial noturno e ligou-se à Juventude Comunista.
Foi preso em 1937, por ter consigo um exemplar do jornal Avante!. Fez os 16 anos na prisão.
Jaime Serra entrou na clandestinidade aos 26 anos. Depois da campanha de Norton de Matos foi preso, foi submetido á “estátua” durante oito dias, esteve seis meses em isolamento no Aljube, foi transferido para Peniche um ano depois. Fez a sua 1ª fuga da prisão em Novembro de 1950. O companheiro de fuga (Francisco Miguel) foi apanhado mas ele conseguiu escapar e ir até Lisboa – a pé.
Entrou no Comité Central do PCP em 1952. Em 1954 foi preso de novo. Tentou fugir do Aljube e, como castigo, passou para Caxias e foi metido no “segredo”. O diretor da prisão asseverou à família que ele nunca mais sairia dali.
Fugiu no ano seguinte. Como represália, o regime prendeu-lhe quase toda a família. Ao mesmo tempo, a mulher e a filha recém-nascida passavam também à clandestinidade.
Em 1957 o partido encarregou-o de agir no exterior. Saíu pelo Algarve, num bote que o levou até Marrocos. Participou no 40º aniversário da Revolução de Outubro, em Moscovo e esteve na Conferência em que Mao Tsé-Tung expôs a tese de que o imperialismo americano era “um tigre de papel”.
Foi novamente preso em 1958, encontrando Álvaro Cunhal no forte de Peniche. Evadiram-se, os dois mais Joaquim Gomes, com a ajuda de um soldado da GNR. A PIDE fez circular o boato de que a fuga tinha sido conseguida com um submarino, para 'justificar' o que parecia impossível.
Ainda ajudou a preparar a fuga de Agostinho Neto, que ele próprio acompanhou numa embarcação que levou o então estudante angolano e a família até Marrocos. E regressou a Olhão, onde o barco chegou quase destruído pela tempestada que no mar o assolou e quase o fez naufragar.
Jaime dos Santos Serra tinha ainda muitas lutas para travar, até que 15 anos depois chegasse o resgate da Liberdade.

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publicado às 12:48


Continua, um dia destes (3)

por autor convidado, em 31.08.11

A rigidez implodiu, e implorou que não fossem lá a casa, que ia ser um problema familiar grave, e uma fraqueza é sempre de compreender em certas circunstâncias da vida, afinal, e as partes ficaram recolhidas, amorfas, sem vida. O aposentado, de bancário, estava assustado

O ponto estava programado para a partir das vinte e uma, em zonas mais discretas até menos, quase logo que descia a noite, na cidade, elas iam aparecendo nos lugares do costume, há anos arrendados num aluguer com renda de contrato escrito nas entranhas da intimidade. Elas

Voltaram para trás, prescindiu-se do bilhete de identidade necessário para se identificar nestes imprevistos, não foram lá a casa, o aposentado ficou mais sereno, não por ele, mas por ela, mas levando o sermão de que bem podia satisfazer necessidades num quarto de pensão, seria escusado a vergonha assim passada, enxovalho demais, desnecessário, e o bancário agradecido. Que a mulher

Tomavam conta da rua, satisfaziam apertos de quem carecia, estabelecidas por conta própria ou avençadas a um qualquer chulo, para pagar necessidades, delas e outras as mais das vezes dos vícios do chulo, os filhos na escola, obras em casa, mulheres lindas, algumas, outras, nem por isso, mas todas vendendo a alma, as que ainda a tinham.

A mulher não podia devido a uma doença, argumentou, mas então, tantos quartos por aí, com uma aposentação que deve dar para isso, também para isso, mas enfim, que são fraquezas, tentações, necessidades, e que ainda não tinha internet onde se fazem estas coisas a toda a hora e onde até se fazem filhos gerados em filmes a três dimensões.

João José Fernandes Simões

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publicado às 11:05


Uma lição crítica para Portugal

por Luis Moreira, em 31.08.11

Apesar de entre os países da UE, possuir uma das maiores percentagens de fontes renováveis,no seu mix de energia primária (sobretudo para produção de electricidade) o ISEI (Índice de segurança Energética Inteligente ) português apresenta um desempenho muito baixo (0,42).

Isto significa que a elevada vulnerabilidade energética de Portugal manter-se-á enquanto não se melhorar fortemente a eficiência energética do sistema industrial e de transportes, bem como reduzir a dependência extrema do país da importação do petróleo como única fonte base dos combustíveis líquidos.

Ruben Eiras (ISCTE-IUL)

Isto, se calhar, implica mexer com interesses poderosos!

Digo eu...

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publicado às 09:00


"quem soube sabe"

por Rogério Costa Pereira, em 31.08.11

"Creio estar a amadurecer relativamente bem."

Parabéns, besugo!

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publicado às 02:25


Tom Waits' New Song "Bad As Me"

por Rogério Costa Pereira, em 31.08.11

Tom Waits - Bad As Me by antirecords -- Listen to the title track from Tom Waits’ upcoming album Bad As Me, out 10/25

Sem palavras. A voz está cada vez mais lá. O ritmo, sem se vender, amolda-se ao 21º.  Aqui fica a sobremesa da refeição de 25 de Outubro. A servir com vinho branco.

Lyrics )

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publicado às 01:35

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publicado às 01:09

Parece que sim! Que as crianças não podem espreguiçar-se, não podem correr, não podem brincar. Então, faz-se o quê? Constroem-se mais umas creches e daqui a dois anos as nossas crianças têm onde ficar? E, entretanto, ficam com amas que as amarram ao frigorífico? Ou que lhes dão calmantes para dormirem o dia todo?

Corre-se os blogues e esta ideia de que arranjar mais 20 000 vagas é má é, recorrente, mas não é acompanhada, em caso algum, por uma proposta de solução. 

Diz-se mal porque não se gosta do governo! Não podiam, ao menos, gostar das crianças?

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publicado às 23:03

Hoje, Vital Moreira retoma a liberalização das farmácias, cujas condições de funcionamento são  injustas, inconstitucionais e que representam um dos maiores encargos do Serviço Nacional de Saúde.

Sem se perceber porquê, todos os governos têm medo do lobby da Associação Nacional de Farmácias e nenhum teve a coragem de liberalizar a abertura de farmácias tal como acontece em qualquer outro ramo retalhista. As farmácias têm 13% de margem de lucro enquanto nos outros sectores não passa dos 5%. Quem diz isto é o Tribunal de Contas. Claro que, quem paga a diferença é o consumidor.

Como este governo mostra uma fé na liberalização de vastos sectores esperemos que não "meta o rabo entre as pernas" e avance de uma vez por todas com a liberalização das farmácias.

Ganhamos todos, os preços baixam, teremos melhores serviços, e em 68% do território haverá uma efectiva cobertura farmacêutica. Depois deste relatório do Tribunal de Contas espera-se que o governo não tenha medo da ANF!

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publicado às 22:00


Vamos ter um Estado Palestiniano!

por Luis Moreira, em 30.08.11

O Primeiro Ministro Israelita  estuda as fronteiras de um futuro Estado Palestiniano, já reconhecido por centena e meia de países.

Ainda com o veto dos US não passou na ONU, mas os sinais são cada vez mais esperançosos.

Oxalá que os bacterologicamente puros não venham, como habitualmente, colocar pedras na engrenagem, com as iniciativas de paz e outros movimentos que mais não fazem que atrasar e prejudicar o processo de reconhecimento do Estado Palestiniano!

 

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publicado às 21:00

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