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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 


The moment I wake up, before I put on my make up
I say a little prayer for you
While combing my hair now
And wonderin' what dress to wear now
I say a little prayer for you

Forever and ever you'll stay in my heart
And I will love you forever and ever
We never will part and I will love you
Together, forever that's how it should be
To live without you could only mean heartbreak for me

I run for the bus love, while riding I think of us, love
And say a little prayer for you
At work I just take time, and all through my coffee break time
I say a little prayer for you

Chorus

Darlin' believe me, for me there is no one but you
Say you love me too

Chorus


http://www.vagalume.com.br/diana-king/i-say-a-little-prayer.html#ixzz1Tj3N1X3P

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publicado às 23:43

São tantos erros em tão pouco tempo que alguém terá que explicar isto. O modelo de "governance" com um "chairman e um "CEO" usa-se quando há grande dispersão accionista. Ora, na CGD o accionista é só um!

O actual chairman era o anterior Presidente executivo, vai fazer de conta que não sabe de nada ou vai pegar-se com o CEO? Já aconteceu e foi na CGD!

Depois é público e notório que a privatização total ou parcial envolve valores muito elevados. É, preciso, quem está interessado no negócio, "estar por dentro"?

Muitas dúvidas e muitas confusões numa só decisão em que se atropela tudo.

"O ciclo vicioso de falta de confiança que nos atinge é difícil de ultrapassar. Mas penso que a "monetização" da dívida pela CGD, dentro das regras de Basileia e do BCE, pode ser parte da solução para quebrar esse ciclo e resolver o nosso problema de financiamento. "

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publicado às 22:34


Última hora - BIC compra BPN

por Luis Moreira, em 31.07.11

Por 40 milhões de Euros o BIC, cujo director é Mira Amaral, comprou o BPN por um preço que, a crer na última entrevista do NEI (Núcleo de Empresários Investidores), é muito inferior ao oferecido por  estes (acima de 100 milhões).

Para os contribuintes é que não ficou barata a nacionalização, a operação estratégica de grande alcance, do anterior governo. Vamos pagar praticamente tudo como há muito todos tínhamos percebido.

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publicado às 20:20

É o que está a atormentar o realizador do filme "

Lars Von Trier: "Dogville" serviu de inspiração a Breivik

No filme "Dogville", a personagem principal, interpretado por Nicole Kidman, é torturada e violada por habitantes da aldeia homónima, mas, no final, vinga-se e manda assassinar toda a aldeia"


Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/lars-von-trier-dogville-serviu-de-inspiracao-a-breivik=f665266#ixzz1Thw3yAiQ

"A cena final do 'Dogville' lembra de forma muito desagradável Utøya", apontou o cineasta, em alusão ao tiroteio contra um acampamento da juventude trabalhista da Noruega, que fez 69 mortos.

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publicado às 19:17

Diz o Manuel Villaverde Cabral : "Quando eu digo que é responsável o Partido Socialista é no sentido em que o PS, tendo tido a missão histórica ingrata de desfazer a revolução do 25 de Abril - e ter desfeito bastante - não conseguiu desfazer tudo. Nós continuámos num socialismo, de baixo nível evidentemente, mas um socialismo...

Mas como é que o professor pode falar em socialismo na situação actual?

Então se quiser eu mudo. Um clientelismo de Estado.

Ah, isso é outra coisa...

Não é outra coisa, não! O socialismo é um clientelismo de Estado! Levei 70 anos a descobrir. Claro que isto é soft, evidentemente, somos livres, podemos dizer mal do governo, não serve para nada mas podemos, e isso é fundamental. Mas com Guterres e depois com Sócrates, já não para não falar dos Coelhos (esse saltitar do governo para as empresas... Coelhos é o que cá mais temos) chegou-se ao ponto em que no país o Estado, que quer dizer muitas vezes o governo, que não quer dizer outra coisa senão o partido do governo, que é o Partido Socialista que governou em 13 dos últimos 16 anos. Um Estado que controla directamente mais de 50% do PIB e indirectamente controla, com as golden-shares, com essas coisas todas, as participações, a EDP, nomeia, decide, compra, vende, etc., 80% do PIB. O Estado manda em 80%. E depois ficam 20% de pequenas e médias empresas exangues, porque não há crédito para elas. Depois há os bancos, que eram credores dos Estado, aconteceu-lhes que quando o devedor deve 100 está tramado, quando deve 100 mil, quem se trama é o credor. Estou a pensar, em particular, no BES. O BES é uma entidade política. Foi o senhor dr. Ricardo Salgado que mandou vir o FMI. Nessa quarta-feira de manhã, os bancos disseram: "É a última vez que a gente empresta e só emprestamos se chamarem o FMI". E foi assim que o Teixeira dos Santos chamou o FMI, o outro [José Sócrates] mandou-se ao ar, atirou com o telemóvel.

Somos, portanto, governados pelo dr. Ricardo Salgado.

Somos governados pela dívida que criámos. Mas a certa altura também fomos governados pela Mota-Engil. E o aeroporto e o TGV têm a ver exclusivamente com isso. Provavelmente, precisamos de um aeroporto novo na perspectiva do turismo, do clima, que será a nossa grande indústria! Há coisas boas! Há um vento... O nosso Passos Coelho foi bafejado pela sorte.

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publicado às 17:03


ECO PERDIDO

por Adriano Pacheco, em 31.07.11

 

 

Há um cais onde se espera

Ondas altas com espuma

dos teus ais

Ventos e nortadas

duma vida

Demandas, rotas perdidas

Eco das palavras, nada mais

 

Há uma brisa que se levanta

Nas colunas desse cais

Deixam vagas ondulantes

Juntinhas ou distantes

No eco perdido dos teus ais

 

Do cais se vêem navios

Que nos trazem à lembrança

Momentos de breves desvarios

No regresso feito de esperança

 

No cais se espera quem partiu

Nas ondas se fala de quem saiu

Paxiano

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publicado às 16:00


"Vai vir charters" também para os USA

por Rogério Costa Pereira, em 31.07.11
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Neste caso em concreto, do rating, a descida é mais que justa. No geral, a "longa marcha" para a supremacia ainda agora começou.

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publicado às 14:16


"Vai vir charters" deles, razão tinha o Futre

por Rogério Costa Pereira, em 31.07.11
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Eles não "poderão", eles já decidiram que nos vão "ajudar", quer Portugal queira, quer não queira. De resto, as lojas dos chineses em Portugal estão para Portugal como Portugal está para a China. Comecem a aprender mandarim.

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publicado às 14:04

Nuno Crato não abdica das quotas e os sindicatos fazem finca pé. Os sindicatos, que começaram por não aceitar avaliação nenhuma, vão sempre tentar que a avaliação que tiverem que aceitar a contra gosto, seja o menos possível vinculativa e invasiva.

Como exemplo, do que seria uma avaliação sem quotas, são os magistrados na Justiça que apresentaram 97% de excelentes, estando a Justiça no estado miserável em que está.

Descredibilizar a avaliação seria o primeiro passo para a tornar irrelevante e é nisso que os sindicatos apostam.

"Nuno Crato, não querendo desvendar tudo o que vai fazer, vai avisando desde já que as "quotas são a regulamentação para toda a administração pública". É o mesmo que dizer que os professores não são casos especiais nem merecem regimes de excepção: "Se calhar temos de regulamentar até como uma forma de incentivar os melhores."

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publicado às 12:16

JN

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publicado às 10:00


Há quem queira comprar o BPN

por Luis Moreira, em 31.07.11

O Núcleo Estratégico de Investidores (NEI) é um grupo de investidores de que se desconhece a maioria dos seus membros, mas parece ser quem mais está disposto a comprar o BPN!

Já anunciaram que a ideia é, a partir do BPN, "oparem" um dos bancos da praça, o que reforça a ideia que não é nenhum dos bancos a operar em Portugal. A marca BPN seria então, para desaparecer.

Após a saída da corrida do BIC o NEI veio de imediato anunciar que estaria disposto a subir a parada.Estamos assim, perante uma jogada estratégica para outros vôos e, perante pessoas com muito dinheiro e que querem a alto custo, se preciso for, entrarem no negócio bancário.

Numa palavra, mais que os activos do banco procuram uma base de credibilidade necessária para entrarem no sector.

"A aposta na economia social, "ainda mais importante devido à conjuntura do país", é o trunfo que o NEI apresenta, na opinião de José Fernandes, que apontou para a focagem do banco no apoio às PME e no microcrédito e reforçou a intenção de mudar a marca do BPN mas manter o banco "na sua universalidade"."

Oxalá!

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publicado às 01:47


A brilhante goleada

por n, em 31.07.11

Já tinha destacado o Soldado, mas o Bernartt e o Piatti ajudaram!

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publicado às 00:10

Leão Sonho na apresentação do Sporting

... já alguns dos "adeptos" continuam os energúmenos de sempre. Onde raio já se viu assobiar-se uma equipa que, obviamente, entrou condicionada por todo o ambiente de festa que a envolvia e, em cima disso, sofreu um golo aos cinco minutos? Por este caminho, mais vale jogarmos fora os jogos em casa (experimentem ver um jogo da Briosa, em Coimbra, para ver se aprendem o que é amar uma camisola).

Quanto aos lampiões que não tardaram em mandar-me sms de regozijo: as contas vamos fazê-las no fim, pode ser?

Em relação ao Sporting e ao jogo: o Valência jogou em casa -- houve quem fizesse por isso -- e mereceu a vitória, que só pecou por escassa.

E agora vou pôr as quotas do meu filho em dia.

PS - Já me esquecia, o Leão da imagem chama-se Sonho e foi hoje estrela no Estádio de Alvalade. As grades que vêem não servem para mais do que para o proteger da cambada de "adeptos" de que acima falei. Já viram alguém assobiar durante um sonho? Ok, já viram!, mas fica a parábola.

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publicado às 23:20


Sporting - Valência em directo

por Rogério Costa Pereira, em 30.07.11

Não temos. Era mesmo só para avisar, não fosse alguém vir aqui ao engano. 

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publicado às 19:25


Orgasmo - eu sabia que o mal era delas...

por Luis Moreira, em 30.07.11

 

 

O orgasmo no homem é natural "como a sua sede", não há cá disfunções nem dinheiro para viagras, está tudo na "tola" esse é que é essa. Múltiplos aonde?

Diz quem sabe: "Os mitos que existem sobre o orgasmo são na verdade sobre o orgasmo feminino, como o múltiplo ou o simultâneo entre os parceiros, fenómenos que criam expectativas difíceis de atingir e podem criar insatisfação ou ansiedade. "

E, não há discussão, leis são leis!

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publicado às 18:00

Resposta ao mail de uma amiga:

“ Olha lá já que consegues ver (adivinhar) tanta coisa a longo prazo, responde-me qual a maneira de mandarmos o mercado chinês para fora do mundo ocidental. É possível agora que chegámos a este ponto? Só vejo uma maneira: aumentar o preço da mão de obra na China. Como? Há-de chegar essa altura. Num futuro não muito distante aquela gente (povo) acordará! O mundo ocidental acordou tarde para este perigo, não se preparou, isto é a minha visão de leiga!”

“O que faz um homem de ciência não é a posse de conhecimento, mas a busca obstinada e audaciosamente crítica da verdade.”

Sir Karl R. Popper, filósofo e teórico da ciência

Sim, costumo ver (adivinhar não) as consequências das actuais tendências e dos nossos actos a longo prazo – mas logo quando aparece um novo conhecimento contrário à tendência ainda a decorrer, corrijo. Sempre de acordo com o “critério da verdade” do saudoso filósofo da ciência, Sir Karl Popper. (Exemplo: a afirmação “todos os cisnes são brancos”, constitui uma verdade relativa até o momento em que aparece um cisne preto. Então a nova verdade será: “nem todos os cisnes são brancos”). :-)

Quanto à China, não nos devemos preocupar. Será precisamente a tendência bastante agressiva para a supremacia mundial deste país e o seu egocentrismo primário, que o fará abrandar. De facto, a China, presumivelmente, tropeçará nas suas próprias contradições internas e acabará “amaciado” – oxalá sem maiores perturbações sociais. Por outras palavras: a actual ascensão sócio-económica do país – grandes camadas da sociedade transitam para uma classe média em rápido crescimento –, fará com que aquelas camadas exigirão cada vez mais direitos civis. E como a plena liberdade sócio-económica, cultural e ecológica – é esta a tendência! – só pode existir em democracia, os chineses nos próximos anos ou décadas, terão que enfrentar muitos revéses. Ficarão então conscientes sobretudo do desastre ecológica que estão a causar e que acabará por limitar a sua liberdade de movimentos. Oxalá que tenham sorte e encontrem, tal como outrora os espanhóis em 1975, uma transição pacífica para a democracia.

Qual a maneira de mandarmos o mercado chinês para fora do mundo ocidental? Ora bem, em primeiro lugar nunca devemos perseguir este objectivo, pois este levar-nos-ia a grandes e perigosas tensões.

Aqui vale por um lado: os custos com a mão de obra na China, devido à enorme expansão económica, já estão a subir em flecha – automaticamente. (Portanto, aumentar os preços da mão de obra, p.ex. por ordem do governo, não é necessário – e, aliás, todas essas tentativa que possa ter havido no mundo, acabaram por fracassar, pois trata-se de uma acção cibernética entre oferta e procura que não deve ser perturbada). Portanto, com os preços dos produtos chineses a subrir, a procura abrandará.

Por outro lado vale: com a UE (e os EUA) em vias de crescente declínio, a procura de produtos chineses também abrandará – apesar dos preços ainda relativamente baixos. De facto, os consumidores irão pensar duas vezes antes de comprar seja o que for, mesmo que seja um artigo barato. Além disso, o mais importante são as nossas medidas – obviamente não agressivas – que deveremos implementar. Uma vez que a era da governação dos “carapaus de corrida” e a respectiva tendência de consumo fácil e fútil se encontra em vias de acabar, as nossas indústrias deverão – forte e feio! – começar a desenvolver produtos que deixando de servir o mero objectivo de acalmar os “nervos em franja” através do consumo (escrevi sobre o tema em 2008) , servirão simplesmente para viver.  Na verdade, porventura, os chineses em 2020 poderão lançar no mercado cópias perfeitas do VW, Mercedes e do BMW a metade do preço, mas quem vai querer comprá-los se nós, o ocidente, entretanto nos encontramos – pressumivelmente forçados para tal - num novo e diverso paradigma com prioridades e necessidades totalmente diferentes ? (Os poucos com dinheiro, que então ainda vão querer adquirir esses produtos, comprarão o orginial – se as respectivas fábricas e gamas de produto ainda existirem, claro).

“Quem compra o que não precisa, venderá o que precisa.” (Provérbio Árabe)

Sim, o mundo ocidental e não só ele, acordou tarde perante aquilo que actualmente se nos apresenta como perigo – precisamente por causa da nossa maneira linear de pensar e agir. Se não fosse assim, teríamos visto no alegado “perigo amarelo” uma oportunidade.

Como podes ver, tudo no mundo se encontra sujeito a forças superiores que incansavelmente só visam uma coisa: manter e/ou restabelecer o equilíbrios dos sistemas. Assim, se alguns chicos espertos – governantes e líderes económicos – se excedem, serão corrigidos de forma mais ou menos violenta – infelizmente também nós que nos encontramos por perto. É exactamente isso que actualmente sentimos na própria carne. Existe, contudo, uma maneira para sobreviver, a nível individual e empresarial, estas situações, sem sermos lesados pelos “ricochetes”:

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publicado às 16:03


O Sótão Desarrumado

por Adriano Pacheco, em 30.07.11

 

Com a crise que se faz sentir por todos os lado, o sótão passou a ter outra utilização mais prática, útil e proveitosa. Em vez de caixotes empoeirados, bolorentos e desalinhados, passou a ser armazém de produtos de consumo diário, inundando aquele espaço com o cheiro característico de despensa doméstica, antevendo-se uma hipotética, mais que provável, subida de preços anunciada aos quatro ventos.

O meu desarrumado sótão em vez de ideias luminosas que circulavam livremente, passou a ter potes de azeitonas, fardos de bacalhau, presuntos salgados, embalagens de salsichas, etc. Meu Deus, de sótão desarrumado mas com identidade própria, passou a ser um degradado armazém de mercadorias!

Mas bem vistas as coisas, será que o propósito foi assim tão descabido, ou traz consigo uma atitude e um aviso sérios? Quem sabe se as ideias e os produtos domésticos podem conviver alegremente! Às tantas…

Pois é, parece que o mundo roda todos os dias com a mesma velocidade de sempre, mas a vida, a sociedade e tudo que a compõe, nomeadamente a política e as avaliações de agências de rating, ganharam uma velocidade estonteante que obrigaram o meu sótão desarrumado a desempenhar outras funções que o próprio ser humano (meio soberbo) vai inventando com a sua avidez de mudança. Mudar, nem sempre quer dizer melhorar, evoluir, no sentido positivo. Vamos ver!

Criar outros conceitos de vida até pode ser benéfico, mas quem vai sofrer com isso é o meu sótão que tem de se adaptar a uma nova arrumação onde as ideias possam fluir, circular sem grandes constrangimentos. Ai esta crise!...

 

SOFRIDO SEMBLANTE

 

Quanto sol quanto vento

Bafejaram o rosto maltratado

de profundas histórias

Nas rugas esculpidas

no sorriso pequeno leve e sereno

Repassado de velhas memórias

 

Quantos traços e regaços

Receberam amarguras

pendidas

Quantas lágrimas correram

rios alcantilados e cavados

De sorrisos quase esquecidos

 

Quantos céus foram pintados

dum azul tão brilhante

E se esqueceram para sempre

deste sofrido semblante

 

Mas tempo e a vida não esquecem

Um rosto que cedo amanhece

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publicado às 15:00


Dicionário do neo-realismo português. *C*

por António Leal Salvado, em 30.07.11
Camaleão - réptil de pouca estatura que na pré-História apareceu em África e no século XXI se reproduz aceleradamente nas autarquias portuguesas.
Centro - ponto estratégico a onde todos os partidos convergem até ao dia anterior às eleições e de onde todos se afastam a partir do dia seguinte.
Chatice - conclusão do cidadão comum no final da sessão da Assembleia Municipal.
Cigarra - animal político no formigueiro da Humanidade.
Clonagem - último procedimento na selecção para a direcção do partido.
Corporativismo - regime oligárquico fundado pelo salazarismo para fazer de conta, clandestinizado pelo gonçalvismo para fazer de conta e sacralizado pelo cavaquismo para fazer as contas do BPN.
Crivo - momento da cor partidária na selecção de pessoal da administração pública.
Custos - variável das obras públicas, traduzida matematicamente por um sistema de equações com múltiplas incógnitas, e politicamente como a condicionante com todos os limites: o limite mínimo no discurso eleitoral, o limite máximo no Tribunal de Contas, o limite da imaginação no departamento de contabilidade, o limite do segredo nas negociações com os empreiteiros concorrentes e a ausência de limites na realidade.

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publicado às 14:24

Contra a ideia feita que no SNS não é possível fazer uma gestão lucrativa e com qualidade, aí está uma grande notícia . Durante décadas a administração hospitalar foi um feudo de gente que não dava explicações a ninguém e que saia de uma administração para outra sem ninguém perguntar se tinha ou não mérito.

Com a introdução de novos métodos de gestão, com a concorrência dos privados foi possível dar a volta à situação e começam a aparecer resultados.

Manter sectores fechados sobre si sem avaliação e sem reconhecimento do mérito nada funciona. Os que pugnam por um SNS forte e capaz devem congratular-se com este resultado!

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publicado às 13:00


Espero

por n, em 30.07.11

Uma vitória é o que espero destes senhores. Apesar do central Ricardo Costa creio que o Mata, o Soldado e o Jonas, vão conseguir resolver os eventuais deslizes do primeiro.

 

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publicado às 12:14

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