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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 



A propósito do imposto extraordinário

por Rogério Costa Pereira, em 30.06.11
Como explicou Victor Gaspar, os 50% incidirão apenas sobre o excesso em relação ao salário mínimo. Falamos pois de salários mínimos, não dos lucros de ponta algumas entidades que continuam em velocidade de cruzeiro.

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publicado às 20:35


Da interioridade

por Rogério Costa Pereira, em 30.06.11
Não caibo em mim de contente com as inúmeras medidas de combate à desertificação do interior que o Programa de Governo contempla. Vê-se que Passos Coelho e Portas seguiram à risca as recomendações do Ministro da Economia (dadas antes de o ser) e até do Presidente da República. Ele é um fartar vilanagem de regimes fiscais de excepção, ele é a continuação das SCUT, ele é tanta coisa boa que até parece favorecimento. Não tenho bem a certeza, mas penso inclusive ter lido nas entrelinhas a defesa da colocação da capital algures em Abrantes, como aqui há tempos defendeu o iluminado e futuro Nobel arquitecto do Sol.
Em suma, nem a porra duma palavrinha. Assim mesmo é que é!

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publicado às 14:49


E Seguro lá aceitou o frente-a-frente...

por Rogério Costa Pereira, em 29.06.11

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publicado às 22:14

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publicado às 21:13


¿Y tú?

por Rogério Costa Pereira, em 28.06.11

Uma coisa me faz compartilhar aqui o texto que se segue: é que, pasme-se (pasmo eu, por certo), concordo com quase tudo. De resto, e a propósito, haveria muito a dizer sobre o que moveu (e move) o cerco a Garzón. Ou talvez não, que está lá tudo. Nas linhas e nas entrelinhas. Entretanto, nós por cá (aqui me incluo) andamos como que algo sedados com o novo Governo: "é preciso dar-lhes tempo". Pois será, mas a verdade é que não vai adiantar nada. Para efeitos de raciocínio, vamos acreditar que eles estão imbuídos da melhor das vontades e que irão fazer o maior dos esforços. Mas para quê? À custa de quê? E de quem? De quantas gerações? Por onde andará o filho do meu filho? Virá a existir? Que língua oficial falará? Que moeda usará? Andará de cabeça erguida? Ou de chicote no lombo? Aí vamos, para onde quer que seja, empurrados por uma Alemanha e uma França cegas e de olhos bem abertos e que conhecem bem a inevitabilidade do que aí vem. Mas valerá a pena ir para a rua? O que se passa na Grécia demonstra que também não é esse o caminho. Não há rua que os faça parar, aos mercados. Não há esforço, não há medidas orçamentais, não há apertar de cinto, não parece haver nada. A decisão já está tomada há muito. O galgar diário das taxas de juro está aí para o provar. E, isto é óbvio, se a Alemanha e a França quisessem evitar o que vai acontecer já o teriam feito. Ora, perante o inevitável, para quê seguir por este caminho? Para voltarmos a ser o bom aluno da Europa?, com a diferença que no fim teremos por certo um "no can do, sorry". E talvez um ossito? Até parece, agora que releio o que acima deixo, que conheço de cor o caminho, que estes, da ilusión compartida", sabem para onde querem ir. Nada disso, o único que eu sei - e já não é pouco -, é que este, o actual, não leva a lado nenhum. Perante tal, dou por mim a pensar numa certa jangada de pedra, "ancorada" ali entre África e a América do Sul. Grande Saramago, muito tu gritaste, muito continuas a gritar.

      

«UNA ILUSIÓN COMPARTIDA

El descrédito de la política y las quejas asiduas sobre la corrupción de la vida democrática no pueden dejar indiferentes a las conciencias progresistas. Son muchas las personas que, desde diferentes perspectivas ideológicas, se han sentido indefensas en medio de esta crisis económica, social e institucional. La izquierda tiene un problema más grave que el avance de las opciones reaccionarias en las últimas elecciones municipales. Se trata de su falta de horizonte. Mientras los mercados financieros imponen el desmantelamiento del Estado del bienestar en busca de unos beneficios desmesurados, un gobierno socialista ha sido incapaz de imaginar otra receta que la de aceptar las presiones antisociales y degradar los derechos públicos y las condiciones laborales.

Es evidente que los resultados electorales han pasado una factura contundente al PSOE. Pero las otras alternativas a su izquierda no han llegado a recoger el voto ofendido por las medidas neoliberales y las deficiencias de una democracia imperfecta. Y, sin embargo, no es momento de perder la ilusión, porque la calle y las redes sociales se han puesto de pronto a hablar en alto de política para demostrar su rebeldía. Esta energía cívica, renovada y llena de matices, tiene cuatro preocupaciones decisivas: la regeneración democrática, la dignificación de las condiciones laborales, la defensa de los servicios públicos y el desarrollo de una economía sostenible, comprometida con el respeto ecológico y al servicio de las personas. Son las grandes inquietudes del siglo XXI ante un sistema cada vez más avaricioso, que desprecia con una soberbia sin barreras la solidaridad internacional y la dignidad de la Naturaleza y de los seres humanos.

La corrupción democrática se ha mostrado como la mejor aliada de la especulación, separando los destinos políticos de la soberanía cívica y descomponiendo por dentro los poderes institucionales. Hay que devolverle a la vida pública el orgullo de su honradez, su legitimidad y su transparencia. Por eso resulta imprescindible buscar nuevas formas de democracia participativa y sumar en una ilusión común los ideales solidarios de la izquierda democrática y social.

Los poderes financieros cuentan con nuestra soledad y nuestro miedo. Sus amenazas intentan paralizarnos, privatizar nuestras conciencias y someternos a la ley del egoísmo y del sálvese quien pueda. Pero la energía del tejido social puede consolidar una convocatoria en la que confluyan las distintas sensibilidades existentes en la izquierda y encontrar el consenso necesario para crear una ilusión compartida. Debemos transformar el envejecido mapa electoral bipartidista. El protagonismo cívico alcanzado en algunos  procesos como el referéndum sobre la permanencia de España en la OTAN, el rechazo a la guerra de Irak o el 15-M, nos señalan el camino.

Se necesita el apoyo y el esfuerzo de todos, porque nada está escrito y todo es posible. El mundo lo cambian quienes, desde los principios y el compromiso cívico, se niegan a la injusticia, rompen con la tentación del acomodo y se levantan y pelean dando sentido a la ilusión. La memoria de la emancipación humana exige una mirada honesta hacia los valores y el futuro. Nosotros estamos convencidos de la necesidad de reconstruir el presente de la izquierda. ¿Y tú?» (Publico.es)

Baltasar Garzón, Pedro Almodóvar, Joaquín Sabina, Almudena Grandes, Luis García Montero, Pilar Bardem e estes outros 

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publicado às 10:20

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Ou será que o Professor já previa que a sua "ultima hora" geraria esta reviravolta? Tenho de ir reler Maquiavel.

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publicado às 19:40


Passagem do tempo por um chinelo de São Rosas, Senhor

por Rogério Costa Pereira, em 26.06.11

 «(...) Alguns desses Sinais já se podem perceber. Por exemplo, imaginem um debate parlamentar entre António José Seguro (líder do PS e da oposição) e Pedro Passos Coelho (primeiro-ministro e líder do PSD). Ambos têm a mesma formação política, ambos vêm da mesma escola política, as "jotas", ambos já fizeram várias vezes pactos "geracionais", ou seja, afirmaram uns aos outros "tu tomas conta do teu partido e eu do meu e depois colaboramos" (isto não é ficção), ambos falam o mesmo politiquês, ambos têm a mesma extrema atenção aos poderes interiores nos partidos, que são a sua base de apoio e o factor da sua ascensão. (...)» (meu sublinhado) [Zé Pereira, ex-deputado do PSD]

ATENÇÃO: isto não é ficção!, o Zé-Pereira-eles-combinaram-dominar-o-mundo existe mesmo!

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publicado às 01:17


Cucos migratórios invadem o nosso* jardim

por Rogério Costa Pereira, em 25.06.11

Mais uma ideia Ninices (a gaja não pára)

* "nosso" as in "do prédio".

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publicado às 22:11


Cinturão vermelho*

por Rogério Costa Pereira, em 25.06.11

*Vê-se que o Luís Bernardo ainda não começou a trabalhar.

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publicado às 20:00


Estou a ficar velho

por Rogério Costa Pereira, em 25.06.11

Vi uma moça de gravata, por cima do bikini, na piscina e fiz cara de "esta juventude está perdida". Se fosse por cima do monokini, ainda percebia, mas gravata e bikini?

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publicado às 19:23


Já é segruro!

por Rogério Costa Pereira, em 25.06.11
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publicado às 16:50


Francisco Assis vs Tó-Zé Seguro

por Rogério Costa Pereira, em 25.06.11

 

Pelo que me vai chegando, daqui e dali, parece já ser certo que Seguro vai ganhar as eleições internas do PS (e não vai ser por pouco). Lamento imenso; lamento que um dos melhores tribunos e parlamentares de sempre seja assim relegado para um plano secundário; lamento que o PS afunde um homem que foi fazendo a “ponte impossível” entre Sócrates e a realidade; lamento que Assis, empenhado no país, perca para Seguro, empenhado no aparelhismo; lamento, mais que tudo, que o PS queira à força afastar-se da realidade: o gentio que vota não conhece Seguro e admira Assis. Lamento, em suma, que o PS ouse pensar que Seguro algum dia será Primeiro-Ministro (tal jamais acontecerá). E, mais que tudo, lamento que alguns dos que vão votar Seguro o façam pensando que este líder é para queimar; e que Assis é para guardar. Os próximos tempos vão ser duros para Passos Coelho e o próximo secretário-geral do PS poderia vir a ser Primeiro-Ministro. Poderia, se fosse Assis. Termino, lamentando − hoje estou uma carpideira – que os seis anos de luta de Assis pelo País não batam os seis anos de “guerrilha” de Seguro pelo PS.

Ainda uma última coisa, à laia de “para bom entendedor…”, Seguro não é o Passos Coelho do PS e Assis jamais seria a continuação de Sócrates − basta ver que o afamado Luís Bernardo, braço esquerdo e direito de Sócrates (o do “ó Luís, fico melhor assim ou assim?”), apoia Seguro.

Para mim, que não sou militante, é extremamente revelador que Seguro não dê entrevistas, que Seguro não queira debater, em sinal aberto, com Assis. Percebo-o; Seguro está seguro que, além-partido, seria cilindrado na praça pública e que isso teria reflexo nos resultados finais.

Em Portugal (e Portugal é um “pouquinho” maior que o PS), Seguro não é ninguém. Assis é Assis. 

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publicado às 01:38


A sombra da minha luz

por Rogério Costa Pereira, em 24.06.11

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publicado às 21:17


Vade retro, inferno

por Rogério Costa Pereira, em 24.06.11

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publicado às 21:16


Eis um título irrepetível

por Rogério Costa Pereira, em 24.06.11



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publicado às 21:08


As mãos da minha luz

por Rogério Costa Pereira, em 23.06.11

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publicado às 19:50


Das lapas de esquerda

por Rogério Costa Pereira, em 23.06.11

Depois de resolvida a questão dos "quatro fundadores" (isto até dá vontade de rir), depois de Miguel portas ter apelado à saída dos quatro, onde ele se incluía, depois de Rui Tavares (os homens não se medem aos palmos),  após ter ficado a falar sozinho, ter tomado a atitude digna que tomou, temos que o novo líder do grupo parlamentar é o neófito Luís Fazenda, enquanto o coordenador dos aderentes, ou lá como se chama aquela treta, continua a ser Anacleto Louçã. Em suma, dos "quatro fundadores", temos que dois se mantêm como figuras de proa, agarrados ao poder que nem lapas (palavra "poder" usada mutatis mutandis à minguada realidade em causa, pois claro). Por mim, está perfeito. Se de dezasseis desceram para oito deputados, surpreendido ficarei se conseguirem, nas próximas legislativas, manter tal lisonjeiro abatimento (fifty-stay-fifty-go) e lograrem atingir os quatro. Não vos quero dar abébias, não vá o diabo tecê-las e precisarem de mais do que um táxi para irem para o Parlamento, mas e que tal colocarem a Ana Drago como líder da bancada e rogarem ao Miguel Portas (homem certo no partido errado) para vos coordenar? Em qualquer caso, na inevitável e tardia hora do vosso private-PRD, o país sentirá tanto a vossa falta como a falta que se sente de uma injecção na testa. Manifesto erro de casting parlamentar, mais tarde ou mais cedo, voltareis às vossas origens; quatro fundadores, quatro mini-me’s (assevero que o Rui Tavares não tem qualquer responsabilidade em eventual erro “histórico” no retrato que traço das vossas raízes – não faço a menor ideia se foram 3, 4 ou 10 os minis que vos pariram). Seja como for, estão no bom caminho. Ide, ide depressa, que ontem já foi tarde.

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publicado às 02:11


Ninices*

por Rogério Costa Pereira, em 22.06.11

Abusando descaradamente da boleia da simpatia do sapo, que agradeço à jonas (afinal, foi o Pedro; obrigado, Pedro) − hoje, em vez das cento e tal visitas por dia, a coisa já se aproxima das 500 −, aproveito para destacar o blogue da minha mulher, onde podem ver, em todo o seu esplendor, um outro tipo de arte. "Chama-lhe costura criativa", disse ela.

A minha primeira luz (cliquem no link, mas também na imagem).

 
* Definição: Ninices n.f. 1 trabalhos da Nina; 2 criatividade e poder de criação baseada em ideias, originais ou inspiradas por outras obras; 3 costura, crochet e conjugações interessantes (De nina+ices)
“Objecto social”: os projectos da Nina em tecido, linha e lã conjugados com outros materiais.
Objecto material: Bonecos, bolsas, sacos e carteiras, pufos, espanta-espíritos e mobiles, encadernações, flores e borboletas, reciclagens, utilizações e conjugações interessantes et cætera
Correio electrónico: correiodoninices@gmail.com
Blog: http://ninices.blogs.sapo.pt/
Facebookhttp://www.facebook.com/ninices

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publicado às 23:09


Coisas que me fazem sorrir

por Rogério Costa Pereira, em 21.06.11

 

1 - Ter uma mulher como Presidente da Assembleia da República;

2 - Ter como Presidente da Assembleia da República uma mulher que reage desta forma ao ver confirmada a sua eleição;

3 - Ter a Meg Ryan como Presidente da Assembleia da República (just kidding, a Assunção Esteves é bem mais bonita e tem muito mais charme).

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publicado às 22:15


Assunção Esteves como Presidente da AR?

por Rogério Costa Pereira, em 21.06.11

Grande e excelente surpresa. Este sinal do PM, juntamente com outros, obriga-me a dar-lhe mais do que o mero benefício da dúvida.

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publicado às 13:19

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