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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 



Luta de titãs

por Rogério da Costa Pereira, em 10.09.10

Benfica, Rio Ave, Portimonense. Qual deles se manterá na divisão maior do futebol português?

Este post, pleno de humor (só pode), merece destaque: "O Benfica em quatro jogos tem 3 pontos e 8 penaltys por marcar! Uma notável média de dois por jogo! Mas a culpa não é da Liga! A culpa é dos Tribunais: quando se deixam criminosos em liberdade, entramos no reino da impunidade, no reino do onde tudo é possível! E depois voltam a acontecer estas coisas: é o futebol português de regresso à tradição!"

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publicado às 22:24


I'm always happy when the summer ends...

por lucy pepper, em 10.09.10

... there are more of these:

sunset september

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publicado às 20:41


Itálicos

por Rogério da Costa Pereira, em 10.09.10

Hoje, quando colocava o post que o rui david nos ofereceu (obrigado, rui), lembrei-me dos meus primeiros tempos na blogosfera, como comentador do saudoso BdE. Na altura, e como aqui explica o rui, dava-se o nome de itálicos aos autores convidados. A pegada, para além de recuperar o termo, vai seguir esse exemplo, o de convidar gente interessante (desculpa, Rodrigo) para por aqui deixar a pegada. A estreia foi feita pelo Bruno Horta e hoje coube a vez ao rui david, com um belo post sobre Sita Valles e sobre a memória. Doravante (o rui inaugurou), os posts dos itálicos ficam guardados ali na coluna da direita, logo depois dos autores. À Suivre...

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publicado às 16:51

A propósito de Sita Valles

por autor convidado, em 10.09.10

José Manuel Fernandes escreveu um artigo no Público [sobre uma pessoa que eu conheci vagamente há muitos anos atrás e que recentemente foi objecto de um livro/biografia]: Sita Valles.

Agora descrita como uma rapariga “bonita” e até “sedutora”, dela me lembro apenas, nesses anos intensos, ainda sob a ditadura, em que várias linhas de tempo pareciam acontecer em simultâneo, da rapariga morena com um ar franzino, normalmente vestida em tons beije, as costas levemente arqueadas e ar determinado, cuja voz estridente era presença marcante nas assembleias de estudantes.

Como muitos ou todos nós, Sita era uma fanática, ou intervinha como tal nas reuniões. Eu, fanático com outra leitura da época em que vivíamos, não a suportava.

Depois do 25 de Abril estranhei o desaparecimento súbito daquela que era uma das estrelas da facção dos estudantes mais próxima do PC. Como soube pouco depois, o seu fanatismo e coerência, os seus tomates, levaram-na a Angola. Chegaram depois as notícias de que tinha sido morta no chamado “golpe do Nito Alves”.

Ter-se-á tratado duma situação “matar ou morrer”, mas infelizmente não sabemos, se calhar nunca o saberemos, como é que as coisas realmente se passaram.

Ninguém sabe bem a verdadeira história das relações entre as potências comunistas de então, URSS e China e as várias facções lutando pelo poder em Angola e o papel do PC nesta história. Ninguém, quero dizer, ninguém que esteja em condições ou tenha interesse e possibilidade de o investigar e documentar. Para quem se dedicava à política, mesmo julgando-se “de esquerda”, Angola era ( e provavelmente é) um local muito perigoso.

O que eu sei é que apesar de não sentir qualquer espécie de simpatia pela Sita Valles (amigos meus dizem-me que ela se portou impecavelmente quando após o fecho da associação do Técnico pela polícia e preso o Presidente da Associação, nos foram disponibilizadas as infra-estruturas da Associação de Medicina para o prosseguimento da luta estudantil), fiquei chocado quando soube do seu destino, e a forma bárbara como foi torturada e executada. Saber que resistiu, que enfrentou a morte com coragem, dá-me, não sei porquê, conforto, independentemente de saber se ela estava certa ou errada no conflito em que pereceu, admitindo que havia alguma racionalidade no que se passou.

Ninguém sabe quem seria a Sita Valles hoje em dia se tivesse sobrevivido.

Teria voltado a Portugal desiludida e hoje seria uma médica de sucesso com ou sem ideias políticas na órbita da Zita Seabra e outros neocons pró-bushistas?

Teria ficado em Angola e integrado a nomenklatura cleptocrata que dirige aquele País sendo hoje uma respeitável investidora?

Muitas outras hipóteses são viáveis, sendo que de muitas delas faria inevitavelmente parte uma sua reavaliação crítica do seu papel, das suas ideias de então.

Poucas pessoas na minha geração o não terão feito ao longo da vida, mais do que uma vez, eventualmente chegando a conclusões diferentes de cada vez, algumas delas pouco abonatórias.

Quando quizermos estudar os processos que geram os jovens fanáticos e extremistas, e isso é tarefa sem dúvida essencial, tempos um amplo campo de estudo: nós, à saciedade. Basta olharmos para dentro, não precisamos de sujar a memória dos mortos.

Por essa e outras razões, acho desonesto que pessoas que partilhavam, à época, do mesmo fanatismo que Sita, à época ( e infelizmente para ela não houve outra época), se julguem autorizadas hoje, a usar o seu exemplo trágico como pretexto para perorar num tom paternalista sobre as suas ideias e a sua forma de estar na política. Em particular quando pessoas como o José Manuel Fernandes acabaram, eles de novo, na sua nova condição de “democratas”, a apoiar barbaridades cometidas em nome de um “fim”, o da suposta implantação da “democracia liberal” à bomba noutros países, enquanto se permitem fazer avaliações do carácter de terceiros reagindo a circunstâncias de há trinta e cinco anos, quando é patente o fragoroso fracasso dessa nova espécie de messianismo, hoje.

É desleal, é desonesto este discurso feito do confortável mirante do “hoje”, sobre uma pessoa com intenso mérito dentro do referencial em que todos mais ou menos nos movíamos, e que apenas teve o azar de ter tido demasiados tomates. Se tivesse ficado em Lisboa nas suas tamanquinhas, poderia estar agora, quem sabe, a debitar fétidas postas de pescada sobre outros “fanáticos”, eles, em vez dela, brutal e barbaramente assassinados em luta pelas suas ideias.

rui david

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publicado às 15:20

É inconstitucional e tratem de não a manter em vigor. Uma decisão e uma injunção. Ora leiam aqui e aqui palavras como estas:

"The act discriminates based on the content of the speech being regulated," Phillips wrote. "It distinguishes between speech regarding sexual orientation, and inevitably, family relationships and daily activities, by and about gay and lesbian servicemembers, which is banned, and speech on those subjects by and about heterosexual servicemembers, which is permitted."

"the sweeping reach of the restrictions on speech in the don't ask, don't tell act is far broader than is reasonably necessary to protect the substantial government interest at stake here."

Then, citing examples provided by witnesses, she concluded that "the act's restrictions on speech not only are broader than reasonably necessary to protect the government's substantial interests, but also actually serve to impede military readiness and unit cohesion rather than further these goals."

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publicado às 13:23


O Acórdão (take 4)

por Rogério da Costa Pereira, em 10.09.10

Não passou nada para sexta. Que ideia a minha.

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publicado às 12:28

O Parlamento Europeu disse que não ao Presidente Francês.

Mas não foi uma Resolução apenas dirigida à França.

Na resolução apresentada pelos grupos S&D, ALDE, Verdes/ALE e CEUE/EVN, aprovada por 337 votos a favor, 245 contra e 51 abstenções, os eurodeputados manifestam a sua "viva apreensão" face às medidas tomadas pelas autoridades francesas e pelas autoridades de outros Estados-Membros que visam os ciganos e os viajantes e prevêem a sua expulsão.

Recordaria também que o PE lamenta profundamente a "reacção tardia e limitada" da Comissão – que é a guardiã dos Tratados – à "necessidade de verificar a coerência das acções dos Estados-Membros" com os Tratados e a legislação europeia. Os eurodeputados querem que a Comissão defenda "tenazmente" os valores e os princípios consagrados na Carta dos Direitos Fundamentais da UE e nos Tratados e que reaja "prontamente por meio de uma análise cabal da situação em França e em todos os Estados-Membros".

Ler aqui.

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publicado às 11:41

Não sei, porque nunca me aconteceu, mas suponho que deva ser tramado: passar meses, anos, numa desvairada campanha de assassinato de carácter, num constante boicote ao Governo apenas porque estão lá os outros, num berreiro imparável contra a colossal incompetência e irresponsabilidade de Sócrates, declarar todos os dias que o abismo onde Portugal se afundará chega amanhã, e depois termos de nos levantar, ir ao banho e ao papo-seco, sair à rua e enfrentar esta sondagem nos idos de Setembro. Terrível, não gostaria nada que me acontecesse.

Claro que os zerinhos não o vão entender, nem ficando a tentar explicar até que o Estoril-Praia ganhasse a Champions, mas aqui fica por descargo de consciência: se Sócrates é tão mau como vocês o pintam, se é esse monstro de incompetência e corrupção, talvez esteja na altura de reconhecerem que há mais onde ocuparem o vosso tempo sem ser a coleccionar humilhações desta magnitude.

Portugal, decididamente, não merece o vosso titânico esforço, a vossa admirável inteligência e, acima e antes de tudo, a vossa salvífica verdade.

 

Insuperável...

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publicado às 10:43

Da culpa

por Isabel Moreira, em 10.09.10

A culpa não serve para muito. Porque paralisa. Quem sente uma culpa dilacerante, verdadeiramente, sem ser naquele sentido anedótico de saber que se vai redimir daí a cinco minutos, ou quando quiser, sabe o que significa essa coisa, esse bicho, essa coisa, sim, esse efeito de ficarmos paralisados.

Já a responsabilidade obriga-nos a agir depois do acto que não devia ter sido praticado, depois da omissão indevida; é isso: a responsabilidade obriga ao gesto.

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publicado às 10:34

Este fanático está a gostar da atenção.

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publicado às 10:23

A educação sexual, esse perigo: duas perguntas

por Isabel Moreira, em 10.09.10

Os jovens são propriedade dos pais ou são eles próprios titulares de direitos?

O que significa exactamente dizer que na educação sexual trata-se da formação do "carácter" e não de "simples" informação?

Agradecida.

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publicado às 10:12


O Acórdão (take 3)

por Rogério da Costa Pereira, em 09.09.10

O Acórdão de quarta, que afinal é de quinta, passou para sexta. Na boa, estejam descansados, passem o fim-de-semana em paz, revejam isso. O pessoal espera. Pois claro que espera.

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publicado às 17:11


time for another film?

por lucy pepper, em 09.09.10

 

song = Idiot Johnson (http://myspace.com/idiotjohnson)
video = eu (http://lucypepper.com of course)

 

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publicado às 16:16


pegada de besugo

por Rogério da Costa Pereira, em 09.09.10

E eis que ele chegou. Este besugo, por ser sempre fresco, não carece de qualquer apresentação. Ainda assim, para quem não o conheça (como se tal existisse), os seus textos doutras eras podem ser saboreados no Blogame mucho e, mais recentemente, no gravidade intermédia (este ainda a ser alimentado).  Dito isto, para além de reafirmar que é um dos meus bloggers favoritos e que é uma honra partilhar este espaço com ele, resta-me apenas dar-lhe as boas-vindas e desejar que por aqui se divirta (continuo a dizer que também é para isso que isto serve).

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publicado às 15:19

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publicado às 15:17

Fidel Castro em entrevista

por Isabel Moreira, em 09.09.10

Li bem?

o modelo cubano já não funciona, é? Tanto para dizer sobre esse "já"..

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publicado às 11:09

Two days ago, hundreds of Afghans gathered in Kabul to denounce the United States for burning the Quran. They torched American flags, chanted "Death to America," and carried signs calling for the death of President Obama. Some of them hurled rocks at U.S. troops. A student in the crowd said of the planned Quran burning: "We know this is not just the decision of a church. It is the decision of the president and the entire United States."

He's wrong, of course. The Quran burning is the brainchild of a Florida minister and his tiny fundamentalist church. It has been condemned by the White House, the State Department, the commanding U.S. general in Afghanistan, Christian organizations, and countless Americans. But when clerics in Egypt denounce the incendiary plan, we feel the heat. When thousands of Muslims rally against it in Indonesia, they do so outside our embassy. When an imam in Kabul threatens retaliation, he casts a shadow on all of us: "If they decide to burn the holy Quran, I will announce jihad against these Christians and infidels."

 

(continue a ler)

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publicado às 10:38

Se há liberdade que foi sublinhada no momento da fundação dos EUA foi, precisamente, a liberdade religiosa. É talvez a liberdade mais associada a ese momento. Acontecimentos como o terrível atentado de 11 de Setembro orquestrado por extremistas não representam, de modo algum, um grupo de milhões de pessoas, concretamente quase dois biliões de pessoas, que representam vários ramos, da mesma forma que encontramos vários ramos no cristianismo. Infelizmente, acontecimentos como o terrível atentado de 11 de Setembro têm causado um outro tipo de atentado, uma outra guerra, toda ela assente num choque, não tanto de civilizações, quanto num choque de ignorâncias.

Independentemente das razões de segurança também presentes no gesto de H. Clinton, é muito, mas muito positivo, que ela tenha considerado “desrespeitoso e vergonhoso” o plano de uma igreja evangélica da Florida, que convocou os seus fiéis para uma cerimónia de queima de cópias do Corão no próximo sábado, de forma a assinalar o aniversário dos atentados de 11 de Setembro de 2001 nos Estados Unidos. Trata-se, nem mais, nem menos, do que consagrar o "Dia Internacional da queima do Corão". Hillary Clinton apoiou, desta forma, uma declaração assinada por líderes religiosos como o arcebispo católico de Washington, cardeal Theodore McCarrick, o director da União para a Reforma do Judaísmo, rabi David Saperstein ou o dirigente do Conselho Nacional das Igrejas, Michael Kinnamon, denunciando o “frenesim anti-muçulmano” que se está a viver na América, fruto da “desinformação e intolerância”.

Esta atitude é importante, não vem de uma pessoa qualquer. Pela minha parte, sou especialmente sensível às palavras escolhidas. Estamos perante um acto desrespeitoso e vergonhoso. Sou sensível à questão do respeito, porque devo dizer que me cansa a palavra tolerância. Sou obrigada a tolerar aquilo que não gosto, que me incomoda; mas respeito aquilo que pode perfeitamente conviver comigo, ainda que sem a minha adesão, porque em nada me agride. É esse o valor que me norteia nestas matérias. É isso mesmo: chama-se respeito.

 

Mais reacções.

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publicado às 09:33

o problema búlgaro

por besugo, em 08.09.10

Não sei se será possível que alguém explique à Dra. Joana Amaral Dias que o estatuto de vítima, além da sua justiceira aplicação a pessoas transitadas como tal num julgado qualquer, também se adequa a qualquer condenado nas mesmas transitadas condições - se for, por exemplo, inocente. Se não for possível, paciência: ela sabe e explico-me eu, na mesma.

Digo isto apenas por a ter vislumbrado e escutado (num sotaque um bocadinho afectado e, já agora, afectado não sei por quê, mas não me perguntem nada sobre isso porque eu não entendo dessas afecções, e quem disser que eu disse afectações em lugar de afecções padece largueiro dum sindroma qualquer, mas atenção, para que conste em acta, um sindroma perfeitamente legítimo e benigno e, quem sabe, imprescindível) num fogacho muito isolado - e a vida parece que é cada vez mais feita disto, não é?, e quem sou eu para dispensar a importância jactante e desinserida do momento avulso?, pois é, exactamente, "quem és tu para isso, besugo?" -, dissertando num programa de televisão.

É bem boa. A televisão. Excepto no caso de muitos anúncios, no caso patológico que é o canal do Benfica e, já agora, no caso duma estação búlgara em que se expressam num dialecto de que só entendo metade - mas isso é o menos, porque me disseram, embora eu duvide disso fortemente, que Anabela Mota Ribeiro terá confidenciado, um dia, num eventual blogue que eventualmente teve, andar a ler uma obra dum escritor grego na versão linguística original, sem entender pevas do idiota. Do idioma, peço perdão. 

E digo isto, também, e peço - desde já e uma vez mais - desculpa às pessoas de bem, eu friso, peço desculpa às cerca de oito milhões e novecentas e noventa e sete mil pessoas de bem que há em Portugal e que apenas "querem acreditar que se fez justiça" (um bocadinho naquele estilo do "é preciso fazer alguma coisa, isto é alguma coisa - portanto é preciso fazer isto"), porque depois de ter assistido em casa a alguns vídeos em que o M.P. (não, não sou canadiano e não monto ruminantes sem ser obrigado, o que também não permite inferir que me refira aqui ao Ministério Público, nem aos Monty Python, nem mesmo ao Momento Pascal) interroga algumas pessoas num registo que só não afirmo que é risível porque não estou para ser processado e porque nunca me rio de coisas sérias pelo simples facto de serem (ou parecerem, ou seja, para que pus eu aqui parêntesis, foda-se, leia-se "mil raios", repito, ou seja, o que eu quero mesmo dizer é "pelo simples facto de serem", isto que fique claro) sérias, percebi que entre a solenidade e o ridículo pode existir, apenas, pouco mais que um tom de voz - e reparem que estou longe de afirmar "um tom de mente", tudo separado: eu escrevi mesmo "um tom de voz"; tudo separado, também, e com um "z" no fim - e uma postura.

E também digo isto porque raras vezes faço "linha" e fico sempre com um relativamente irritante sentimento de injustiça (claramente infundado, jogo é jogo, sorte é sorte, isto é mais ou menos à sorte, não é?, pois é) quando, não tendo sido eu a fazê-la (à linha), a senhora que pega nas bolinhas manda (porque quem pega nas bolinhas manda sempre) "seguir para bingo".

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publicado às 23:26

Digam os senhores juízes, respectivos sindicato e conselho superior o que disserem, o que se está a passar com a demora na entrega do acórdão (atitude que nada tem de original nos tribunais portugueses, sublinhe-se), cuja "súmula" já foi lida (depois de dois adiamentos abusivos), é um atentado ao Estado de Direito. Uma violência imposta aos arguidos, às vítimas e a todos nós. Mas enfim, é a cultura que temos, certo?, temos que nos ajeitar, correcto? Errado! Este processo também serviu para isto.
(via BlackBerry®)

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publicado às 22:52



 

 

 

 

 

 

 

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