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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 


Portanto, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, filho de pai húngaro, ordenou no passado dia 28 que as autoridades expulsassem os imigrantes ilegais ciganos e desmantelassem os seus acampamentos, absolutamente indiferente às acusações de que o seu Governo estaria agindo com racismo no tratamento dispensado aos chamados "roma" ou ciganos. Estamos a falar de romenos e búlgaros, pessoas basicamente deportadas para esses estranhos países da União Europeia. Mesmo assim, a medida mereceu-lhe o aplauso de Roberto Maroni, político do partido populista de direita Liga Norte e ministro do Interior no governo de Silvio Berlusconi, que tratou de recordar idêntica medida levada a cabo no passado na europeia Itália.

Se, numa atitude oposta, ouviu-se dizer que as perseguições aos ciganos constituem “uma espécie de novo holocausto”, (Arcebispo Agostino Marchetto, secretário do Conselho Pontifício para os Emigrantes), o que foi alvo de crítica pelo Nobel da Paz Ellie Wiesel, a verdade é que também o The Times associou a deportação dos ciganos da França à perseguição que eles sofreram durante o período nazista:  "Dessa vez, eles foram pelo menos colocados num avião e deram-lhes um dinheirinho. Naquela época, foram transportados em vagões como animais, que não os enviavam de volta a seus países de origem, mas às câmaras de gás de Auschwitz. A deportação dos ciganos da etnia rom da França lembrou a perseguição a todos os ciganos pelos nazistas". 
Independentemente das analogias escolhidas, cada Governo, e a Eupora no seu conjunto, não pode ficar indiferente a uma medida xenófoba que se apresenta como uma solução "normal" para o que um Governo entenda por "problema de seugurança", "de integração" e por aí fora. Qual será a próxima medida? É que ciganos são umas centenas, não é? A logística é fácil, pois.

Por isso mesmo, é bom que o Parlamento Europeu, que reúne hoje, discuta o assunto e que vozes se levantem a favor de uma Europa que não nasceu para isto mas que, ao contrário, nasceu contra isto.

Em todo o caso, para quem não gostou de certas analogias, recordaria que os membros da resistência, judeus, sim, mas também, precisamente ciganos, para além de homossexuais, foram, imagine-se, deportados.

Adenda: Um tribunal francês anulou a ordem de expulsão de sete ciganos romenos retirados de um acampamento.

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publicado às 11:04


a senhora atrás de mim...

por lucy pepper, em 31.08.10

caixalady

... na fila da caixa no supermercado, hoje, que só queria resmungar: que a fila estava lenta, que o rapaz da caixa era parvo e que toda a gente era estúpida. E ia empurrando a minha mala "por acidente", para eu reparar e para resmungar com ela. Mas eu não lhe dei troco -- não estava para isso, estava com calor e oxigénio não chegava.  Ela irritou-se mais porque eu não a fixava nos olhos para ela resmungar comigo sobre o rapaz e a gente, mas ficou mais animada quando reparou numa das nossas celebridades da zona (só temos duas que mostram as caras; Herman José e Júlia Pinheiro; neste caso, era o Herman) na entrada do supermercado e deixou me finalmente em paz.

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publicado às 11:00

Eu gosto muito do Pedro Marques Lopes...mas

por Isabel Moreira, em 31.08.10

...não consigo perceber, por mais que puxe pela cabeça, como é possível afirmar-se que tem valido tudo para se mentir acerca do projecto de revisão constitucional do PSD, assim, afirmando que as pessoas não o analisam como deve ser, ou passam os olhos por cima da coisa de forma ligeira, sei lá.

Ó Pedro, francamente, quem anda a brincar com a malta desde Abril, dizendo aos microfones que vai aumentar os poderes do PR - quando na verdade os diminuía -, para, depois, no dia 21 de Julho, numa só noite, mudar tudo e um par de botas, aumentando os poderes do PR, em qualquer dos casos dando cabo do sistema político, sem qualquer sentido da história constitucional e dos efeitos sistémicos das alterações propostas, é o PSD. Nada, já agora, no projecto do PSD - nas suas várias versões, que surgem ao som de amuos e demissões - cumpre o sonho de Sá Carneiro.

De resto, a dado passo, sendo a coisa realmente tão má, os juristas, os constitucionalistas que estavam na comissão nomeada por Pedro Passos Coelho (Rui Medeiros, Assunção Esteves, etc.) demarcaram-se do projecto, então não foi?

E sim, a alteração ao artigo 103º (sistema fiscal) é absurda, porque esquece que o sistema fiscal, para ser materialmente justo, repousa no princípio da capacidade contributiva e no princípio da equivalência. Que raio de ideia é a do PSD de estar doentinho com a capacidade contributiva? Acaso isso resolve alguma coisa nos impostos sobre o património? E nas taxas? E nos que resultam de intervenções urbanísticas que implicam uma avaliação de custo/benefício? Como é que o PSD se atreve a dizer que não está a destruir a filosofia do sistema fiscal? É o sistema fiscal que está em causa e não o IRS. Acaso o IRS é o Sistema Fiscal?

E sim, o PSD quer acabar com os despedimentos com justa causa, esses que implicam um comportamento culposo do trabalhador e quer voltar à velha senhora, à "razão atendível".

E sim, nas letrinhas do PSD desaparece a ideia de gratuitidade progressiva de todos os graus de ensino, desaparece o sistema público de ensino pré-escolar.

E sim, se antes o PSD defendia a liberdade de opção entre o sistema público e o sistema privado na área da saúde e da educação, sem, vá lá, pôr em causa o sistema público, agora o PSD entende por bem que o Estado passe apenas a ter de suportar os custos das prestações de educação e de saúde das pessoas sem meios, as incapazes de pagar as suas necessidades. Implicitamente todas as outras passariam a ter de assumir individualmente o pagamento das suas prestações de saúde e de educação, no primeiro caso, claro, através de seguros. Isto seria o fim da escola pública e do SNS como serviços públicos de vocação universal, reduzidos a serviços mínimos para quem não tivesse acesso ao privado.

E nem vou falar do horror, do pesadelo técnico que é o projecto de revisão do PSD, cada ideia que nos vai chegando às mãos. Não se distingue uma regra de um princípio. Queixam-se de que a CRP é prolixa e ainda a complicam mais, concretizando o que já toda a gente sabe que está implícito em princípios trabalhados há décadas pelo TC.

Para quem se estiver nas tintas para o que deve ser uma lei fundamental e quiser ganhar dinheiro, como constitucionalista, a escrever sobre aquele mundo de disparates, que até duas moções de censura tem, é lutar por ele, sim. Força.

Acontece, Pedro, que o PSD já percebeu que o seu projecto de sociedade foi má ideia e que lhe custou alguns pontos nas sondagens. Virou a agulha. Agora estamos a falar, em tom ameaçador, do orçamento, não é?

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publicado às 09:46

Bons sonhos...

por Isabel Moreira, em 31.08.10

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publicado às 09:39


He´ll be back!

por Rogério Costa Pereira, em 30.08.10

A forma como o caso (caso e carlos até já soam parecido) Queiroz está a ser tratado é a spitting image deste país. Cada vez mais triste, cada vez mais cobarde, feito de esquemazinhos aquém e além jurídicos, de bodes expiatórios que urge arranjar para limpar a face. Um país em que da honra não reza a história. Não gosto do Carlos Queiroz, nem como treinador nem como homem, mas nada justifica a forma escolhida para o pôr a andar (e com as consequências que tal terá para a carreira dele, que vão muito além da sua situação na selecção). Espero — apenas espero — que quem vai invocar a justa causa para o despedir (vai acontecer, certo?) tenha, depois, a hombridade de se pôr também a andar (wishful thinking). Porque foram esses mesmos que lhe ofereceram um contrato de quatro anos, com as implicações que tal envolve. Que tal poderia envolver. Assumir o erro, pagar ao homem e demitirem-se em bloco seria o correcto. Mas pelo correcto cada vez menos nos regemos, não é assim?

Mais uma coisa: tendo em conta a forma como o caso foi tratado (e se reduzirmos a coisa à essência do que lhe deu origem), não serei bruxo se acertar que, mais cedo ou mais tarde, será dada razão a Queiroz. Nessa altura, veremos quem lhe pagará o devido. Sendo certo que, então, o devido não se reduzirá ao que ora lhe deviam pagar. A ver vamos. Ou muito me engano, ou voltaremos a ouvir (e muito justamente) falar dele.

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publicado às 23:51

Diria, podendo: - não admito. Mas não posso, claro. E ainda bem. Cada um é livre de dizer o que quiser, de propor o que bem entenda, chama-se liberdade de expressão, donde ter de interromper o descanso dos meus olhos durante o fim de semana com a notícia de que Paulo Portas quer um referendo sobre questões de segurança. Depois leio melhor e a coisa não é bem assim. O líder popular quer mesmo um referendo sobre questões de direito penal, coisas que puxam pelos sentimentos das pessoas, tantas delas desavisadas, bombardeadas com notícias sobre a tal da criminalidade, e é tão bom ver um senhor sério a devolver ao povo o que fazer com os delinquentes, os delinquentes, os delinquentes - palavra tão eloquente num microfone.

Seria tão bom, mas tão bom, que o povo, esse povo para que Paulo Portas fala, esse povo assustado e que ele quer assustado, como lhe convém, pudesse ir às urnas decidir do fututo dos tais dos delinquentes, assim, concretamente em questões que depois teriam de ser analisadas com muito cuidado, com os óculos na ponta do nariz. Queremos que ao fim de um terço da pena...? E queremos que em caso de flagrante delito...o julgamento sumário...? Assim mesmo: perguntas, sobre "uma só matéria", "formuladas com objectividade, clareza e precisão e para respostas de sim ou não" como manda o nº 6 do artigo 115º da Constituição. Não, isto não passaria no Tribunal Constitucional,  mas o pior é o tal populismo demagógico, ao que eu acrescentaria a total falta de respeito pelas pessoas. P-E-S-S-O-A-S.

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publicado às 10:46

Como é possível atacar-se este sentimento?

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publicado às 10:42


Descubra as diferenças

por Rogério Costa Pereira, em 30.08.10

partidos portugueses

clubes portugueses

Quando descobrirmos as diferenças entre a primeira e a segunda linha de imagens (entre as camisolas que nos vão vendendo e as camisolas que nascem connosco) talvez reencontremos um país. O tal país que, por confundir partidarite (doença terminal) com clubite (um saudável espirro matinal que nos acompanha pela vida, como que uma alergia boa), se esqueceu de se fazer (como o cravo de Abril — ou de Novembro — que se deixou à sede e virou cardo). O meu clube vai jogar hoje com a Naval (e vai ganhar), o meu partido não joga, desde logo porque não o tenho (não confundir com o facto de, entre autárquicas, legislativas e presidenciais — as últimas — ter votado PSD, PS e Cavaco — este último levou a mal a cruz que nele coloquei e devolveu-ma em forma de crucifixo para eu carregar), mas também porque não há um campeonato de partidos. Devia haver Portugal. Obviamente, não vou de repente desatar a votar no Bloco, voltar a votar Cavaco, arriscar em Alegre, mas isso não me desdiz. Não admito visitar o Choupal (vide os meus últimos posts) e perceber que aquilo está ao abandono porque não há "verba", ou porque as entidades "responsáveis" não se entendem. Não aceito viver no cimo de uma árvore que não arde e gritar de felicidade, ignorando a floresta que, debaixo de chuva, arde ao lado. Qual a solução, então? Não faço ideia (sou um, somos dez milhões). Sei que parecemos uma 1ª república em fim de estação (e que só a UE impede que o professor da praxe desça da "coimbra-lugar-comum" para nos "salvar"). Este post não vai a lugar nenhum, escrito que foi por um "pobre-dele-que-isto-já-não-tem-remédio". Tenho plena noção disso, por isso já só trabalho para mim e para os meus. Nesta "máquina do amanhã-logo-se-vê" chamada portugal.

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publicado às 09:09


wake up, it's monday

por lucy pepper, em 30.08.10

 

um videoclipe que fiz para a Chloe Red.

 

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publicado às 09:00


o senhor de peixe

por lucy pepper, em 29.08.10

Estava eu a sair do café, a acabar de falar do problema de conduzir e beber por cá com um amigo quando chegou o senhor que vem todos os dias para vender o  peixe na aldeia na carrinha dele que cheira bastante de peixe.  Pediu o primeiro "tintin" do dia (era as 1130) para beber enquanto esperava dos clientes chegar à carrinha... o tintin que serve, disse ele, como o seu medicamento melhor, porque os comprimidos que eles lhe dão não servem para nada mais que dar mais dores... é um senhor muito bemdisposto.

 

the fishman

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publicado às 23:19


Choupal III

por Rogério Costa Pereira, em 29.08.10

IMG00371-20100829-1610.jpg
E que bem tratadinha que está, esta nossa mata nacional. Também estará na lista para ser expropriada? Ups, já é nacional. Às tantas, o melhor será vendê-la aos privados e depois avançar com a declaração de utilidade pública. Ou então, se calhar, o melhor é mesmo limpar este belo exemplo de desgoverno na política florestal (já é entendimento comum desde há muito - desde já muitos Governos - que só temos mata no verão). Este é o exemplo acabado de como o Estado não tem legitimidade para falar em expropriar para tratar. (via BlackBerry®)

ADENDA: Fui entretanto informado que a Mata Nacional do Choupal vai ser limpa nos próximos tempos (assim que o verão acabar?).

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publicado às 16:38


Choupal II

por Rogério Costa Pereira, em 29.08.10

IMG00374-20100829-1610.jpg
(via BlackBerry®)

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publicado às 16:24


Choupal

por Rogério Costa Pereira, em 29.08.10

IMG00375-20100829-1612.jpg
(via BlackBerry®)

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publicado às 16:21


Mondego

por Rogério Costa Pereira, em 29.08.10

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publicado às 00:45


Tabacaria* (Adeus ó Esteves!, vou ter saudades)

por Rogério Costa Pereira, em 28.08.10

Álvaro de Campos / Narração por João Villaret / Música por Dead Combo
* Para ler/ouvir antes/depois/durante. Dedicado ao esteves sem/com! metafísica.
a letra )

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publicado às 22:56


O Lavrador

por Rogério Costa Pereira, em 28.08.10

Cliquem na imagem para saber mais pormenores. Quando lá chegarem exijam os filetes de sardinha (chamam-lhes entrada, mas eu era gajo para viver daquilo) e abusem do arroz de lingueirão. O estufado de javali também é meio-caminho para o inferno. Os cigarros fumam-se cá fora, a espantar louva-a-deus (a história da minha vida). Lavrador rules. A Isabel, o Zé  o João Paulo, a Esmeralda e o Vladimir (este comeu bacalhau) não me deixam mentir. Get a life, vão ao Lavrador, em Tenoca, a 4 kms da terra do vosso presidente (nem por isso a papinha perde o sabor).

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publicado às 00:57


Ate pró ano à mesma hora

por Rogério Costa Pereira, em 27.08.10

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publicado às 23:39


bom fim de semana ... de carnagem

por lucy pepper, em 27.08.10

Roads

 

Bem, que tal um sweepstake no número de mortos nas estradas de Portugal neste fim-de-semana?
Quantos paraplégicos e quadraplégicos criados?
Quantos bêbedos/insegurados/sem-inspecção estarão fiscalizados pelos 1700 bigodes da GNR que vão estar na estrada?

Este fim de semana é o de regresso.... gente vindo para casa e indo para casa.... e provavelmente haverá, como de costume, carnagem.

Occureu-me no outro dia que talvez sejamos todos cá culpados da sinistralidade das estradas portuguesas.  Quantas vezes gritas aos outros carros que tentam te matar, ou ficas deprimido a ler de mais um acidente estúpido no jornal?

Tens amigos ou parentes que conduzem como idiotas?  Atrevas-lhes dizer a abrandar?  Eu não tenho coragem.

E os que bebem?  Ofereces-lhes uma boleia?  Tiras-lhes as chaves do carro?  Eu não, mas gostava de tirar.  Até eu gostava de chamar a polícia sobre uns que conheço, tanto eles bebem e vão ao volante.  Mas assim, eu ficaria uma pária antisocial.

Acho que era nos anos oitenta que na Grã Bretanha conduzir bêbedo ficou o hábito antisocial que é hoje.  Claro que ainda há quem faz, mas na maior parte são c******* de ****** de uma ******* ******** (acho que inventei cá uma asneira nova) ou mesmo bons alcoólicos.  Não é nada embaraçoso dizer "Vou conduzir" e recusar um copo.  Não é fora de questão ficar com as chaves de um amigo, para preveni-lo conduzir.  

Este viravolta social ainda não aconteceu cá.  Já houve campanhas suficientes, mas nada pega.  Toda a gente deve já saber que conduzir bêbedo ou sem juízo é estupido e perigoso e ilegal mas temos TODOS amigos que ainda fazem.

(e ter a policia e a GNR a fiscalizar as estradas não funciona.  Toda a gente sabe onde vão estar e senão, diz uma a outra de qualquer maneira, piscando os faroís, ou ligando ao telefone... abrandam e logo aceleram).

Assim, somos nós os culpados, para não os parar?  Acho que sim.

[este é um disclaimer... já ando na blogosfera portuguesa há muitos anos e cada vez que escrevo em português, aparecem bastantes wise-asses a dizer  "waaaa waaaaa waaaaaaaaa, esta parva não escreve bem e engana-se em TUDO waaaaa waaaaa waaaaaaa"... sou estrangeira.  Não estou a pescar para elogios....eu sei que o meu português escrito é bleurgh, please utiliza a tua imaginação para entender o que escrevo.  obrigaahdah de uma bifa]

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publicado às 18:01

Direito à propriedade privada: TEDH

por Isabel Moreira, em 27.08.10

Vale a pena passar os olhos no site do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem e verificar como se tem invocado conjuntamente os artigos 6º e 1º do Protocolo nº 1 à Convenção para efeitos de se exigir uma justa indemnização por sacrifício do direito de propriedade. Cá está o exemplo de uma cidadã russa que recorreu e ganhou.

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publicado às 12:57

Sem mais palavras.

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publicado às 12:36

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