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A pegada não morreu; apenas deslocámos a maior parte das nossas pegadas para o facebook. Enorme pecado, bem sabemos; mas por estes instantes, em que o tempo não abunda, é mais fácil interagir e publicar ali. Esta nossa casa não desaparece; será sempre a referência principal e o lugar das pegadas mais profundas. No entretanto, e quando não nos virem por aqui, é porque estamos aqui:pegadabook. Cliquem no link (não é necessário ter facebook para ler, apenas para comentar) e/ou façam like acima. A todos os leitores e ao sapo, que nunca nos falhou, pedimos desculpa. É coisa de momentos; a pegada será sempre aqui. Aqui é a regra, este anúncio não revela mais do que uma excepção. Já agora, e também no facebook, mas numa onda diferente -- e em que todos os leitores podem ser autores --, visitem o ouvir & falar.

 

 



Novas do Caso Freeport

por Rogério Costa Pereira, em 31.01.09

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publicado às 22:37


Segredo de justiça

por Rogério Costa Pereira, em 31.01.09

do Latim tás mas é malucu.


Quimera; fantasia; concepção irrealizável. Lugar que não existe. Conjunto de ideias e imagens, mais ou menos confusas e disparatadas, que se apresentam ao espírito durante o sono; utopia; ficção; visão; aspiração. Coisa que só existe na ideia; imaginário em que há toda a perfeição; perfeição suprema; a mais elevada e ardente aspiração.


Bolo muito fofo de farinha e ovos, frito em azeite e passado em calda de açúcar

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publicado às 01:06


É oficial: pertenço a uma minoria ;)

por Rogério Costa Pereira, em 31.01.09

Michael Steele was chosen Friday as the first African-American leader of the Republican Party.




Michael Steele was chosen Friday as the first African-American leader of the Republican Party. Steele, the first African-American to hold the post, defeated South Carolina GOP Chairman Katon Dawson, 91-77, in the final round of voting among the RNC's 168 members. Only 86 votes were needed. [CNN]



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publicado às 00:10


Arranjem soluções - do tipo "qualquer merda que venda"

por Rogério Costa Pereira, em 30.01.09

«Já na última segunda-feira, Joaquim Coimbra, juntamente com o grupo de jornalistas fundadores do semanário, comunicaram aos outros accionistas do "Sol" - neste momento o BCP e a empresa Imosider - que pretendem proceder à venda das quotas de que são titulares na empresa que é agora accionista maioritária do jornal dirigido por José António Saraiva, a Nova Comunicação Empresarial. O objectivo é vender essas acções à Newshold, que fica assim directamente com 51 por cento do capital do "Sol".


O objectivo será "a viabilização imediata" do jornal, face à complicada situação financeira, alegam ambos na comunicação, a que o PÚBLICO teve acesso. Tanto a Imosider como o BCP foram, no entanto, apanhados de surpresa pelo negócio que está em cima da mesa. José Paulo Fernandes, presidente da Imosider, diz que este negócio foi uma forma de contornar as regras do acordo parassocial, que determinam que os accionistas têm direito de preferência nas vendas de capital social do "Sol" a novos parceiros. "Farei tudo o que estiver legalmente ao alcance no sentido de que esta 'chapelada' manhosa seja devidamente anulada", afirmou.


Na carta enviada na noite da última segunda-feira, tanto Joaquim Coimbra como o grupo de jornalistas pedem que seja dada uma indicação sobre o negócio no prazo de "dois dias". Alegam "o risco de, na ausência de soluções no decurso desta semana, o jornal ver a sua publicação interrompida" e dizem que a sociedade "já não dispõe de meios para proceder ao pagamento das suas obrigações, entre elas o pagamento de salários" e "financiamentos contraídos"». [Público]





(os negritos e os links são meus)

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publicado às 23:40


Descubra as diferenças

por Rogério Costa Pereira, em 30.01.09

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publicado às 22:06


Pequeno apontamento

por Rogério Costa Pereira, em 30.01.09

Estou sem tempo para grandes explicações, mas não queria deixar de marcar o momento. A entrevista de ontem, na RTP1, da directora do DCIAP, Cândida Almeida, foi um marco histórico na complicada relação entre a comunicação social e a justiça. Um acontecimento que, não tenho dúvidas, será referido como exemplo nas aulas de Direito da Comunicação. A partir de agora tudo poderá diferente - está criado o bom precedente.

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publicado às 09:52


Não vá o diabo tecê-las

por Rogério Costa Pereira, em 29.01.09

Tenho um prazo judicial para cumprir até terça-feira e cheguei a pensar conclui-lo e enviá-lo já amanhã. Depois do que tenho ouvido nos últimos dias, repensei a coisa. Vai com multa no terceiro dia após o termo.

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publicado às 23:21


O estado da nacinha

por Rogério Costa Pereira, em 29.01.09

Como não podia deixar de ser, tendo em conta as circunstâncias e o indivíduo, a opção foi: para a frente e em força. Quando a PGR se pronuncia nos termos em que o fez; quando a própria oposição, pelo menos institucionalmente, não fala em demissão, alguém esperaria que um procedimento tão comum como uma rogatória, e inocente como esta, levasse um PM à demissão? Até aqui tudo bem, tudo normal. Tudo à Estado de Direito.


O pior é o resto. Claro que a festa vai continuar, o fim-de-semana está à porta - semanários e tal. Eleições à espreita. Só espero que quem está a promover ou a alimentar esta campanha não se esqueça que a política de terra queimada pode levar a que, feitas as contas, não haja nada para governar. E, noutra vertente, que planear o futuro edição-a-edição é capaz de não ser boa política de gestão - aliás, o passado está aí para o demonstrar. Mas continuem, continuem por aí que havemos todos de ter um lindo enterrro.


Para terminar, e sim, este vai de ideias soltas, espero que estejamos todos cientes que cada vez menos os válidos se aventurarão na política (é um bocadito aborrecido, coisa para dar cabo de uma reputação, passar por paneleiro sem o ser, burlão e corrupto - tudo em coisa de instantes). E depois vai de pescadinha de rabo-na-boca. Aí é que vai ser vender jornais - um fartote.

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publicado às 19:02


Diga lá, diga lá!

por Rogério Costa Pereira, em 29.01.09

Há um certo tipo de perguntas que me deliciam, refiro-me àquelas que obviamente, e até o perguntador sabe isso, não serão respondidas. Hoje o prémio vai para "Não chegou a ponderar a demissão?" .

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publicado às 18:22


A verdade da patranha

por Rogério Costa Pereira, em 29.01.09

“Neste caso da diz-que-é-uma-espécie-de-OCDE, a patranha é por demais evidente. Só não vê quem não quer (ou não pode)”, diz o Galamba. Também eu acho que Sócrates esteve muito mal ontem no Parlamento – aliás, nunca o vi tão mal. Concordo que a resposta a Paulo Rangel foi mesmo um empurrar com a barriga, para ver se se passava adiante o quanto antes. Coisa completamente diferente é acreditar que se tentou deliberadamente fazer passar como da OCDE um relatório de um grupo de peritos independentes. Sócrates foi claramente mal informado, não teve o cuidado de ler o relatório (bastariam as conclusões para desconfiar da fartura) e meteu-se em tal beco que francamente nem imagino qual seria o comportamento mais adequado.


Porém, só alguém que conhece o país via google earth, pode acreditar, de acreditar mesmo, que a questão à volta do relatório que afinal não era da OCDE se consubstanciou numa jogada propagandística do Governo. Se eu der um biberão de água ao meu filho dizendo-lhe que é leite logo levo com um merecido berro de indignação. E já nem o faço, porque sei que o tipo não é parvo. Mas será que alguém com os cinco alqueires bem medidos tentaria deliberadamente fazer passar como sendo da OCDE um relatório de um grupo de independentes? Antevendo, e Sócrates não é parvo, que a primeira pessoa que lesse mesmo o relatório logo o desmentiria? Como é óbvio tratou-se de um erro, e grosseiro, um erro que até pode ter consequência políticas, porque revelou alguma negligência no tratamento de uma questão importante. Mas daí ao acto premeditado vai uma grande diferença. A diferença entre negligência e dolo.


De resto, e agora em sintonia, até acho que esse erro pode advir de alguma arrogância, sim, e que se exige um retocar de estilo. Mas patranha, patranha de peta, patranha de mentira? Tem dó.

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publicado às 16:00


Confirma-se: uma choldra ingovernável

por Rogério Costa Pereira, em 29.01.09

Com o mesmo ímpeto com que os de outrora acorriam aos autos de fé, lá vai o portuguesinho de hoje correr comprar a Visão, comentar aqui, comentar ali, dizer que aquele nunca me enganou. E depois são as montanhas que parem ratos, queixam-se - pois se a acusação, julgamento e condenação populares se fazem à leitura da primeira parangona sangrenta. E a antecipação destemperada de cenários, senhores, essa ejaculação precoce de que o povo luso padece. E o temor reverencial pelos ingleses, aquele dobrar de espinha, aquele para inglês ver que nos está no sangue. Enfim, nada que me espante. Apenas gostava que, por uma vez, a coisa fosse diferente. Esperarei sentado, claro.

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publicado às 12:33


Pim-pam-pum

por Rogério Costa Pereira, em 27.01.09

Com a morte. Hoje levei com a morte. E bateu-me mal, assim de uma forma estranha – não foi dor, como acontece quando me morrem pessoas próximas; não foi sensação de vazio, nada semelhante. Foi uma espécie de empurrão ao mesmo tempo pelas costas e pela frente. Dado à velocidade da luz - que nem saí do mesmo sítio. Tipo acorda pá, qualquer dia és tu. Podias ter sido tu. Não te lembras deste?, quem diria que o ceifava neste dia? Deu-me para aqui, podia-me ter dado para aí. Estás a ver como isto é? Espécie de banca francesa – a fortuna que sai dum corno.

Claro que a mandei para a puta que a pariu, que tenho um filho que aprendeu agora a andar e corre para mim quando chego da labuta e diz papá-papá-pápa. E dá-me abraços e beijos e dá-me sorrisos. Era o que mais faltava, que fosse comigo – não estou para aturar abusos idiotas de idiotas; e deixei-lhe isso bem claro.

Mas, confesso, foi só garganta – ainda os tenho bem apertadinhos. Podia mesmo ter sido. Esta cena da morte é um bocado pim-pam-pum e um gajo às vezes anda de gavetas desarrumadas e de repente dói-lhe uma unha e não é nada não é nada – é só uma unha. Vou amanhã ver disso, hoje tenho mais que fazer. E vai-se a ver e valia a pena ter ido mais cedo, que com estas idades a coisa depois foi sempre galopante. E tão novo, e o caralho. Não aguentou o galope, essa é que é essa.

Mas porquê este desatino todo com esta morte? Esta morte de hoje. Todos os dias morre gente conhecida, mais ou menos velha, mais ou menos amiga, mais ou menos próxima. Francamente, não faço ideia. Sei que me sinto agoniado. E que agora que escrevi isto ainda me sinto pior. E não devia ser para isso que um gajo escreve, para depois se sentir pior. Agonia por agonia bembondam as que provoca ouvir todos os dias a senhora de foice ao ombro. Aos berros de pim-pam-pum. 

Pim-pam-pum.

 

(Não, ainda não ensandeci - bem sei que publiquei este mesmo post aqui há uns dias. Os berros é que voltaram a ouvir-se.)

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publicado às 23:52


Coisas do catano

por Rogério Costa Pereira, em 27.01.09

Nalguns blogues tem-me acontecido recorrentemente  o mesmo lapso de leitura: em vez de Caso Freeport leio Caro Freeport.

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publicado às 18:43


Questão que desde ontem me apoquenta

por Rogério Costa Pereira, em 27.01.09

O vosso tio é vosso tio? 

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publicado às 18:40


Há que dar o braço a torcer

por Rogério Costa Pereira, em 26.01.09

O 5 dias caminha a passos largos para a liderança do blogómetro. Parabéns.

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publicado às 23:51


Badioulhoquices

por Rogério Costa Pereira, em 26.01.09

  • Viu-o na montra de uma livraria e não aguentou. Nem precisou de o comprar - decorou-lhe os efeitos cromáticos da capa e correu a dar-se prazer na esquina mais próxima. Era o último de Badiou.

  • É seguro ler Badiou sem preservativo?

  • Apanhou uma DST - deve ter sido daquele Badiou que folheou na FNAC do Vasco da Gama.

  • Badiou? I'm home!

  • Sempre pensou que aquela letra do José Cid era "Adi ou Badiou". E chorava a ouvi-la, com medo da despedida.

  • Nunca comeu um mil-folhas porque tem medo que pelo menos uma seja Badiou.

  • Nunca lê Badiou à frente da mulher - tem receio que ela perceba.

  • No Natal a mulher ofereceu-lhe um Badiou e ele achou que era uma indirecta.

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publicado às 19:02


Deixem as pichas de boi em paz

por Rogério Costa Pereira, em 23.01.09

"Uma bengala feita de “picha de boi”, que se sabe ter sido originariamente criada para vergastar o lombo dos animais na condução dos mesmos pelos campos e ainda como amparo ao caminhar do pastor (tal como a sua homónima de pau ou o cajado), mas a qual, pela curiosidade do material de que é feita e o aspecto que tem, foi sendo também progressivamente erigida como curioso objecto de artesanato característico de algumas zonas sobretudo do interior centro e norte do país continental e até objecto de decoração (independentemente do bom ou mau gosto da mesma, com o qual ninguém tem nada a ver) – o que justifica a respectiva posse –, podendo embora ser utilizada como meio de agressão, não pode ser havida como arma." [Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, 16-12-2008]


 


Resta dizer que a primeira instância, após considerar provado que: "O Arguido não justificou a posse daquele objecto naquele momento e local, nem posteriormente, nem o mesmo tem qualquer aplicação definida. Ao assim proceder, o Arguido agiu de forma deliberada, livre e consciente, bem sabendo que a bengala – picha de boi, trazia consigo é considerada uma arma proibida e que, por isso, não podia nem devia detê-la. Sabia ainda o Arguido que a sua conduta era proibida e criminalmente punida.", havia-o condenado "pela prática de um crime de detenção de arma proibida, p. e p. pelos art.º 275.º, n.º 3, do Código Penal, e 3.º, n.º 1 al.ª f), do Decreto-Lei n.º 207-A/75, de 11-4, na pena de 120 dias de multa à taxa diária de € 10,00, no quantitativo global de € 1.200,00.".

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publicado às 20:35


post com 1% de interesse e 0,5% de reflexão

por Rogério Costa Pereira, em 23.01.09

"Há muito tempo que não concordava a 100% com Mário Soares", diz o Luís Rocha. Não vou discutir a substância do post, que pouco me interessa saber das regularidades com que cada um concorda ou deixa de concordar com Mário Soares e sobre que assuntos incide essa concordância. Também não é do casamento entre pessoas do mesmo sexo que será feito este post. A verdade é que passo bem sem ele e também, estou certo, passarei bem com ele - o mesmo que dizer que é questão que me é indiferente. E não se trata e de falta de percepção da realidade - reconheço a necessidade de conceder aos casais homossexuais os mesmos direitos dos restantes casais (adopção à parte, que ainda preciso de reflectir mais um pouco), trata-se pura e simplesmente de ser assunto que não me diz respeito, não me aquece nem me arrefece e agora estou a passar uma fase de demasiado egoísmo para ajudar velhinhas a atravessar a rua. Já agora, e só para meter um bocado de ferro, não concordo que lhe chamem casamento - proponho cazamento. Fulano e Sicrano anunciam o seu ca-zzz-amento. Amanhã não posso que tenho um cazamento. Casamento ou cazamento? 'tás surdo?, ca-zzz-amento.


 


E porra, que não há maneira de avançar para a vaca fria. O que me faz escrever este post, tento dizer, é a simples constatação da minha ignorância sobre o critério de atribuição de percentagens de concordância, de exactidão, de pontualidade, do que que quer que seja, a acontecimentos mundanos. Vejamos o caso Luís Rocha, que há muito tempo que não concordava a 100% com Mário Soares. Depreendo que no muito tempo em que Mário Soares não logrou alcançar o pleno junto do Luís Rocha, e nas muitas vezes que terá intervindo publicamente, o Luís Rocha lhe foi atribuindo percentagens de concordância - 33,4%, 78,7%, 99,9 (faltou-te um bocadinho assim) e assim  por diante. E isto é que me faz confusão. Como aqueles jogadores da bola que dizem que estão a 80% das suas capacidades, os casais, em que cada membro que o compõe, em apreciação externa, tem 50% de razão. As culpas distribuídas num atropelamento - 60% (atravessou a correr e sem olhar) - 40% (ia em excesso de velocidade). Na verdade não tenho mais nada para dizer, o céu está 98% nublado, eu estou 79% aborrecido (só isso justifica este post), o meu filho ontem à noite estava 77% rabugento e a palmada que lhe dei na mão doeu-me mais a mim do que a ele em, digamos, 100%. Agora vou trabalhar a 66%, que me dói a cabeça a 25%.

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publicado às 10:34


Da coutada do macho ibérico

por Rogério Costa Pereira, em 22.01.09

Não estranho que a Fernanda, “agora que o casamento panila já tá”, acredita ela, se tenha atirado de cabeça para uma causa que envolve o direito ao pijama. É que assim como assim a mudança não foi excessivamente brusca e, mais coisa menos coisa, continua-se a trabalhar pela mesma causa.


O Nuno Costa Santos que me desculpe, mas isso de usar pijaminha é mais coisa de quem usa dois relógios no mesmo pulso, um virado para a cabeça, outro para onde deviam estar os tomates. Homem que é homem, depois de mijar de frente para a sanita, que não é sinónimo de mijar para dentro da sanita, de escarrar violentamente e alcançando cagaçal semelhante ao que faz um jacto quando ultrapassa a barreira do som, atira com as truces para o lado do balde da roupa suja e vai fumar um cigarrito para a cama, à espera que a mulher chegue para o missionário do dia. E depois da oração outro cigarrito e mais uma escarradela no copo meio d'água onde se apagou a beata.


Pijaminha não entra. Aliás, o homem naturalmente provido (o melhor exemplo é o grande Tony Ramos) já vem com pijama - essa é que é essa. Logo, vestir um pijama será algo como acabar por ter dois pijamas vestidos – que é coisa um bocado alice.


É só isto.

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publicado às 19:22


O homem e a besta

por Rogério Costa Pereira, em 20.01.09


 


 


Do grande grande ABC DÁRIO.

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publicado às 10:16

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